quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

MÉDIUM DOENTE POR NÃO TRABALHAR?!?


 

MÉDIUM DOENTE POR NÃO TRABALHAR?!?

Muitas casas de Umbanda estão fechadas pela pandemia.

 E agora, o que fazem os médiuns doentes por não trabalharem?

Este é um questionamento simplista e parte de uma objeção por incompreensão ou por ignorância da real função da mediunidade. Se o médium está enfermo, isto não deve ser atribuído ao fato do mesmo não estar trabalhando. O seu fluido vital original estando desarmonizado e se ele se sente bem após o trabalho mediúnico está fazendo uma descarga energética de si mesmo e nada mais. Obvio que em médiuns deseducados, iniciantes, esta “limpeza” é um estado natural do seu próprio desequilíbrio. Todavia, médiuns antigos que não conseguem se manter saudáveis longe do trabalho mediúnico ostensivo estão profundamente enfermos d’Alma e não aprenderam quase nada com os anos práticos de Umbanda que acumulam. Toda e qualquer enfermidade, seja mental ou física, parte da lei de atração: somos o que pensamos e daí estabelecemos a sintonia com vibrações pessoais e externas. O período inicial de aprendizagem mediúnica é exatamente para distinguirmos o que é nosso e o que é do outro. Médiuns que não sabem lidar com as suas vibrações e com as vibrações que não são suas são médiuns deseducados, que não tiveram um desenvolvimento mediúnico adequado. Depender a vida toda do Guia Espiritual para se “limpar” é criar séria dependência que mais cedo ou mais tarde vai gerar profundo sofrimento, pelo fato que um dia a bengala nos será tirada e não saberemos andar sozinhos.

O trabalho mediúnico é doação sagrada e incondicional de amor ao próximo e o bem-estar e saúde do médium independe do trabalho em si.

Em contrário, é troca (toma lá dá cá) e não a genuína caridade.

Simples assim!


terça-feira, 25 de agosto de 2020

A MISSÃO DA UMBANDA.

 

Em A Missão da Umbanda, Ramatís elucida as diferenças e semelhanças existentes em relação às práticas mágicas populares e reinterpreta o pensamento vigente que santifica os Orixás e demoniza Exu.

O que é verdadeiramente o mediunismo e quando surgiu? A descrição da ruptura da tela etérica e a ressonância vibratória causada nos chacras dos médiuns umbandistas são feitas com a tradicional clareza e síntese do Mestre. A magia é explicada à luz da ciência metafísica, e a verdade oculta do mau uso dos elementos rituais é descortinada, delimitando o espaço do que realmente é utilizado na liturgia de Umbanda. Da mesma forma, as consequências dos despachos feitos sem quaisquer fundamentos na tradição consagrada são definitivamente esclarecidas.

Esta obra é um marco referencial na literatura umbandista e traz uma enorme contribuição aos seus adeptos e simpatizantes, bem como a todos os estudantes que buscam a veracidade universal, independentemente de crenças e religiões particularizadas na Terra.


Saiba mais:

 https://www.livrariadotriangulo.com.br/

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

RECESSO EM 2020 - COVID.

 


COMUNICADO IMPORTANTE – RECESSO DAS SESSÕES PÚBLICAS NO ANO DE 2020.

Prezados irmãos,

Diante a total impossibilidade de realizar as sessões públicas de passes e aconselhamentos, em conformidade ao atual protocolo de saúde, bem como diante a falta de perspectiva de melhora a curto prazo do quadro pandêmico do COVID, decidi em consonância à orientação espiritual recebida, a mantermos o recesso dos trabalhos durante todo o ano de 2020. A previsão de retorno ao público é março de 2021, a confirmar.

Que Oxalá nos abençoe,

Norberto Peixoto.

Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.

 

 

quinta-feira, 23 de julho de 2020

O POVO DO ORIENTE NA UMBANDA.


           Nesta obra, Pai Tomé, nos brinda com o sentido amplo da Religião Eterna e o seu impacto no meio umbandista, trazendo-nos conhecimentos sempre existentes que foram repassados por seres cósmicos, antigamente considerados divindades, aos sábios orientais desde tempos imemoriais. Desvenda o lado oculto da realidade extrafísica, elucidando os sofrimentos após a morte física e a formação dos bolsões no Plano Astral Inferior. Ampara-nos em experiências fora do corpo físico para compreendermos os meandros complexos e ocultos da mente, a raiz das obsessões e doenças – com maestria descortina ao entendimento comum a porção divina da alma, o Orixá Ancestral. Ainda, explica os motivos da reencarnação em massa de espíritos orientais no Brasil e como isto influencia a mediunidade e a formação da nova consciência planetária. Marcante a descrição do trabalho vibratório de cura na Umbanda destes mestres autorrealizados, iniciados nas tradições orientalistas.

SAIBA MAIS:

terça-feira, 2 de junho de 2020

A Umbanda é Ciência de Realização Divina.



MENSAGEM DE PAI TOMÉ.
- A Umbanda é Ciência de Realização Divina.

Como “curar” os frequentadores dos terreiros de Umbanda da ignorância das coisas do Espírito se eles não vivenciam em si o êxtase da relação direta e pessoal com Deus?

O formulismo mágico e o formalismo cerimonial de parte da massa umbandista são os maiores obstáculos.
O formulismo mágico se caracteriza como solução para toda e qualquer queixa e sofrimento. Ele parte de rituais externos e direciona a mente dos frequentadores para um sistema de troca, para algo de fora do ser que deve se relacionar com potências que realizariam seus desejos e resolveriam seus problemas também de fora. Assim, não ensina a pescar (autoconhecimento). Na promessa de fornecer o peixe pronto a todos, escasseia os cardumes dos mares divinos, tantos são os inacabáveis pedidos de solução.
O formalismo cerimonial é o engessamento dos procedimentos nos rituais. Os que pretendem ser instrutores não são instruídos e aplicam as cerimônias por repetição, nada mais. Não sabem e ignoram os fundamentos do que estão fazendo. Por estarem “presos” nos cerimoniais externos, não interiorizam quase nada, assim como os papagaios repetem as palavras que escutam sem entendê-las.
Obviamente existem exceções, e os guias espirituais da Umbanda e da humanidade se esforçam para libertar os homens das algemas da ignorância espiritual e da total ausência de percepção de Deus. A Umbanda é ciência divina de autorrealização espiritual, infelizmente ainda incompreendida. Todo o avanço da consciência parte do melhoramento interno do indivíduo. Ocorre que a abordagem terapêutica socorrista vigente nos terreiros, a “correria” a cada engira e a total falta de “tempo” e vontade nas correntes mediúnicas para o estudo mantêm uma espécie de letargia ou mediunismo vicioso que não instrui ninguém nos dois lados da vida.
Enquanto não for implementada a prática mediúnica preventiva de doenças, que orienta e instrui sobre as causas reais dos sofrimentos, dentro de cada criatura, fazendo-a compreender que cabe somente a ela a resolução definitiva de seus tormentos, os frequentadores não buscarão Deus, pois continuarão desconhecendo o deus que “dorme” dentro deles.

DO LIVRO ESTRELA GUIA
- O Povo do Oriente na Umbanda
Pai Tomé - Norberto Peixoto.

Lançamento em breve.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

A UMBANDA QUE PRATICO NÃO SERÁ MAIS A MESMA.


A UMBANDA QUE PRATICO NÃO SERÁ MAIS A MESMA.

A quarentena descortinou a dependência das Giras rituais e o despreparo de muitos médiuns em ficarem consigo mesmos, daí as distonias psíquicas; depressões, ansiedades, síndromes de medo, melancolia, agressividade... Reflitamos que a vivência no templo umbandista deve se sustentar numa psicologia com os Orixás que permita-nos a educação e "treinamento" de nossas consciências. O objetivo é a autorrealização espiritual, maturidade emocional e capacidade de autodefesa energética do adepto e médium umbandista.

ASSISTA O VÍDEO:

terça-feira, 28 de abril de 2020

EU PRECISO DO TEMPLO RELIGIOSO PARA FICAR BEM?


EU PRECISO DO TEMPLO RELIGIOSO PARA FICAR BEM?

      Tenho recebido mensagens de pessoas que me dizem achar errado que o terreiro esteja fechado, pois elas precisam de auxilio espiritual. Diante desta repetida solicitação, fiquei pensativo e refleti sobre este comportamento, ao qual verifico também em adeptos de outras confissões religiosas.
      O templo, centro, terreiro ou igreja são locais em que nos reunimos. Sem dúvida, eles têm o seu valor. Neles nos organizamos e louvamos Deus, através dos diversos nomes e formas com que o Divino é percebido na diversidade de entendimentos dos seres humanos. Daí as várias religiões, cerimônias, cultos, ritos e crenças existentes. Embora Deus seja único, se expressa de muitas formas, assim como o fio que une as contas de pérolas em valioso colar.
Todavia, certas reações de dependência aos templos religiosos neste momento que a maioria está fechado, como se não existisse Deus fora dos mesmos, demonstra imaturidade espiritual. Comprova que as religiões instituídas estão falhando, pois não educam o devoto a se conectar com Deus dentro dele. O devoto é o templo vivo – “Vós Sois Deuses”.
       No caso da Umbanda, a dependência psicológica e mental das “incorporações”, tem deixado trabalhadores dos terreiros “desesperados”, impacientes, agressivos e até depressivos. Há os que não estão sentindo os “seus” Guias em casa. Mais grave é a profunda dependência de consulentes habituais destes médiuns e de “seus” Guias, como que sem eles, não soubessem se proteger sozinho ou o que é gravíssimo, não conseguem fazer suas escolhas de vida. O que será que isto quer dizer? Será que os Genuínos Guias podem estar ocupados no Astral neste momento??? Será que agora Eles tem algo mais importante para fazer no Plano Espiritual????
       A Umbanda é Luz Divina e não falha. Mas sou de opinião que uma parte dos umbandistas está falhando, pois não está encontrando Deus dentro de si, não consegue se conectar com o Divino sem a bengala e escora dos “guias espirituais” e dos rituais nos templos. É uma dependência externa diante da ausência de aprendizado espiritual interno que conduza ao amadurecimento da consciência, à sua união com a sua Divindade Interna e d’Ela com Deus – todos somos um.
       Os métodos de desenvolvimento da consciência terão que ser revistos, em todas as religiões, mais cedo ou mais tarde. Em breve, nadas mais será o mesmo. Muito em breve...E no meio umbandista não será diferente.
       Momentos de estranhamento, momentos que nos conduzem à reflexão, interioridade e meditação.
Axé, Saravá, Namastê!!!

      Norberto Peixoto
     Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.

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