quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Como se instala a vampirização sexual?

PERGUNTA: - Diante de vossa assertiva: “Concluireis quão vasto campo para os técnicos, psicólogos e planejadores do Umbral inferior se dedicarem ao mal, em busca de vinganças, prazeres e vampirização energética na área genésica”: pedimos maiores elucidações. Como isso se instala?
            RAMATÍS: - Os principais "adubos" para a magia negra e as obsessões estão no sexo, nos vícios e na vaidade. As perversões de um modo geral estão relacionadas com ressonâncias de vidas passadas, em que os atos selvagens, obscenos e violentos criaram vínculos entre as criaturas envolvidas, que vão requerer várias encarnações para se desfazer.
            A troca sexual sem amor inflige ao sistema nervoso um desperdício de energia que não é compensado pelo retorno, do parceiro, de uma "porção" proporcional à doada.

            Aliado a esse fato, o sexólatra é torturado continuamente pelo seu próprio potencial anímico desequilibrado, num quadro mórbido persistente de auto-obsessão, com pensamentos parasitas recorrentes. Os encontros sensuais são precedidos de grande ansiedade e acompanhados de fantasias, criando formas de pensamento densas e pegajosas que podem vir a ser aproveitadas pelas potências maléficas invisíveis do Espaço que as manipulam, dirigindo-as, fortificadas, para as finalidades mais vis. São os artificiais do sexo, que servem para os que entram em contato com eles terem sua sensualidade aumentada repentinamente. Tal situação se instala pelos laços de sintonia do passado que estão no inconsciente, abrindo a brecha necessária para se fixar as obsessões e os trabalhos de magia negra no amplo campo das energias do sexo humano.
              Ocorrendo um bloqueio à união das auras, e não havendo a integração entre os chacras e os corpos superiores, inexiste o fluxo energético positivo, gerado pelo sentimento amoroso, a esses veículos sutis. Fluem pelos corpos etéricos fluidos animados pelas sensações inferiores, animalizadas, estéreis, causando um êxtase anestésico sensório, mas rapidamente se instalará a vontade de novo conluio entre homem e mulher, sempre fugaz, diante do carrasco do apelo carnal nunca realizado. Ademais, as energias concentradas no duplo etérico, decorrentes do ato mecânico, do gozo animalesco desprovido de sentimentos elevados, não se dissolvem facilmente, obliterando esse mediador vibratório, que liga os corpos físico e astral, para o envio de expressões mais sensíveis do psiquismo à consciência em vigília, como a intuição e a lembrança das saídas do corpo físico.

Fonte: Vozes de Aruanda - Editora do Conhecimento
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