domingo, 1 de dezembro de 2019

Ritual de AMACY

                       Hoje de manhã, tivemos mais um Ritual de AMACY, no Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade. Tudo preparado com muito amor, antecedido de Roda de Cantos, Círculo de Estudos e Rito de Louvação aos Orixás entre preceitos individualizados. Gratidão aos devotos e adeptos, médiuns trabalhadores da Corrente Astral Amparada por Caboclo Pery, Guia chefe de nossa egrégora, Pai, Irmão, Amigo, Professor e Mestre de toda hora. 
Saravá! Norberto Peixoto.



terça-feira, 26 de novembro de 2019

O SIMPATIZANTE E O ADEPTO UMBANDISTA.

                            

             Todas as tradições fidedignas dão vital importância à sangha – comunidade. A pertença a uma coletividade é indispensável para o amadurecimento emocional, conexão espiritual e expansão da consciência. Este valor é central na Religião Tradicional Yorubá, origem dos Orixás. Para o Nagô, não é concebível o empoderamento solitário com os Orixás, sem fazer parte de um grupo, dado que na sua cosmovisão os Orixás se qualificam em nós quando nos qualificamos neles pelo esforço em favor da comunidade, do outro, quebrando a casca do ego. O um é o todo e o todo é um; existe uma reciprocidade direta. Hoje vivemos a era da espiritualidade ou religiosidade do “meu umbigo”, onde a desconstrução da pertença aumenta o individualismo vigente, solitários que tecnicamente acham que sabem tudo dos Orixás, mas tem grandes dificuldades de vivência comunal, com os outros em um mesmo espaço sagrado.
                     Compreendamos que nem todo simpatizante da Umbanda é um adepto, mas todo adepto é um simpatizante. Ser adepto exige fazer parte de uma sangha, comunidade, terreiro, centro, templo, ilê, barracão, roça... Nesta era temos muitos simpatizantes on line, virtuais, que colam e repassam valores umbandistas, “feitos” e “formados” à distância, mas não retêm neles estes valores, pois falta-lhes o fundamental, a pertença. Nunca estiveram inteiramente se doando numa comunidade – o ego sempre foi mais forte, exigente e preponderante em suas mentes e corações.
Meu agradecimento a todos os adeptos sinceros,
          Norberto Peixoto
         Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

PARCERIA ENTRE O GUIA E O MÉDIUM - na Umbanda é assim!

            Se o médium não tivesse o guia espiritual "servindo-lhe" como escudo de proteção, rapidamente se fragilizaria e perderia o tônus fluídico e, persistindo na tarefa com o campo áurico aberto, sem dúvida, adoeceria rapidamente. Na mecânica de incorporação, quando educada e firme, o campo vibratório do corpo astral do falangeiro o envolve, “contendo-o” como se fosse uma esfera dentro da outra – a maior, o espírito benfeitor, e a menor, o médium. Mesmo com todo o zelo do lado de lá, de tempo em tempo, requer-se a vivência em certos ritos de reforço áurico para o medianeiro se refazer; rituais do fogo, descargas energéticas com fundanga (queimar pólvora), banhos litúrgicos, lavagens de cabeça com ervas, entre outros preceitos individualizados... 

 - do livro O TRANSE RITUAL NA UMBANDA 
Norberto Peixoto 

 Saiba mais: https://www.livrariadotriangulo.com.br/

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

CONVITE: 65º FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE.


         Prezados irmãos planetários, eu, Norberto Peixoto, estarei no próximo dia 03 de novembro na 65º FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE: às 15 h no Auditório Barbosa Lessa, na Rua dos Andradas nº 1223, num diálogo sobre Invocação dos Orixás nos trabalhos de apometria e às 16 h e 30 min sessão de autógrafos dos livros Jardim dos Orixás e o Transe Ritual na Umbanda. Axé, Saravá, Namastê! 



segunda-feira, 7 de outubro de 2019

O CRUZEIRO DAS ALMAS...


O CRUZEIRO DAS ALMAS é um ponto de referência nos cemitérios para que velas sejam acesas em lembrança e homenagem às pessoas que ali foram enterradas. Os devotos desejam luz às almas e que elas sejam levadas a Deus. Os pretos velhos que atuam neste campo de força são enviados divinos. Já venceram a escravidão da consciência aos sentidos do corpo físico. São espíritos que interiorizam com galhardia o “amar ao próximo como a ti mesmo”. Venceram as barreiras do egoísmo em condições dificílimas na carne. São voltados para a coletividade e não têm qualquer interesse pessoal em suas existências, a não ser servir a Deus e a toda as criaturas.

In Umbanda Pé no Chão
Ramatís - Norberto Peixoto.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

O MEDIUNISMO UMBANDISTA "SOFRERÁ" PROFUNDO IMPACTO.


Mensagem de Pai Tomé

A FASE DA MEDIUNIDADE SUPRACONSCIENTE

       Os estados mentais do homem, similarmente ao fogo que esquenta o ar e faz o balão subir, tendem às alturas da percepção extrafísica. As sucessivas encarnações são como achas de lenha colocadas na fogueira imposta aos corpos físicos em uma vida material: frágil, transitória e impermanente. O atrito da consciência com o ego “esquenta” o duelo entre o infinito e o finito, o espírito imortal e mortalidade corpórea.
     O deslocamento da percepção mental para além das muralhas físicas é o balão que sobe para dentro do ser, para as alturas do permanente estado mental de autorrealização que é a essência do espírito reverberando no ser. O ar quente de cada expiração encerra na Terra uma combustão que transforma a consciência, rumo à religação com Deus.
Inevitavelmente, a mediunidade consciente da era atual dará passagem à mediunidade supra consciente no início do Terceiro Milênio. A expansão da consciência que extravasa os estreitos limites dos sentidos ordinários rompe a barreira da ignorância de quem realmente os homens são - assim como o condutor de um balão enxerga panoramicamente além do limite dos muros do castelo que o aprisionava.
      O castelo do ego encarcera o ser nos desejos de ter bens e possuir a satisfação de seus sentidos. Promete e dá riquezas, mas constrói barreiras à plenitude da visão espiritual. Os “olhos” hipnotizados nas coisas do mundo são fuligem no candeeiro do espírito – disse Jesus: “a candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso”.
      O mediunismo umbandista “sofrerá” profundo impacto. A Umbanda pelo seu universalismo, que lhe dá flexibilidade, fará com que de fato se perceba a unidade na diversidade: a Luz de um só Deus que contrasta entre sombras e trevas da existência terrena. O Supremo tem muitos nomes e formas simbólicas. Todavia, a luz que ilumina este diversificado mosaico é uma só. As religiões se expressaram na Terra de acordo com os ciclos de tempo necessários à compreensão das massas humanas, em locais diferentes da geografia planetária.
     A primeira fase da Umbanda exaltou as manifestações espontâneas inconscientes, fenomenais, de muitas curas físicas. Chamou-se a atenção com as trombetas, escudos e espadas de Ogum, abrindo-se o caminho e ceifando-se a incredulidade vigente.
     A segunda fase da Umbanda foi de expansão, com médiuns manifestados de caboclo e pai velho aqui e acolá, neste imenso Brasil, nos mais variados rincões, cozinhas e garagens. Não foi unicamente o Caboclo das Sete Encruzilhadas desde o seu início, mas uma plêiade de preparadas entidades que desceram a Terra – uma parte encarnando antes e depois do advento do Caboclo para serem médiuns receptores da outra parte que ficou no Astral, os Guias que solidificariam a nascente Luz Divina entre os homens, como sementes jogadas no campo fértil pela mão do semeador cósmico.
      A terceira fase da Umbanda, ainda vigente e no seu final, deu prevalência à mediunidade consciente. O transe e os estados alterados e superiores de consciência são vivenciados com parcial ou plena recordação ao final. Milhares de jovens médiuns conscientes batem às portas dos terreiros pedindo abrigo, reforçam e renovam a religião. Assim como as ondas desconstroem os castelos de areia à beira-mar, diluem-se tabus limitantes de uma falsa mediunidade inconsciente, individualmente raríssima e episódica na presente data, sem continuidade de expressão coletiva.
      A luz e o calor do Sol abrasam as poças d’água e as fazem evaporarem após a chuva. Similarmente, em breve e avassaladoramente, no máximo em até trinta anos, não haverá mais nenhum médium encarnado com “resíduos” psíquicos de mediunidade inconsciente nos transes.
Urge reavaliarem-se posturas equivocadas, reverem-se a falta de veracidade, liberarem-se de falsos dogmas e de tabus limitantes ainda vigentes por dentro do movimento umbandista, que bloqueiam a educação da mediunidade neste início de Terceiro Milênio. Educação que tem por finalidade precípua formar cidadãos maduros e potencialmente espiritualizados e nunca deveria ter tido a intenção de conceder “dons” e poderes magísticos para eleitos.
       Umbanda é ciência divina de autorrealização espiritual para liberar os seus adeptos e simpatizantes das garras afiadas da paralisante ignorância de si mesmos.
       Reestruturaremos os métodos de educação mediúnica na Umbanda. A magia e o poder sobre os elementos serão secundários e dispensáveis, pois são impermanentes. O poder do espírito reflete a sua luz na consciência e a expande. Diminuir-se-á os egos e o verdadeiro e real significado da Luz Divina será vitorioso.
      Porque esta é a vontade do Pai e todos os Santos e Mestres autorrealizados de todas as tradições ao longo das eras cósmicas em todos os orbes a implantam. Especialmente neste momento, a fazemos para a evolução da humanidade.
     Que a Estrela Polar os guie com as bênçãos das Santas Almas do Cruzeiro Divino.
     Pai Tomé.

Refletiu a Luz Divina
Com todo seu esplendor
Vem do reino de Oxalá
Aonde há paz e amor
Luz que refletiu na terra
Luz que refletiu no mar
Luz que veio de Aruanda
Para nos iluminar

Umbanda é paz e amor
Um mundo cheio de Luz
É força que nos dá vida
E a grandeza nos conduz

Avante, filhos de fé
Como a nossa lei não há
Levando ao mundo inteiro
A bandeira de Oxalá

Levando ao mundo inteiro
A bandeira de Oxalá

Nota: Mensagem, psicografada em 09 de setembro de 2019 pelo médium Norberto Peixoto, no Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade, Porto Alegre – RS. Faz parte de livro no prelo.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

DIFICULDADES DOS GUIAS ESPIRITUAIS COM OS SEUS MÉDIUNS.

        Nem sempre os guias preveem qual seja o êxito e aproveitamento nas suas relações futuras com os seus pupilos ou candidatos a médiuns em serviço espiritual na Terra. Embora os medianeiros, em geral, "desçam" para a carne depois de efetuar mil promessas de absoluto devota-mento ao serviço mediúnico na matéria e renúncia às ilusões sedutoras e sensuais da vida física, são poucos os que resistem às vicissitudes humanas ou dominam os prazeres deletérios. Alguns tombam desamparados por falta de recursos econômicos; outros debilitam suas forças espirituais arrasados pelas paixões viciosas; alguns desanimam diante da tarefa mais simples; outros esgotam-se no trabalho desordenado.
        Assim, enfrentando todas as probabilidades hostis no labor espiritual junto à Terra, os guias precisam estudar previamente o ambiente fluídico onde devem operar através dos encarnados que lhes servirão de medianeiros. Analisam os fluidos ambientais, as auras perispirituais e as correntes magnéticas que poderão influir na receptividade mediúnica; investigam desde as amizades terrenas, e quanto ao tipo dos espíritos desencarnados que poderão influir futuramente em suas comunicações doutrinárias.
       Malgrado esse trabalho inteligente, exaustivo e cuidadoso, dos mentores desencarnados, o programa espiritual em descenso para a matéria continua a sofrer os mais variados tropeços, cuja maior porcentagem vai até ao fracasso, ante a imperícia, a má vontade, a negligência, a vaidade e os interesses dos médiuns esquecidos do seu compromisso pré-reencarnatório. A obra benfeitora ideada no Espaço retarda-se na sua transferência para o mundo físico, pois, embora os guias sejam argutos e inteligentes, nem por isso são oráculos infalíveis e capazes de prever as fraquezas, a enfermidade, a rebeldia, o desânimo e a desconfiança dos seus medianeiros futuros.
       O trabalho do bem, na Terra, ainda é duvidoso e imprevisível, pois além de laboratório corretivo do espírito, trata-se de um planeta geologicamente instável e que se sincroniza perfeitamente com a discórdia, o sensualismo, a cupidez, o egoísmo e a crueldade dos seus habitantes.

Ramatís
In Mediunismo

quarta-feira, 31 de julho de 2019

ALERTA DE RAMATÍS - espíritos presos no passado.


ALERTA DE RAMATÍS
- espíritos presos no passado.

Existem muitos espíritos ainda "aprisionados" nas crenças e lendas das tradições antigas, que influenciaram a formação das práticas mágicas do mediunismo popular. São cultuados como divindades, reis e rainhas, alimentados num processo ininterrupto de obrigações sacrificiais.

Se forem abruptamente afastados e não receberem mais os alimentos sacrificiais, sofrem séria degradação em seus corpos astrais, visto que estão habituados às comidas votivas e plasma vital sanguíneo dos animais - dependendo da intensidade do vício alimentado pelo éter primário do sangue dos sacrifícios, o perispírito se degradará em contato com o magnetismo telúrico do planeta. Nestes lamentáveis e tristonhos episódios, somente com a intervenção de espíritos benfeitores seguida da imediata reencarnação em planetas inferiores, num voltar a ser “homem da caverna”, tendo que caçar para comer, livram-se estes seres de indescritíveis degradações de seus corpos espirituais.

Alimentam-se tais espíritos dos eflúvios do plasma vital do sangue sacrificial. Tudo farão para levar seus médiuns a cumprir as “obrigações” para alcançarem oferendas renovadas, com ameaças veladas de punição, para sustentar a entidade aprisionadora no ciclo de reposição fluídica – axé - que se repete infinitamente. Se rompida a periodicidade das oferendas sacrificiais, envidarão todos os esforços para que essas criaturas venham a sofrer toda a sorte de irritações e conflitos, no trabalho, no lar, na família e entre amigos.

Ramatís in Mediunidade de Terreiro

quinta-feira, 11 de julho de 2019

QUANDO O MÉDIUM SENTE-SE SUPERIOR.


UMBANDA - QUANDO O MÉDIUM SENTE-SE SUPERIOR.
Por Norberto Peixoto.

O que poderia dizer ou escrever que pudesse ser aproveitado por todos que estão com os pés no chão em um terreiro, para a comunidade umbandista - tantos que estão vestindo o branco como médiuns?!

Pensando nos anos que já passei como zelador desde a fundação do Triângulo e nas centenas de giras de caridade que já realizamos, concluo que o grande obstáculo que paralisa muitos médiuns é a jactância - àquele sentimento velado de superioridade, um certo tipo de tédio, que vai se instalando em relação aos irmãos de corrente e consulentes, de tanto escutar suas queixas, que anda de mãos dadas com o orgulho e a vaidade, estabelecendo uma altivez e um senso de superioridade irreal, um certo enfado e ar desmotivado. Obviamente que tal situação já observei em espíritas, espiritualistas, pastores, padres, bispos, teosofistas, budistas, maçons, rosacrucianos, apômetras,..., então atribuo este estado psíquico inerente ao ser humano.

Mas como se instala a jactância no médium umbandista?

O médium sendo consciente, o que é o estado natural da mediunidade na atualidade, é provável que ele caia num automatismo comodista e, inevitavelmente, nas suas reflexões examine as consciências alheias, identificando os erros do próximo, muitas vezes opinando em questões que não lhe diz respeito, indicando as fraquezas dos semelhantes, educando os filhos dos vizinhos, reprovando as deficiências dos companheiros, corrigindo os defeitos dos outros, aconselhando o caminho reto a quem passa, receitando paciência a quem sofre, e segue resoluto retificando os defeitos de quem o procura no centro umbandista, como se ele fosse só perfeição.

Mas enquanto o medianeiro se distrai orientando, se distância de si mesmo, e como aprendiz que foge à verdade e à lição, agrava a situação enfatuando-se e sentindo-se superior aos consulentes e irmãos de corrente, sempre incansáveis em seus pedidos de ajuda, reclamações e tristezas.

Enquanto o médium se ausentar do estudo das suas próprias necessidades e fragilidades que fundamenta o indispensável processo de autoconhecimento e autorrealização, esquecendo a aplicação dos princípios superiores que deve abraçar na fé viva que é mero instrumento, cheio de defeitos e imperfeições e tão frágil e carente quanto àqueles que o procuram, será simples cego do mundo interior relegado à treva da ilusão. Nada estará realizando, pois locupleta-se em si mesmo e se basta, achando que está fazendo uma grande obra, um palácio de realizações com o passar dos anos. Muitos até se gabam do tempo de mediunidade e menosprezam os mais novos.

Claro que a experiência acumulada ao longo dos anos dá sabedoria ao medianeiro, mas ele não deve sentir-se melhor a quem quer que seja, pois não sabemos o passado e a idade sideral de cada um de nós. Ou você sabe qual a idade do teu espírito?

Despertemos e vigiemos sempre.

Mantenhamos nossas energias mais profundas para que os ensinamentos, instruções e consolos que passamos na forma de orientações recebidas de nossos guias espirituais aos consulentes não seja para nós médiuns uma bênção que passa, como é a dádiva e misericórdia divina da mediunidade que nos foi concedida, em proveito à nossa própria retificação pelo auxilio incondicional aos irmãos de caminhada que nos procuram, porque o infortúnio maior de um médium e para a sua combalida alma eterna é aquele que o infelicita quando a graça do Alto passa por ele em vão em toda uma encarnação!

Nenhuma valia tem um rito, seus elementos e liturgias, se o médium internamente não tem a condição necessária de recebê-lo satisfatoriamente. A aplicação ritualística externa é feita pelo sacerdote e seus assistentes, mas a ligação espiritual interna é de cada médium. Se assim não acontecer, qualquer rito será um mero PLACEBO RITUAL, inócuo e sem efeitos positivos.

É tarefa primeira de um zelador espiritual vigiar e "correr gira" para que a jactância mediúnica não se instale nele ou em sua corrente.

Reflitamos.

Paz, saúde, força e união.’

NP.

*Jactância - s.f. Ação, hábito de se gabar: falar com jactância. Arrogância, altivez.

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