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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Emanações etéreo-físicas dos despojos animais

         As emanações primárias e etéreo-físicas dos despojos sangrentos do animal não só impregnam a contextura energética do "duplo-etérico" do homem, como afetam o próprio perispírito e o excitam no atavismo residual das paixões que, na esteira do tempo, modelou a hereditariedade do organismo carnal. A ciência médica explica as tendências hereditárias e atávicas do homem; os psicoanalistas reconhecem a eclosão de certos complexos e recalques originados pelos ancestrais biológicos do ser. Malgrado tais influências ou fenômenos se processarem através dos genes e cromossomos responsáveis pelo metabolismo genético, o certo é que essa influência ancestral ou atavismo psíquico transmite-se e se prolonga do mundo "oculto do psiquismo para a descendência física humana! Em conseqüência, o espírito modela uma configuração "psicofísica" agradável, pacífica e coerente, quando também dispõe de um material" anátomo-fisiológico de boa qualidade; mas, se o atavismo animal o domina e o acicata pelos estímulos energéticos das paixões primárias, então as criaturas sob tal atuação podem gerar estigmas animalescos inconfundíveis.
            Assim como o álcool, entorpecente ou excitante químico pode atuar nos descendentes, desfigurando-lhes as linhas de forças da ideoplastia humana normal, as energias psíquicas do primarismo animal também podem influir no perispírito do homem e plasmar o "fácies" suíno na glutonice, o bovino na estupidez, o eqüino na brutalidade e o caprino na luxúria. 20 O carnivorismo, portanto, excita no homem a influência psíquica atávica da animalidade, podendo desfigurar a configuração humanóide pela interferência de fluidos degradantes absorvidos durante a nutrição zoofágica. 21

            20 - Diz Emmanuel, na obra "Roteiro", capítulo VI, "Perispírito", o seguinte: "O Perispírito é formado de substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se de acordo com o padrão vibratório do campo interno. O perispírito, quanto à forma somática, obedece às leis de gravidade, no plano a que se afina". É evidente que, sob tais dizeres, verifica-se que o perispírito torna-se mais denso ou sutil, variando mesmo quanto ao tipo de alimentação grosseira ou delicada preferida pelo homem.
            21 - Trecho extraído da obra "Libertação", de André Luiz, capítulo V, "Operações Seletivas", que esclarece muito bem a plastia perispiritual conduzida até à figura animalesca: "A medida que repetia a afirmação, qual se procurasse persuadi-la a sentir-se na condição de irracional mencionado, notei que a mulher, profundamente influenciável, modificava a expressão fisionômica. Entortou-se-lhe a boca, a cerviz curvou-se, espontânea, para a frente, os olhos alteraram-se dentro das órbitas. Simiesca expressão revestiu-lhe o rosto."

            É por isso que o senso-comum da sabedoria popular associa aos pecados humanos as figuras grotescas de certos animais e estigmatiza algumas criaturas com a pecha humilhante de "cara" de cavalo, de suíno, de bode ou de macaco! No entanto, reverencia a figura pacífica, frugal e amorosa de Jesus, comparando-o à ternura, humildade e resignação de um cordeiro!

Ramatís - A Vida Humana e O espírito Imortal

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