quarta-feira, 18 de abril de 2018

1º SEMINÁRIO DO CONHECIMENTO.

       Estarei participando do 1º SEMINÁRIO DO CONHECIMENTO - quebrando barreiras da espiritualidade. Falarei sobre A MISSÃO DA UMBANDA e teremos o lançamento do livro AS FLORES DE OBALUAÊ com sessão de autógrafos. O evento acontecerá no próximo fim de semana, dias 21 e 22 de abril em Torres - RS. 
Axé, Saravá, Namastê!
Norberto Peixoto.




terça-feira, 17 de abril de 2018

O PODER CURATIVO DOS ORIXÁS.

       A Umbanda tem fundamento, mas é preciso cada vez mais estudá-la em sua multifacetada origem, rompendo os limites estreitos dos tabus e dogmas que impõem verdades hegemônicas. Assim como os milhos expostos ao fogo transformam-se em pipocas, cada grão a seu tempo, a regência dos Orixás nas vidas humanas nos conduz à profunda mudança, "abrindo-nos" como flor ao amor universal e à formação de uma consciência transcendental. Este livro, As Flores de Obaluaê - o poder curativo dos Orixás, traz nuanças “inéditas” do terreiro como núcleo promotor de saúde sob a perspectiva da psicologia ancestral dos velhos Babalaôs. As reelaborações de ritos e liturgias, tão comuns nos templos umbandistas, reforça a essência que vêm dos Orixás. A forma como interagimos com estas forças, se com ética, caráter elevado e firme devoção, só fortalece a sintonia com os seus poderes divinos, que auxiliam a realização do propósito da vida humana. Entenda o processo de empoderamento dos Guias Espirituais da Umbanda, que atuam em seus médiuns e invocam o poder curativo dos Orixás. A mediunidade nos moldes umbandistas propicia uma “limpeza” gradativa no corpo perispiritual. A cada encontro ritual, interiorizamos atributos que fortalecem nosso senso de percepção, o autoconhecimento, a maturidade emocional, o despertamento para o amor e a reconexão com Deus.

domingo, 15 de abril de 2018

A Umbanda progride e progredirá sempre...

        Aconteceu ontem a tarde o lançamento do livro AS FLORES DE OBALUAÊ, no Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade. Um encontro rico de diálogo e saudáveis questionamentos dos participantes. A Umbanda progride e progredirá sempre, rompendo barreiras de dogmas e tabus engessantes. Uma religião sem o livro e nenhum registro escrito desaparece ou é aculturada - absorvida - por outra, assim comprova a história das religiões. Gratidão a todos que participaram e propiciaram uma tarde maravilhosa repleta de axé. Axé, Saravá, Namastê! 



segunda-feira, 9 de abril de 2018

WORKSHOP COM NORBERTO PEIXOTO


             


              WORKSHOP COM NORBERTO PEIXOTO
      A UMBANDA E O PODER CURATIVO DOS ORIXÁS

         O Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade convida para um encontro com Norberto Peixoto, a realizar-se neste próximo sábado, dia 14/04/18, às 15 h com previsão de término às 18 h. Serão abordados temas referentes à mediunidade e ao terreiro como núcleo promotor de saúde. Entenda o processo de empoderamento dos Guias Espirituais no poder de realização dos Orixás e qual é a missão da Umbanda no Terceiro Milênio; que nos conduz ao fortalecimento de nosso senso de percepção do Eu, ao autoconhecimento, à maturidade emocional, ao despertar de uma consciência transcendental e finalmente à reconexão com Deus.  

              Ao final do evento, teremos uma sessão de autógrafos do livro AS FLORES DE OBALUAÊ – O PODER CURATIVO DOS ORIXÁS.

MUITO IMPORTANTE:
- o portão do templo abrirá às 14 h
- 80 vagas
- as inscrições devem ser feitas pelo WHATTS 51 999 18 18 27 COM SARITA.

quinta-feira, 29 de março de 2018

LANÇAMENTO AS FLORES DE OBALUAÊ.

              A Umbanda tem fundamento, mas é preciso cada vez mais estudá-la em sua multifacetada origem, rompendo os limites estreitos dos tabus e dogmas que impõem verdades hegemônicas. Assim como os milhos expostos ao fogo transformam-se em pipocas, cada grão a seu tempo, a regência dos Orixás nas vidas humanas nos conduz à profunda mudança, "abrindo-nos" como flor ao amor universal e à formação de uma consciência transcendental. Este livro, As Flores de Obaluaê - o poder curativo dos Orixás, traz nuanças “inéditas” do terreiro como núcleo promotor de saúde sob a perspectiva da psicologia ancestral dos velhos Babalaôs. As reelaborações de ritos e liturgias, tão comuns nos templos umbandistas, reforça a essência que vêm dos Orixás. A forma como interagimos com estas forças, se com ética, caráter elevado e firme devoção, só fortalece a sintonia com os seus poderes divinos, que auxiliam a realização do propósito da vida humana. Entenda o processo de empoderamento dos Guias Espirituais da Umbanda, que atuam em seus médiuns e invocam o poder curativo dos Orixás. A mediunidade nos moldes umbandistas propicia uma “limpeza” gradativa no corpo perispiritual. A cada encontro ritual, interiorizamos atributos que fortalecem nosso senso de percepção, o autoconhecimento, a maturidade emocional, o despertamento para o amor e a reconexão com Deus.


quarta-feira, 28 de março de 2018

TRÊS TIPOS DE "MEDIUNIDADE DE INCORPORAÇÃO"?!?

             Na redes sociais é bastante comum vermos afirmações que existem três tipos de "mediunidade de incorporação" (consciente, semi-consciente e inconsciente), dando a entender que todas as três são comuns na Umbanda. Isto não é verdade, pois a inconsciente é raríssima hoje em dia. Outro aspecto a considerarmos é que o gestual do corpo referente ao arquétipo faz parte, mas não é o mais importante, embora é o que se enfatize nos desenvolvimentos mediúnicos, que pode parecer "forçado", um ensaio. O que devemos priorizar é o teor das mensagens dos Guias. Infelizmente, muitos se deixam impressionar pelo movimento externo - o que parece ser - e poucos ainda prestam atenção no que está se dizendo - o que de fato é. Umbanda não é teatro e muito menos carnavalização, onde a performance corporal, os adereços e paramentos são mais valiosos que os aconselhamentos das entidades.

quinta-feira, 8 de março de 2018

A FALSA INICIAÇÃO NA "UMBANDA".

               Uma mera "iniciação" com objetivos pessoais, status, certificados ou quaisquer graus de superioridade perante os semelhantes, como as inexplicáveis "iniciações" que acontecem hoje em dia, ditas de "umbanda", sem o tempo necessário, sem a necessidade de freqüência a uma corrente mediúnica, com total desleixo e sem senso de responsabilidade para com as conseqüências da má utilização dos conhecimentos transmitidos ao "iniciado" incapaz, que não têm requisitos para admissão, exatamente como procedem os "iniciadores" e os irresponsáveis "mestres" midiáticos da atualidade, motivados tão somente pelo dinheiro. Tais "iniciados" são como folhas secas levadas ao vento das oportunidades, movidos pelos banais interesses momentâneos, na maioria das vezes no mundo virtual sem pertencer a correntes mediúnicas de terreiros reais, muito longe das escolas de iniciação que existem no Plano Astral sob a égide da Lei de Umbanda.


         A GENUÍNA INICIAÇÃO. 

        O domínio da mente equivale ao azeite que alimenta a lamparina acesa, e expor um candidato à iniciação sem condição mental é fazê-lo perder-se no "escuro" durante a senda da iniciação, pois o iniciando precisa de capacidade de dirigir o pensamento concentrado para "iluminar" seu mundo interior, sem dispersões pelos apelos do mundo sensório e prazeroso da vida profana, própria do cidadão comum. Do mesmo modo como a luz do Sol só rasga a escuridão de um quarto se a janela estiver aberta, a iluminação começa a invadir o templo interior do neófito quando ele tiver força mental que possibilite as condições psíquicas básicas para seguir as instruções do iniciador. O domínio da mente é o azeite que alimenta a lamparina acesa e à janela aberta para entrar a luz do Sol. Simbolicamente, representam a vitória sobre as paixões inferiores que "honram" o ser frente às leis cósmicas e o tornam capaz para ser um adepto do mestre. 

 In Mediunidade de Terreiro.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

QUANDO O MÉDIUM SENTE-SE SUPERIOR!!!

O que poderia dizer ou escrever que pudesse ser aproveitado por todos que estão com os pés no chão em um terreiro, para a comunidade umbandista - tantos que estão vestindo o branco como médiuns?!

Pensando nos anos que já passei como zelador desde a fundação do Triângulo e nas centenas de giras de caridade que já realizamos, concluo que o grande obstáculo que paralisa muitos médiuns é a jactância - àquele sentimento velado de superioridade, um certo tipo de tédio, que vai se instalando em relação aos irmãos de corrente e consulentes, de tanto escutar suas queixas, que anda de mãos dadas com o orgulho e a vaidade, estabelecendo uma altivez e um senso de superioridade irreal, um certo enfado e ar desmotivado. Obviamente que tal situação já observei em espíritas, espiritualistas, pastores, padres, bispos, teosofistas, budistas, maçons, rosa-crucianos, apômetras,..., então atribuo este estado psíquico inerente ao ser humano.

Mas como se instala a jactância no médium umbandista?

O médium sendo consciente, o que é o estado natural da mediunidade na atualidade, é provável que ele caia num automatismo comodista e, inevitavelmente, nas suas reflexões examine as consciências alheias, identificando os erros do próximo, muitas vezes opinando em questões que não lhe diz respeito, indicando as fraquezas dos semelhantes, educando os filhos dos vizinhos, reprovando as deficiências dos companheiros, corrigindo os defeitos dos outros, aconselhando o caminho reto a quem passa, receitando paciência a quem sofre, e segue resoluto retificando os defeitos de quem o procura no centro umbandista, como se ele fosse só perfeição.

Mas enquanto o medianeiro se distrai orientando, se distância de si mesmo, e como aprendiz que foge à verdade e à lição, agrava a situação enfatuando-se e sentindo-se superior aos consulentes e irmãos de corrente, sempre incansáveis em seus pedidos de ajuda, reclamações e tristezas.

Enquanto o médium se ausentar do estudo das suas próprias necessidades e fragilidades que fundamenta o indispensável processo de auto-conhecimento e autorrealização, esquecendo a aplicação dos princípios superiores que deve abraçar na fé viva que é mero instrumento, cheio de defeitos e imperfeições e tão frágil e carente quanto àqueles que o procuram, será simples cego do mundo interior relegado à treva da ilusão. Nada estará realizando, pois locupleta-se em si mesmo e se basta, achando que está fazendo uma grande obra, um palácio de realizações com o passar dos anos. Muitos até se gabam do tempo de mediunidade e menosprezam os mais novos.

Claro que a experiência acumulada ao longo dos anos dá sabedoria ao medianeiro, mas ele não deve sentir-se melhor a quem quer que seja, pois não sabemos o passado e a idade sideral de cada um de nós. Ou você sabe qual a idade do teu espírito?

Despertemos e vigiemos sempre.

Mantenhamos nossas energias mais profundas para que os ensinamentos, instruções e consolos que passamos na forma de orientações recebidas de nossos guias espirituais aos consulentes não seja para nós médiuns uma bênção que passa, como é a dádiva e misericórdia divina da mediunidade que nos foi concedida, em proveito à nossa própria retificação pelo auxilio incondicional aos irmãos de caminhada que nos procuram, porque o infortúnio maior de um médium e para a sua combalida alma eterna é aquele que o infelicita quando a graça do Alto passa por ele em vão em toda uma encarnação!

Nenhuma valia tem um rito, seus elementos e liturgias, se o médium internamente não tem a condição necessária de recebê-lo satisfatoriamente. A aplicação ritualística externa é feita pelo sacerdote e seus assistentes, mas a ligação espiritual interna é de cada médium. Se assim não acontecer, qualquer rito será um mero PLACEBO RITUAL, inócuo e sem efeitos positivos.

É tarefa primeira de um zelador espiritual vigiar e "correr gira" para que a jactância mediúnica não se instale nele ou em sua corrente.

Reflitamos!!!

Paz, saúde, força e união.

Norberto Peixoto - Um eterno aprendiz


*Jactância - s.f. Ação, hábito de se gabar: falar com jactância. Arrogância, altivez.
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