segunda-feira, 18 de março de 2019

O TRANSE RITUAL NA UMBANDA.


       
     Na Umbanda existem milhares de terreiros que mantêm uma igualdade ou ‘‘núcleo central’’, a chamada mediunidade de incorporação – um tipo de transe induzido através de ritos disciplinadores, preventivo de doenças e mantenedor da saúde. Neste livro apresentamos um guia de estudos para compreendermos melhor nosso mundo íntimo e as dimensões espirituais que o influenciam.

     Esta obra tece elucidações quanto às experiências psíquicas, em maior ou menor grau de fenomenologia. Analisa os processos mentais que permitem o controle psicomotor pela entidade comunicante; diferencia com profundidade, mas não separa o transe do Orixá, dos Guias e Falangeiros e justifica por que os Orixás não incorporam. Ainda, traz esclarecimentos inéditos quanto à regência dos Orixás sobre os quatro elementos planetários e as forças de realização da natureza, descrevendo com pormenores psicológicos as suas manifestações em nível de vivência pessoal e prática ritual.

      Sem dúvida, trata-se de roteiro seguro para entendermos nossas potencialidades anímicas e mediúnicas, auxiliando a rompermos as barreiras do preconceito, da intolerância e do medo do desconhecido, resgatando o "vós sois deuses", a essência sagrada que reside em todos nós.

Saiba mais:








POR QUE TEMOS QUE COLHER O QUE SEMEAMOS?



           O conceito de que devemos "colher conforme a semeadura" demonstra a existência de leis disciplinadoras e coordenadoras, que devem proporcionar o resultado efetivo conforme a natureza e intensidade da causa geradora de um efeito. Evidentemente, quem semeia "quiabo", jamais há de colher "inhame", assim como quem movimenta uma causa funesta também há de suceder-lhe um resultado funesto. O poder destrutivo de um projétil depende exatamente do tipo da intensidade da força que o impeliu. Todas as causas criadas, sejam no mundo material ou espiritual, atritam e movimentam forças que são o centro da eclosão de acontecimentos negativos ou positivos, censuráveis ou louváveis, em que o homem "sofrerá" em si mesmo o efeito nocivo ou benéfico da carga que ele mesmo acionou.

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