Teremos Sessão de Caboclos:

Teremos Sessão de Caboclos:

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A última ceia de Jesus.

PERGUNTA: — E que dizeis da última ceia de Jesus com os seus apóstolos? Realmente aconteceu tudo como explicam os evangelistas?
RAMATíS: — A tradicional "santa ceia" comemorada pela Igreja Católica Romana, em verdade, precedia a ceri­mônia do "lava-pés", habitualmente realizada na sexta-feira, chamada a véspera do "grande sábado" da Páscoa. Era cos­tume tradicional reunirem-se as famílias para essa refeição fraterna, onde se faziam promessas de vida feliz e em co­mum para o futuro. Nas famílias mais ricas trocavam-se pre­sentes entre os membros da casa ou parentes de fora. Assim, Jesus a instituiu também com os seus apóstolos, pois os considerava a sua família itinerante, os seus verdadeiros pa­rentes escolhidos pelo Senhor. Desejando torná-la mais ex­pressiva, decidiu harmonizar a cerimônia da ceia da Páscoa com o lava-pés, que já era um culto ideado por João Batista, coiíi a finalidade de congraçamento entre os discípulos e os seus rabis ou mestres.
Em virtude do Mestre ter antecipado a cerimônia do lava-pés para a noite de quarta-feira, pois estava certo de ser preso de um momento para outro, então ambas as cerimô­nias foram feitas na mesma ocasião. Ao entardecer, os dis­cípulos reuniram-se no aposento mais espaçoso da residên­cia de Jeziel, o qual comemoraria a sua ceia de Páscoa na dia seguinte, quinta-feira, o dia exato. Após as orações e os cânticos de hinos, que eram motivos de alta espirituali­dade no movimento cristão, os servos de Jeziel serviram a ceia írugal de Páscoa, com a prodigalidade dos tradicionais pães asmos e o vinho tinto, que Jesus abençoou como era de praxe.
Em seguida, aproveitou aquele momento tão expressivo para dirigir-se aos seus discípulos, referindo-se a motivos ín­timos e saudosos. Em linguagem clara, simples e de pro­funda exatidão, que difere muito dos relatos empolados de certas passagens dos evangelistas, o Mestre Jesus assim re­sumiu o seu pensamento a todos: "Rendo graças ao Pai que me permite estar ainda convosco nesta festividade da Pás­coa, pois sei pela voz do Espírito que não tarda a se ini­ciar a minha paixão! Não tornarei mais a comer convosco, neiii me será dado a beber do próximo vinho No entanto, cumprida será a Vontade de meu Pai que está nos céus, pois minha hora é chegada; mas eu vos precederei na Ga-liléia e vos esperarei no Reino de Deus". 

Eram nove horas da noite, quando Jesus, levantando-se da mesa, tirou a túnica que lhe ia aos pés e, "pegando numa toalha, cingiu-a em torno da cintura, lançou água numa bacia, e se pôs a lavar os pés dos seus discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido".

SUBLIME PEREGRINO.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Catalisador da Luz Crística

PERGUNTA: - Poderíamos supor que a Terra só recebeu alguma luz depois que Jesus foi o medianeiro do Cristo?
RAMATÍS: - Indubitavelmente, o planeta Terra nunca deixou de pulsar impregnado pela luz e pelo Amor do seu Cristo. Mas o advento de Jesus, em sua missão sacrificial, significou a presença de um poderoso catalisador da luz crística a elevar a freqüência inferior do orbe e ativar-lhe a essência divina. Lembra algo da lâmpada comum que, após sofrer lima ampliação em sua capacidade, também passa a absorver mais energia da usina e oferecer mais iluminação. Sob a catalização dinâmica de Jesus, quase exaurindo-se psiquicamente em direção ao Cristo, os poros da Terra absorveram e fluíram mais luz crística para a sua periferia. Assim, os seus habitantes sentiram, num novo estimulo de ascese espiritual, um convite oculto, que anteriormente não existia por força da rudeza e densidade do primarismo animal.

EVANGELHO À LUZ DO COSMO.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A entrada de Jesus em Jerusalém.

RAMATÍS:  No domingo que antecedia a semana da Páscoa, Jesus e seus discípulos partiram de Betânia, em direção a Jerusalém. O Mestre seguia silencioso e preocupado, antevendo os acontecimentos trágicos para breves dias; seus amigos e adeptos, no entanto, acompanhavam-no dominados por intenso júbilo, certos de que chegara o momento tão ansiosamente esperado. Jesus seria o fermento, o catalisador absoluto do povo eleito, o embaixador de Israel unindo todas as ovelhas num só redil. Já não se tratava de crença, doutrina ou movimento religioso; era uma causa nacional, em que toda Jerusalém marcharia ao lado dos galileus. A cidade de Deus precisava ser escoimada das impurezas dos infiéis e do insulto da águia romana, que deveria ser destroçada sob os tacões dos judeus heroicos e decididos, sob o comando do invencível profeta e Messias Jesus!
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