Guias espirituais



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Ramatís, Caboclo Pery e Pai Tomé, são os guias espirituais chefes e responsáveis pelo Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.  No entanto, frente aos Maiorais do Plano Espiritual, é Ramatís quem responde como tutor do Triângulo. 








Ramatís através da Umbanda

Neste espaço desejamos propagar as idéias de nosso amigo Universalista, Ramatís.
Corroboramos com a necessidade de nos tornarmos  melhores e mais evoluídos e nada melhor do que buscarmos junto a este  irmão mais velho, os ensinamentos deixados em verdadeiros compêndios de luz na Terra.


Espírito amigo, de grande sabedoria, humilde e amoroso, mentor e guia, abnegado seguidor de Jesus. Consciência cósmica e universalista, que vem de longe há milênios para nos trazer conhecimento e luz.
Sabemos que são muitos os que não simpatizam com Ramatís, creditando-lhe o título de mentiroso e pseudo sábio, que pena! Felizmente não é para estas pessoas, cuja a opinião já está formada, que queremos falar, mas para todos os simpatizantes e seguidores dos conhecimentos milenares que Ramatís aplica amorosamente, tal qual um professor em sala de aula, o faz à seus alunos.

Nesta Seara Divina, que é regida por Jesus, tantos são os seres afins que nos auxiliam na caminhada rumo à evolução. Somos  simpatizantes do conhecimento verdadeiro do Cosmo, venha ele donde vier, claro, falamos do saber que fragmentado está nas diversas consciências que habitam este orbe e outros mais, trazendo a verdade que equilibra sem agredir e  que educa sem reprimir.

Ramatís, também através da UMBANDA, traz instruções e a esperança em forma do saber.
A Umbanda, longe de querer afastar as criaturas de outros cultos, filosofias religiosas ou de suas crenças, vem para libertar das "teias" e das prisões fantasiosas, que geram o sofrimento e a dor, que nos prendem a inverdades, a ilusões e a uma mentalidade própria dos que ainda se encontram aprisionados em dogmas imutáveis. Mas a Umbanda  e seus seguidores, não têm a pretenção de convencer as criaturas de nada, apenas convidá-las a participar  e tomar conhecimento do que é para todos.

Toda religião leva à Deus, são vários os caminhos que nos conduzem ao Pai Celestial, acreditamos ser um erro impor aos nossos semelhantes nossas idéias, como sendo as únicas a estarem corretas. Uma vez me disseram que " o universalismo é para todos." 
Nesta vertente encontramos Ramatís nos ensinando que devemos deixar cair por terra os sentimentos inferiores, tais como a inveja, a avareza, o ciúme, a vaidade, o orgulho e, principalmente o preconceito que nos cega, que nos impede de compreendermos o amor verdadeiro e de nos aproximarmos do Cristo Interno e com isso, permanecemos na ignorância, como presas fáceis do sofrimento.

De um modo simples e didático, Ramatís nos oferece a todos um compêndio de luz dividido em séries, ou seja, em livros que a cada tempo nos chegam as mãos, convidando-nos a um estudo mais aprofundado sobre as mazelas humanas, os reais motivos da dor, dos distúrbios psíquicos e de toda ordem. 
De fácil entendimento, fazendo uma síntese das diversas vertentes do conhecimento universal, pois é para que justamente possa ser melhor compreendido e assimilado, os ensinamentos e exortações de Ramatís servem-nos de aviso e orientação, como um guia a iluminar o caminho para que penosa demais não seja nossa caminhada.

Então, nós do "Triângulo da Fraternidade", convidamos a você irmão e amigo, a se aproximar  dos conceitos do universalismo, aprendendo assim a respeitar todas as vertentes que nos levam ao saber, sejam elas umbandistas, espíritas, teosóficas, iorubanas, judaicas, hinduístas, católicas, rosacrucianas, maometanas,etc.

Texto transcrito com adaptação nossa de http://ramatismissaodeluz.blogspot.com.
- autoria de Marcos Marchiori e Letícia Gonçalves

Agradeço aos autores por este belo e sincero  texto, verdadeiro, amoroso e fiel ao nosso irmão mais velho - Ramatís, que adaptamos e divulgamos em nome de nosso grupo.
NORBERTO PEIXOTO.

EDUCANDO PARA O TERCEIRO MILÊNIO



Alguns esclarecimentos sobre a tônica das mensagens de Ramatis compilados a partir dos prefácios de suas obras.
Ramatis em suas obras penetrou corajosamente no campo de atividade das forças ocultas subvertidas pelas mentes vigorosas dos magos das sombras. Enfrentando gregos e troianos, ele expõe-se ao ridículo de uns e à admiração de outros; mas, decidido, quebra “tabus” e sacode dogmas!


Suas obras, apesar de contestadas apressadamente por alguns líderes das elites espiritistas conservadoras, ainda temerosos de assuntos complexos e espinhosos, são de natureza didática e acessíveis à mente popular. Têm odor das coisas agrestes, de seiva forte, malgrado ser amargosa para os paladares muito açucarados. São mensagens às criaturas libertas de injunções sectaristas e de preconceitos religiosos, que se animam em apanhar rosas, onde os velhos e sisudos jardineiros desistem, por temor dos espinhos!

Ramatis poderia filiar-se à mesma linha convencional das entidades do plano espiritual que transmitem para a Terra assuntos já consagrados pelo “imprimatur” espírita. Porém, ele deu preferência em abordar e analisar problemas controvertidos e criticáveis, embora curiosos e inéditos, desmontando as prateleiras arrumadinhas das mentes condicionadas a clichês tradicionais, pondo à mostra inegáveis preciosidades, que não podiam ser identificadas pelos óculos escuros dos conservadores.

Ramatis perturba o sono dos crentes ortodoxos, pois cuida de assuntos inusitados, os mais diversificados sobre as relações entre a vida espiritual e a física, sem quaisquer pretensões acadêmicas, estribando seu valor no inatacável e indiscutível convite cristico para o Bem, haurido na fonte imortal e sublime dos ensinamentos doados por Jesus!

Para alguns, Ramatis é um pretenso mestre ventilando mensagens esdrúxulas, incomodando os acomodados, trazendo um tempero estranho ao paladar comum! Imprudentemente, ainda foi mexer com o carnivorismo do “bicho-homem”, despertando fúrias naqueles que muito apreciam comer carne, fumar e ingerir alcóolicos. Ele preocupou-se muito em esclarecer-nos quanto aos prejuízos e sofrimentos que nos acometem após a desencarnação quando ainda possuímos lesões no perispírito, que são comumente produzidas pelos vícios e desregramentos da vida carnal.

Referindo-se particularmente ao vício do fumo, do álcool e à alimentação carnívora, ele insiste em nos aconselhar à mais breve libertação dos costumes perniciosos que ainda prendem a alma e a fazem sofrer sob o magnetismo denso gerado pelo condicionamento vicioso. Os “canecos vivos” e as “piteiras vivas” ficam advertidos e alertados do perigo da submissão incondicional aos espíritos viciados das sombras, que perambulam sem corpo físico sobre a face do orbe, como vampiros, explorando o vício dos imprudentes encarnados!

Suas comunicações mediúnicas não devem ser encaradas como um motivo de entretenimento ou um literatura atraente, só porque é ditada por um espírito desencarnado, nem mesmo como literatura rigidamente escravizada aos cânones acadêmicos do mundo físico. O essencial é que tiremos nossas próprias ilações dos temas abordados que descrevem, tanto quanto possível, a ação do espírito e a consequente reação da matéria.

Ramatis sempre insiste em abordar em suas obras, sob novos ângulos, assuntos já ventilados anteriormente, visando justamente elucidar-nos, de modo a dissipar quaisquer dúvidas que ainda estejam flutuando em nossa mente, pois adverte que o homem tem “memória fraca”, e, por isso, deve reviver os seus conhecimentos.

E certo que tal método, para alguns talvez seja considerado um tanto prolixo ou cansativo, mas não seria justo para ele que, para satisfazer aos adeptos mais esclarecidos, prejudicasse a maioria, omitindo esclarecimentos de fenômenos ou problemas complexos que não podem ser definidos e aceitos analisando somente a sua superfície.

Esta orientação de Ramatis tem em vista possibilitar a todos que o leêm uma compreensão integral das matérias explanadas em suas obras, as quais atendem à finalidade prática e objetiva de bem esclarecer para bem evangelizar. As repetições, insistências ou martelamentos sobre um mesmo tema tem por escopo, portanto, auxiliar o leitor menos familiarizado com assuntos mediúnicos espiríticos, a assimilar mais facilmente o que pode clarear a dúvida. Aqui é conveniente se considerar a grande diferença que existe entre os objetivos visados pela literatura mediúnica, com a forma convencional de se escrever no mundo físico.

As entidade desencarnadas, em geral, assumem perante os “Mestres da Evolução”, o compromisso de transferir para a Terra somente advertências, esclarecimentos ou revelações inusitadas, sem qualquer preocupação estilística. Basta-lhes a clareza, realidade, singeleza e utilidade imediata, sem as preocupações de burilamento da forma, requintes de sintaxe ou fluência verbal.

São obras mais didáticas, tendo algo da frieza técnica dos compêndios científicos e ilustrativos de fatos prosaicos.

A natureza elevada das argumentações de Ramatis, sempre persistentes, cingem-se à necessidade de nossa renovação urgente e ao cultivo das virtudes expressas por uma vida digna e sadia, esclarecendo-nos sobre a melhor conduta para nossa mais breve felicidade. As suas mensagens, embora respeitando qualquer direito de crítica ou censura daqueles que não se afinem ao seu conteúdo ou modo de argumentação, têm a finalidade de nos demonstrar que a prática da virtude compensa e beneficia a alma, enquanto o pecado é prejuízo a prolongar-se por muito tempo arraigado à nossa vestimenta perispiritual.



Ramatis buscou todas as razões e exemplos possíveis para nos explicar que, seja a virtude ou o pecado, ambos se expressam sob as fases técnicas de um mecanismo científico e lógico, cujos resultados influem profundamente na especificidade magnética do perispírito. É tempo do homem integrar-se na frequência vibratória da realidade imortal, evitando existência imprudente e prejudicial, que depois o faz desencarnar entre terrores e sofrimentos, abalando a contextura do perispírito no cenário atemorizante do baixo astral.
É frequente a leva de almas enlouquecidas, atribuladas e esfrangalhadas pela imprevidência e desinterêsse das coisas espirituais, que aportam diariamente ao mundo oculto depois de viverem existência epicurística, gozadora e inescrupulosa. Aqui entre nós no plano carnal muitos zombam e riem dos tolos que pesquisam a origem de si mesmos; mas é impressionante vê-los depois acovardados nas sombras tristes e ameaçadoras das regiões purgatoriais.

Convidando-nos à renúncia do mundo ilusório da carne e do ciclo triste das reencarnações sucessivas a que nos algemamos tão negligentemente, Ramatis oferece-nos princípios que, ao serem esposados, modificam também o próprio eletronismo do nosso perispírito e o tornam mais diáfano e fluente, suscetível de ser atraído mais facilmente para os planos paradisíacos.

Esses princípios são todos extraídos da doutrina de Jesus de Nazaré, expostos em sua admirável filosofia evangélica, a quem Ramatis considera não apenas sublime legislador sideral ou profundo psicólogo, senhor das artimanhas da alma humana, mas, acima de tudo, um abalizado cientista que, ao nos indicar o “caminho do Paraíso” ou nos advertir da “senda do Inferno”, aludia à nossa movimentação voluntária sob o comando de leis científicas e imutáveis, derivadas do mecanismo cósmico do próprio Universo!



Ramatis explica e comove, esclarece e evangeliza! Toda a sua obra converge incondicionalmente para a terapêutica do Evangelho do Cristo, que ele considera a única solução para aliviar o sofrimento e a desventura humana.

E tônica frequente nas obras de Ramatis o ensejo de advertir nossa mente para que reflita com mais frequência quanto aos prejuízos espirituais que decorrem da constante negligência humana, sempre propensa a “matar o tempo” ou a “passar o tempo”, que é consumido geralmente no trato das futilidades, distrações banais, leituras tolas, vícios e paixões perigosas que fascinam, divertem e contemporizam a existência humana, mas também fortalecem os laços cármicos e conservam a alma hipnotizada pela ilusão da matéria.

Ao trazer ensinamentos e revelações da vida além da carne, onde o espírito enfrenta problemas incomensuravelmente mais complexos do que os fenômenos corriqueiros do mundo material, onde se opera na matriz das formas através das leis utilíssimas da vida imortal e, por isso, onde se distingue o que é melhor para a criatura humana, Ramatis assevera que, felizmente, pouco a pouco, o homem vai assumindo a responsabilidade direta dos seus atos, compreendendo os ensinamentos sensatos e lógicos do Espiritismo, e desvencilhando-se do infantilismo das lendas bíblicas do Catolicismo e das provas de fé do Protestantismo.



Entende conscientemente que, além da devoção religiosa e do amor ao próximo, resta ao homem encarnado o dever e o compromisso íntimo de ampliar sua consciência espiritual pelo trabalho, estudo e amor, e não pela crença e adoração. Para Ramatis, jamais poderá o indivíduo confiar na salvação ou conversão à última hora, sob a aquiescência do prestimoso sacerdote, pois o paraíso não é concessão de nenhum credo religioso. Ele faz um convite para realizarmos com ânimo e sinceridade as experimentações espirituais no contato com a vida física, a fim de podermos ampliar a consciência humana em direção à Consciência Cósmica do Pai.

Sua obra é, portanto, apenas uma tentativa despretenciosa no sentido de auxiliar o leitor a despertar um pouco mais da “grande ilusão” proporcionada pelos vícios e paixões da vida física. Essa vida é necessária para o nosso maior adiantamento espiritual, pelo que devemos aproveitá-la para buscar incessantemente o estado psíquico que mais breve nos liberte do seio das forças agressivas que nos enlaçam tão vigorosamente!

Embora as energias condensadas na matéria sejam utilíssimas para o espírito durante sua educação encarnatória, devem elas ser dirigidas e nunca comandarem, conforme é frequente acontecer com as criaturas desavisadas da realidade imortal do espírito.

Ramatis concorre para exortar-nos à necessária vigilância, transmitindo sua obra, vertida para a linguagem humana, com o fim de “contribuir com a pétala da boa vontade no roseiral do serviço do Senhor Cristo-Jesus”.



Como partícipe de algumas falanges de responsabilidade espiritual definida nos círculos adjacentes ao nosso orbe, Ramatis esclarece que só não tem sido maior o êxito dos trabalhadores invisíveis junto à humanidade, por causa dos hiatos e truncamentos que sofrem as teses elaboradas no Além quando precisam fluir pelas constituições mediúnicas encarnadas, ainda muito condicionadas às imagens do mundo material. Raros médiuns estão capacitados para o serviço exato, ou se colocam sob a diretriz definitiva do Cristo e, se assim não fosse, de há muito tempo o intercâmbio espiritual entre o nosso mundo e o Espaço estaria solucionado.

Por fim, adverte-nos em suas obras para o considerável progresso que a Ciência humana, em evolução permanente, atingirá nos próximos anos, quando algumas demarcações tradicionais e já consagradas nos compêndios terrenos deverão sofrer novas equiparações. Entretanto, apesar desses acontecimentos insólitos ou incomuns parecerem mesmo ultrapassar as fronteiras do cognoscível permitido por Deus, lembra-nos Ramatis de se tratarem de assuntos demarcados pela transitoriedade do mundo material, isto é, de admiráveis realizações, porém provisórias e inerentes ao tempo de durabilidade da massa planetária que habitamos. Deste modo, insiste sempre em nos alertar que a maior conquista do homem ainda não é a interplanetária, mas a vitória sobre si próprio, ao vencer suas paixões, vícios e seu orgulho que retardam a permanência da alma sob a vestimenta da personalidade humana.

A fórmula da matemática sideral definitiva para a suprema glória do espírito ainda é a mesma enunciada pelo inolvidável Jesus quando preceituou que “só pelo AMOR será salvo o homem!”
Fonte do texto: Fraternidade Ramatís Hercílio Maes

Imagens capturadas na Internet das capas editadas pela antiga Livraria Freitas Bastos. Nossa homenagem a estes bandeirantes da luz crística, históricos desbravadores e incentivadores. Atualmente a obra completa de Ramatís está editada  pela  Editora do Conhecimento, que deu continuidade ao projeto iniciado pela antiga Freitas Bastos, ampliando significativamente a distribuição dos livros por todo o território nacional.
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