terça-feira, 4 de junho de 2019

ESCLARECIMENTOS DE RAMATÍS QUANTOS AOS SACRIFÍCIOS ANIMAIS NAS “UMBANDAS”.





ESCLARECIMENTOS DE RAMATÍS QUANTOS AOS SACRIFÍCIOS ANIMAIS NAS “UMBANDAS”.

Excertos do livro Umbanda Pé no Chão.

Pergunta: Qual vossa opinião sobre o sacrifício de animais na Umbanda?
Ramatís: A Umbanda não recorre aos sacrifícios de animais para assentamentos vibratórios dos Orixás nem realiza ritos de iniciação para fortalecer o tônus mediúnico com sangue. Não tem nessa prática, legítima de outros cultos, um dos seus recursos de oferta às divindades. A fé é o principal fundamento religioso da Umbanda, assim como em outras religiões. Suas oferendas diferenciam-se das demais por serem isentas de sacrifícios animais, por preconizarem o amor universal e, acima de tudo, o exercício da caridade como reverência e troca energética com os Orixás e seus enviados (os guias espirituais). É incompatível ceifar uma vida e, ao mesmo tempo, fazer a caridade, que é a essência do praticar amoroso que norteia a Umbanda do Espaço. Toda oferenda deve ser um mecanismo estimulador do respeito e união religiosa com o Divino, e daí com os espíritos da natureza e os animais, almas-grupo que um dia encarnarão no ciclo hominal, assim como já fostes animal encarnado em outras épocas.

Pergunta: E quanto aos dirigentes de centros que sacrificam em nome da Umbanda?
Ramatís: Reconhecemos que na mistura de ritos existentes, nem tanto nas práticas mágicas populares, dado que templos iniciáticos vistosos matam veladamente para fazer o “indispensável” ebó ou padê de “Exu”, se confundem o ser e o não ser umbandista. Observai a essência da Luz Divina (fazer a caridade) e sabereis separar o joio do trigo. Tal estado de coisas reflete a imaturidade e o despreparo de alguns dirigentes que se iludem pela pressão de ter de oferecer o trabalho “forte”. As exigências de quem paga o trabalho espiritual e quer resultados “para ontem” acabam impondo um imediatismo que os conduz a adaptar ritos de outros cultos aos seus terreiros. Na verdade, há uma enorme profusão de rituais que é confusa, refletindo o estado da consciência coletiva e o sistema de troca com o Além que viceja o “toma lá, dá cá”. Toda vez que um médium aplica um rito em nome do Divino e sacrifica um animal, interfere num ciclo cósmico da natureza universal, causando um desequilíbrio, pois interrompe artificialmente o quantum de vida que o espírito ainda teria de ocupar no vaso carnal, direito sagrado concedido pelo Pai. Pela Lei de Causa e Efeito, quanto maior seu entendimento da evolução espiritual (que inexoravelmente é diferente da compreensão do sacerdote tribal de antigamente), ambição pelo ganho financeiro, vaidade e promoção pessoal, tanto maior será o carma a ser saldado, mesmo que isso aparentemente não seja percebido no presente. Dia chegará em que tais medianeiros terão de prestar contas aos verdadeiros e genuínos “zeladores” dos sítios sagrados da natureza que “materializam” os Orixás aos Homens e oportunizam os ciclos cósmicos da vida espiritual, ou melhor, as reencarnações sucessivas das almas em seu orbe.

Pergunta: Qual a diferença entre matar um animal nos ritos mágicos e utilizar esse mesmo animal como alimento, visto que estaríamos interrompendo o mesmo quantum de vida que o espírito ainda teria de ocupar no vaso carnal, direito sagrado concedido pelo Pai?
Ramatís: Muitos alimentam-se dos animais e sequer acreditam em reencarnação. A cada um é dado o tempo necessário para a dilatação da consciência ante as verdades espirituais. Quanto às equânimes leis cósmicas, a mortandade impessoal automatizada nos frigoríficos modernos para saciar a fome animalesca de uma coletividade insaciável difere do ato individual do sacerdote que mata e orienta um agrupamento mediúnico. A responsabilidade do líder religioso é enorme. Quanto mais beneficia-se da energia pelas vidas ceifadas dos irmãos menores para prejudicar os outros em favor próprio, mais irá agravar sua prestação de contas nos tribunais divinos. Não somos afeitos a estabelecer sentenças, mas certamente a avaliação de quem sacrifica em nome do Sagrado, num rito de determinado culto religioso em que ainda persistem usos e costumes por questão de fé ancestral, será feita, caso a caso, por quem tem competência no Astral superior. Os compromissos daqueles que extinguem uma vida num rito mágico qualquer são proporcionais à consciência que o conhecimento propicia. Quanto maior o saber, tanto mais dilatadas serão as consequências dos atos de cada espírito, seja encarnado ou não.

Pergunta: Qual sua opinião sobre o fato de alguns dirigentes proibirem médiuns carnívoros de trabalhar em seus centros?
Ramatís: É importante considerar que quando você julga verticalmente o ato do próximo, indicando defeitos e sentenciando o que é certo ou errado na conduta alheia, deixa seu candeeiro embaixo da goteira. As determinações sectárias de alguns dirigentes espirituais encarnados, proibindo médiuns carnívoros de trabalhar, é qual gotejamento que “apaga” a tênue luz crística que existe em vocês, uma vez que a imposição dessa falsa igualdade não conscientiza amorosamente, e sim exercita horizontalmente o orgulho de considerar-se melhor, mais evoluído e superior ao outro.

Pergunta: Percebemos que várias lideranças umbandistas aceitam os sacrifícios animais e a cobrança para angariar simpáticos ao seu modelo de Umbanda. Como interpretar isso?
Ramatís: A sede de poder e a disputa ensandecida de domínio perante a comunidade umbandista, ainda entontecida pela difusão de fundamentos jogados diuturnamente nas mais diversas formas de mídia que disfarçam no Sagrado a venalidade de certos sacerdotes, imperam nessas lideranças, que travam verdadeira guerra para impor seu modelo teológico. Assim, persistem numa busca ferrenha de adeptos para ter o rebanho maior, qual pastor que pula seu cercado para pegar as ovelhas do vizinho. Não importa se o do lado cobra, raspa, corta e mata. O que vale é aumentar os adeptos, qual “guru” de outrora que impressionava as multidões ao amansar tigres e cobras. Lembrem-se de que quanto maior a inteligência e a consciência, maior pode ser a ambição. Aos que muito sabem e ambicionam, muito será cobrado pelos Orixás.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Umbanda Pé no Chão - Nova Edição.


           Umbanda Pé no Chão - Ramatís - é um clássico da literatura umbandista. Esta edição, ampliada e revisada, nos chega com mais clareza e profundidade. Novos temas são abordados, como a descrição das pedras – cristais – por Orixás, utilizadas nos assentamentos vibratórios, altares, tronqueiras como dinamizadoras energéticas nos trabalhos de cura; a estrutura astral do movimento umbandista, as formas de apresentação dos espíritos, as linhas de trabalho, as firmezas, o cruzeiro das almas, a música sacra de terreiro, os preceitos, as consagrações. 
           Ramatís elucida ainda a estrutura energética do homem e a regência dos Orixás, correlacionando-as com os preceitos de firmeza mediúnica e os transes nos terreiros; a função central de Exu na desobsessão e “quebra” de feitiços e demandas; a magia que fundamenta a utilização dos elementos rituais nas sessões umbandistas de caridade.  
          Sem dúvida, este livro é um consagrado guia de estudos para todos: médiuns, adeptos e simpatizantes da Luz Divina e da genuína Umbanda.




Para comprar:

segunda-feira, 27 de maio de 2019

UMBANDA – MÉDIUNS E DIRIGENTES INSEGUROS.

            
             Na Umbanda temos personagens marcantes, que como médiuns fizeram a história da Luz Divina e fundamentaram seus usos e costumes. Zélio Fernandino de Moraes, o ícone fundante da Umbanda, nunca se permitiu ser bajulado, não teve quem o iniciou, foi iniciado direto pelo Astral Superior pelo portentoso Caboclo das Sete Encruzilhadas. Da mesma estirpe de Zélio, Benjamim Figueiredo, médium do Caboclo Mirim, que aos 17 anos manifesta este com pureza cristalina, o Guia que o faria até o final de sua vida estar firme à frente de muitos congás. Tivemos ainda W.W da Matta e Silva, que nunca teve “pai” ou “mãe” de “santo”, nenhum “mestre” humano botou a mão em sua cabeça, por orientação direta e força da Lei de Pemba vinda de Pai Guiné de Angola. Estes três exemplos, de médiuns seguros e livres, grandes educadores de consciências, pela atuação límpida dos espíritos que vibravam em suas sensibilidades mediúnicas, servem para toda a comunidade umbandista.
           Nos dias de hoje, verificamos um contingente enorme de médiuns dirigentes inseguros, que não se “garantem” em estar a frente de seus congás se não estiverem vinculados a um “pai” ou “mãe” no “santo”. Procuraram outros sacerdotes para se vincularem e assim adquiriram legitimidade, pois falta-lhes a confiança na mediunidade e a fé inquebrantável em Deus. Por vezes falta-lhes a própria valência mediúnica.
               Observo que não tenho nada contra a iniciação e consagração ritual. Eu mesmo tive dois dirigentes que me orientaram e ampararam em ritos de iniciação para dirigente de terreiro. Todavia, isto foi pontual e não gerou dependência ao iniciador. Se governar, depender “só” do Guias e do Astral para segurar o axé de uma egrégora, sempre foi o exemplo de grandes dirigentes de terreiro, que vão muito além de Zélio, Benjamim e Matta e Silva.
                O risco que corremos é estarmos cultuando egos de dirigentes que se alimentam da bajulação, mimos e reconhecimento público de seus “filhos” com casa aberta.
             Não é “pecado”, não é orgulho e nem vaidade se governar, ser independente, amadurecer e confiar no Amparo do Alto. Se você tem um “pai” ou “mãe” no “santo” a tiracolo, que sempre o socorre e lhe exige eterna fidelidade subserviente, está na hora de você repensar a sua espiritualidade.

Axé, Saravá, Namastê.
Norberto Peixoto
Dirigente do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidad

quarta-feira, 22 de maio de 2019

UMBANDA - O DIRIGENTE QUE ESPERA GRATIDÃO!!!


         



      Percebo a Umbanda como um grande edifício, com muitos apartamentos e centenas e milhões de tijolos. Cada proprietário de apartamento coloca as janelas e as pinta em conformidade à sua simpatia. Quem olha o edifício de frente não entende o colorido, a falta de padronização. Não existe uma norma condominial que determine a cor de cada janela ou mesmo da parede de fora de cada apartamento.

       Os tijolos são cada terreiro e os seus médiuns e frequentadores são os moradores deste imenso edifício. Percebemos hoje muitos dirigentes de terreiro falando pela Umbanda como um todo: a Umbanda é assim, a Umbanda é isto, a Umbanda é aquilo...O tijolo fala pelo edifício, uma pequena parte fala pelo todo. A “sua” Umbanda, a que é praticada em seu terreiro, não é a Umbanda de todos, mas a Umbanda é de todos na sua diversidade de formas e nomes. Certos dirigentes querem ser o síndico do edifício, impondo normas a todos, só que não foram eleitos para isto. Na Umbanda não existe um “Papa”, um profeta, um poder central eclesiástico.

        É comum vermos dirigentes acusando os filhos e adeptos de INGRATIDÃO. Ora, quem assim o faz espera gratidão, aguarda reconhecimento, transfere suas carências para a retribuição do outro. O genuíno sacerdócio umbandista é doação de amor, que nada espera em troca. O fruto de toda ação é de Deus, não é do agente da ação, não é do sacerdote. Quem sofre e se coloca como vítima, transfere suas carências pessoais, emocionais e psicológicas para o sacerdócio. Assim deseja receber compensação do que lhe falta no íntimo e aguarda reconhecimento. Assim, anseia “controlar” a vida espiritual dos adeptos e médiuns, o que nem os Guias fazem, pois cada ser é livre e tem um propósito de vida espiritual que cabe somente a Deus julgar. Orientar é deixar o outro crescer, permitir que seja livra em suas escolhas, aceitar que a Umbanda não é o único caminho e que cada um pode escolher “desvios”, optar por outras formas de buscar Deus, afinal Deus é um só.

        Todos são livres e a felicidade e autorrealização está dentro de cada um.

        Nenhum sacerdote tem o poder de nos fazer entrar em comunhão com Deus. Este poder é unicamente individual de cada um. Quando muito o sacerdote facilita esta busca, nada mais.

       Cada tijolo do sacerdócio umbandista deve suportar com DISCERNIMENTO e EQUANIMIDADE a pressão da construção. A experiência é para que nos libertemos do jugo de nós mesmos, velhos egos, mandões, autoritários, centralizadores, imperiais e messiânicos.


      Axé, Saravá, Namastê!

      Norberto Peixoto.
Dirigente do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade

segunda-feira, 22 de abril de 2019

"UMBANDAZINHA" É O QUE VOCÊ FAZ?!?


      Esta "umbandazinha" cor de rosa que você fala Norberto, de aconselhamento, isto não é Umbanda. Umbanda é magia, é o poder dos elementos que resolve, é a invocação e a força da incorporação.

     RESPOSTA: Sem dúvida, a Umbanda tem o seu lado magístico, que não deve se sobrepor a própria Umbanda, pois Umbanda é muito, muito mais que magia. Observe que, historicamente, a magia nunca resolveu em definitivo os sofrimentos da humanidade. Pelo contrário, nossa ânsia de controlar os elementos e deidades em proveito próprio sempre nos afundou no abismo do egoísmo, da vaidade e da exaltação orgulhosa. Como me diz Pai Tomé: "filho, seja um cisco, um fiapo de grama, consciente que na matéria nada és. A grande magia é a mudança interior, o tesouro imperecível que nenhuma traça rói". Esta é a essência da Umbanda, transformar as pessoas e suas consciências despertando-as para a vida transcendental e o amor de Deus.

      Uma parcela da massa umbandista está hipnotizada pelos rituais externos e os "poderes" da magia oferecidos nas redes sociais. A facilidade e a ilusão de ser "mago" e "mestre" poderoso sem qualquer pré-requisito, desvia-a do propósito essencial da Umbanda que é a reconexão interna do devoto com Deus. A ciência da autorrealização, de religação e união divina, é esquecida em prol de aparatos para fora, desviando a atenção do adepto de seu propósito real; conhecer-se verdadeiramente para desenvolver uma consciência transcendental. Não escutam mais as entidades, pois os egos falam mais alto, na busca insana de resolverem tudo com a magia, oferendas, firmezas e outros procedimentos externos padronizados em apostilas e receitas prontas. A grande magia é a transformação íntima e o serviço devocional amoroso.

     Norberto Peixoto.

segunda-feira, 18 de março de 2019

O TRANSE RITUAL NA UMBANDA.


       
     Na Umbanda existem milhares de terreiros que mantêm uma igualdade ou ‘‘núcleo central’’, a chamada mediunidade de incorporação – um tipo de transe induzido através de ritos disciplinadores, preventivo de doenças e mantenedor da saúde. Neste livro apresentamos um guia de estudos para compreendermos melhor nosso mundo íntimo e as dimensões espirituais que o influenciam.

     Esta obra tece elucidações quanto às experiências psíquicas, em maior ou menor grau de fenomenologia. Analisa os processos mentais que permitem o controle psicomotor pela entidade comunicante; diferencia com profundidade, mas não separa o transe do Orixá, dos Guias e Falangeiros e justifica por que os Orixás não incorporam. Ainda, traz esclarecimentos inéditos quanto à regência dos Orixás sobre os quatro elementos planetários e as forças de realização da natureza, descrevendo com pormenores psicológicos as suas manifestações em nível de vivência pessoal e prática ritual.

      Sem dúvida, trata-se de roteiro seguro para entendermos nossas potencialidades anímicas e mediúnicas, auxiliando a rompermos as barreiras do preconceito, da intolerância e do medo do desconhecido, resgatando o "vós sois deuses", a essência sagrada que reside em todos nós.

Saiba mais:








POR QUE TEMOS QUE COLHER O QUE SEMEAMOS?



           O conceito de que devemos "colher conforme a semeadura" demonstra a existência de leis disciplinadoras e coordenadoras, que devem proporcionar o resultado efetivo conforme a natureza e intensidade da causa geradora de um efeito. Evidentemente, quem semeia "quiabo", jamais há de colher "inhame", assim como quem movimenta uma causa funesta também há de suceder-lhe um resultado funesto. O poder destrutivo de um projétil depende exatamente do tipo da intensidade da força que o impeliu. Todas as causas criadas, sejam no mundo material ou espiritual, atritam e movimentam forças que são o centro da eclosão de acontecimentos negativos ou positivos, censuráveis ou louváveis, em que o homem "sofrerá" em si mesmo o efeito nocivo ou benéfico da carga que ele mesmo acionou.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Todos nós temos livre arbítrio...


         Todos nós temos livre arbítrio, liberdade de pensar, de agir, desde que tenhamos a vontade de fazê-lo. O livre arbítrio não significa que possamos fazer tudo doa quem doer. O meu direito vai até onde inicia o direito do outro. Nenhum mentor da Umbanda fará qualquer ato que contrarie o livre arbítrio individual ou de terceiros a partir da solicitação de um indivíduo que, por sua vez, exercita o seu livre arbítrio.
            A submissão a Lei de causa e efeito, o respeito ao merecimento e a preservação incondicional do livre arbítrio de cada cidadão são as bases que a Umbanda se alicerça para praticar a sua magia, fazer a caridade.
               Umbanda é paz, Umbanda é amor!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

ABUSOS ESPIRITUAIS


Vemos hoje muitos relatos nas redes sociais de pessoas desiludidas por abusos espirituais, de religiosos que se dizem de Umbanda. Em sua opinião, no que estamos falhando em conduzir o ser humano a encontrar respostas para a sua autorrealização espiritual?
     
              A causa da “falha” de considerável parte do movimento umbandista origina-se do comportamento humano, do próprio modo de viver dos seus adeptos e médiuns. Não entendem o real significado da vida e carecem de um maior esforço espiritual, se é que existe algum esforço de melhoramento íntimo.

           O Caráter é sumamente importante em qualquer prática religiosa. Ele torna a vida de fato imortal, pois sobreviverá com a consciência após a morte física, sendo tudo o mais impermanente e momentâneo. Falta cumprir o dever da religião genuína que é desenvolver um caráter inquebrantável nos devotos, sem qualquer traço de troca e mera satisfação de desejos mundanos do ego com a mediunidade praticada no contexto religioso.

       Somente assim, esta parte da massa umbandista, que por enquanto navega ao seu prazer sem quaisquer disciplinas e deveres éticos, encontrará o verdadeiro sentido para a autorrealização espiritual quando retornar para o Além. Em contrário, a prática religiosa causou-lhe maiores prejuízos. Seria melhor não ter praticado religião alguma.

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