terça-feira, 6 de junho de 2017

CARTILHA DO MÉDIUM UMBANDISTA


     Neste segundo volume da trilogia registros de umbanda, CARTILHA DO MÉDIUM UMBANDISTA, são descortinados os meandros profundos da psicologia envolvida nos processos de aprendizado dos aspirantes à médium. Sendo a tarefa de passes e aconselhamentos espirituais, realizadas nas sessões de caridade, o ponto central da mediunidade de terreiro, são descritos com um olhar de dentro para fora; os primeiros passos dos iniciantes, a integração na corrente mediúnica com o entendimento de seus meandros ocultos, objetivando-se vencer o medo das primeiras incorporações, desmistificando-se a inconsciência total e se esclarecendo os mecanismos da passividade necessária aos estados alterados de consciência, acompanhados de rituais indutores aos transes mediúnicos.
     Ainda são desveladas com clareza, ocorrências reais no Plano Espiritual que acontecem nas sessões públicas de caridade umbandistas; os atendimentos em desdobramento astral fora do corpo físico que antecedem as “engiras”, o manejo dos benfeitores espirituais da coroa de irradiação dos orixás e a formação do escudo de proteção e defesa aos médiuns durante a captação psíquica das dores e sofrimentos dos consulentes e obsessores, a importância dos elementos e catalisadores energéticos para a sustentação vibratória e preservação dos corpos espirituais e chacras dos trabalhadores, bem como a relação com os orixás, as doenças causadas pelo desequilíbrio e o consequente resguardo da saúde.
     Esta obra é um roteiro ético e comportamental orientado por Caboclo Pery, é luz no caminho a ser percorrido pelos medianeiros em busca da educação anímico consciencial, um guia de estudo para quem busca se integrar à diversidade e fraternidade universal vivenciadas na umbanda.

Site da Livraria do Triângulo - obras recentes de Norberto Peixoto:

O USO DOS CRISTAIS NA UMBANDA

sexta-feira, 26 de maio de 2017

O JOGO DE BÚZIOS FAZ ADIVINHAÇÃO?


O JOGO DE BÚZIOS FAZ ADIVINHAÇÃO?
Por Norberto Peixoto.

Utilizo o jogo de búzios, realizado com 16 cauris (conchas do mar) africanos, que são jogados sobre uma peneira de palha levemente côncava. Não tem a finalidade de predição, ou seja, antecipar possíveis ocorrências futuras, no sentido popular de adivinhação. Chama-se Merindilogun, exatamente pelo fato de erindilogun significar dezesseis. Entendemos arte divinatória ou divinação, como o ato de nos conectarmos com o divino que tem dentro de nós, nosso Ori, núcleo intrínseco do espírito, que traz nossos registros de vidas passadas e a programação da vida presente. É a busca da ligação com o Eu Superior ou Crístico de cada um.
O processo de divinação para nós é “acessar” o divino de cada médium e “diagnosticar” o seu Eledá – regência dos Orixás –, ato litúrgico individualizado que faz parte do autoconhecimento por dentro da religiosidade com os orixás. Claro está que a compreensão destas forças divinas que nos influenciam podem nos conduzir a fazer inferência sobre nossos caminhos futuros. Se vamos percorrê-los adequadamente, dando os passos certos, depende de reflexão e do esforço pessoal de cada um de nós.

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