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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Revelações da realidade psíquica do homem


Pergunta: - O álcool seria um elemento revelativo da realidade psíquica do homem? Há homens pacíficos e bem intencionados, que se tornam hostis, irritáveis e violentos sob a ação do álcool, pois revelam algo psíquico além de uma simples excitação nervosa emotiva!
            Ramatís: - Quantas criaturas tímidas, pacíficas, que jamais beberam, irritam-se e se desmandam em ofensivas insultuosas, quando alguém lhes fere o amor-próprio e lhes causa prejuízos inesperados? Isso demonstra que as qualidades como os defeitos do espírito não se evidenciam à flor da pele, mas se revelam de acordo com as circunstâncias e situações favoráveis ou desfavoráveis no intercâmbio das relações humanas. O homem ainda não se conhece a si mesmo; e por isso é primaríssimo no comando de suas emoções, vivendo mais as surpresas, as paixões e violências recalcadas quando provocado na sua personalidade humana!

            Só espíritos do quilate de um Francisco de Assis, Buda, Vicente de Paulo, Ramana Maharshi, Gandhi ou Jesus, mostram a realidade de sua alma à flor da pele, sem mistérios ou negaças! O homem é um grande dissimulador de sua realidade psíquica e age conforme as circunstâncias; no entanto, há momentos em que não consegue frenar a carga emotiva do espírito; e malgrado todo o seu cuidado para evitar o ridículo ou o julgamento alheio desfavorável, ele revela a verdadeira individualidade oculta!
            É o caso do bêbedo, que afrouxando o controle psíquico por efeito da ação tóxica e entorpecente do álcool, então, a sua mente decai para a freqüência vibratória da faixa animal, onde dominam as paixões e os impulsos desordenados da cólera, violência, agressividade ou lubricidade. Há homens pacíficos, tímidos e gentis, que depois de embriagados tornam-se insuportáveis no lar, nas suas relações sociais, e desfazem longas amizades ao abrirem as comportas do "eu" inferior. A bagagem inferior, animal, fragilmente represada pela consciência em vigília, emerge sob o tóxico alcoólico e vem à tona o residual detestável. A criatura mal reprimida em suas paixões pelas convenções sociais e advertências religiosas, sob a ação do álcool liberta-se, revelando a autenticidade da sua formação espiritual.
            Embora seja mais raro, sob o transe alcoólico pode emergir a memória psíquica do passado e perigarem as relações entre os componentes da família, ao reconhecerem-se, espiritualmente, nas diversas condições de vítimas ou algozes do pretérito. Sob a ação etílica identificam-se ou se pressentem velhas inimizades; avivam-se ódios, vinganças e despeitos ainda latentes no seio da alma! Assim dominam insultos e ódios, pois enquanto o espírito do homem flutua no corpo embriagado, a sua percepção e memória psíquica aumentam, abrangendo fatos que viveu noutras vidas. Então reconhece, intuitivamente, os seus desafetos disfarçados sob o organismo consangüíneo. 67
           
67 - O uso da cachaça, ou marafo, na Umbanda, ajuda o espírito do médium a emergir do corpo e assim ligar-se às entidades evocadas para os trabalhos de "despacho". Conhecemos um acontecimento trágico em família de nossa convivência, em que o pai e o filho, ambos profundamente embriagados em noite de Ano Novo, mataram-se a golpes de faca, em que o filho acusava o pai de ter sido o seu impiedoso algoz, como capataz numa fazenda de escravos na baixada fluminense, em vida anterior.

            Daí, o perigo das libações alcoólicas entre os membros da mesma família, cujos espíritos ainda primários, acicatados pelas reminiscências pretéritas, podem provocar tragédias e exercerem vinganças inesperadas, quando massacram-se, entre si, marido e mulher, filhos e pais! Nessa emersão psíquica de observação algo freudiana, ainda podem interferir os espíritos desencarnados, malfeitores e adversos do conjunto familiar, que, à última hora, acicatam crimes e tragédias! São acontecimentos nefastos, inexplicáveis pelas razões comuns, em que os infelizes encarnados são movimentados à guisa de verdadeiros marionetes sob os cordéis do mundo invisível. Ademais, além da ação tóxica, e própria do álcool, isso ainda é agravado pela ganância dos industriais inescrupulosos, que desnaturam e falsificam os seus produtos para auferirem maior soma de lucros. O álcool mata, dizima e desonra a humanidade pelos crimes ocorridos nos lares e nas ruas, através de acidentes e das imprudências de todas as espécies; e ainda destrói, lenta e insidiosamente, pela mistura de substâncias químicas nocivas. 68

            68 - Em diversos laboratórios de bromatologia do mundo, têm-se encontrado em uísques falsificados, cachaças rapidamente envelhecidas, cervejas mal pasteurizadas, desde iodo, óxido de ferro, arsênico para curtir as tinturas, chumbo, corantes químicos para artificializar a cor, sódio, potássio para produzir o efeito cristalino dos gins, aspirinas nas cervejas de pasteurização deficiente como acontece nas épocas de Natal, Ano Novo e Carnaval, em que as cervejarias e destilarias não vencem a fabricação.

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