sábado, 22 de outubro de 2016

1º SEMINÁRIO INTRA-RELIGIOSO - OXALÁ NOS UNIU


1º SEMINÁRIO INTRA-RELIGIOSO - OXALÁ NOS UNIU
- prazo da inscrição até 31/10.
Terreiros compartilhando saberes – Umbanda tem fundamento, mas é preciso estudar!
Objetivo : Apresentação dos saberes e vivências de Umbanda, promovendo o diálogo e fortalecendo uma cultura de estudo sistematizado inter e intra-religiosa umbandista.

VENHA PARTICIPAR - VAGAS LIMITADAS - INSCRIÇÕES ABERTAS:
contato: mae.marciatte@gmail.com
(12) 9 9118 5000

Programação:
14hs – Abertura do evento – Mãe Márcia Moreira
14hs30 – Palestra 1
Tema- Terreiro como núcleo promotor de saúde – Pai Norberto Peixoto da Casa de Umbanda Triângulo da Fraternidade de Porto Alegre RS.
15hs20 – perguntas e respostas
15hs30 – Palestra 2
Tema- Instrumentos dos orixás. Simbologia e significados na cosmovisão africana (tradição ioruba) – Deisy Mutti do grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade de Porto Alegre RS.
16hs20 – perguntas e respostas
16hs30 – intervalo
17hs – Palestra 3
Tema – A caridade na Umbanda – Mãe Leni Winck do Templo de Umbanda Vozes de Aruanda de Erechim RS.
17hs50 – perguntas e respostas
18hs – Palestra 4
Tema – Chacras, duplo etéreo e magnetismo: A fisiologia do passe – Sarita Alves do grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade de Porto Alegre RS.
18hs50 – perguntas e respostas
19hs – Mesa com debate entre os sacerdotes. Compartilhando saberes e sabores.

20hs – Encerramento

sábado, 15 de outubro de 2016

1º SEMINÁRIO INTRA-RELIGIOSO - OXALÁ NOS UNIU - Taubaté – SP 19/11/2016



INSCRIÇÕES: contato: mae.marciatte@gmail.com ou (12) 99118 5000

1º SEMINÁRIO INTRA-RELIGIOSO - OXALÁ NOS UNIU - Taubaté – SP 19/11/2016

Terreiros compartilhando saberes – Umbanda tem fundamento, mas é preciso estudar!

Objetivo : Apresentação dos saberes e vivências de Umbanda, promovendo o diálogo e fortalecendo uma cultura de estudo sistematizado inter e intra-religiosa umbandista. 

Programação:

Norberto Peixoto fala sobre o livro Os Orixás e os Ciclos da Vida e muito mais. Ainda responde perguntas da assistência.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

"INICIAÇÕES" E RITUAIS "ENSINADOS" À DISTÂNCIA - A BANALIZAÇÃO DA UMBANDA.

     A aquisição de saber não é mero conhecimento intelectual. Dá-se inquestionavelmente associando o estudo "de fora" à vivência "de dentro", à prática; que na Umbanda acontece no interior dos terreiros. Para nós, mais antigos que apoiamos os procedimentos modernos de aprendizado, é estranho e inconcebível cursos, sejam presenciais ou a distância; de formação de sacerdote de Umbanda para quem nunca pisou num axé; de consagração de Orixás e de firmezas de Exu e Pombagira sem nenhum pré-requisito (basta pagar a inscrição on line), sem pertença à uma comunidade, sem valência mediúnica do "aluno" que desconhece a participação ativa numa corrente constituída, de fato e de direito sob a Lei de Pemba. Causa estupefação cursos a distância para se aprender a fazer gira de Umbanda em casa. (sic) 
    A mera aquisição mercantilizada de conhecimento apostilado não significa predestinação para a tarefa mediúnica, magística e sacerdotal; e não deveria BANALIZAR tradições e saberes ancestrais. Somos favoráveis ao estudo. Todavia, não apoiamos a banalização da Umbanda!!! 
   Axé!!!

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

AMACI - rito de muita emoção, preparo e axé!!!

Ontem tivemos nosso Amaci, ritual coletivo de lavagem das cabeças onde todos participam de sua preparação. A primeira parte do preparo ritual do Amaci é denominado “quinar”. Quinar as folhas significa esmagá-la com as mãos dentro da água de cachoeira, de modo a deixá-la picadinha, quase "esfarelada", bem esmagada. A quinagem permite que as substâncias da planta passem para a água sem precisar de fervura. Este ato é feito entre cânticos, objetivando a dinamização etérea do fluído vital das ervas. Logo após, as folhas quinadas ainda são piladas, concluindo-se a extração do sumo, restando uma concentrada seiva, leitosa e verde escura. 
Axé!!! 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

UMBANDA SEM ORIXÁ NÃO É UMBANDA!!!


Não seria Umbanda a incorporação; sem o brado do caboclo na mata lançando sua flecha certeira para caçar (arquétipo mítico de Oxossi), a batida no peito com o machado de madeira (arquétipo mítico de Xangô), o gestual das caboclas fazendo sua magia como se tomassem banho embaixo da queda de água na cachoeira (arquétipo mítico de Oxum), o “chilrear” choroso das caboclas do mar (arquétipo de Iemanjá), o andar curvado na dança da preta velha como se carregasse uma criança no colo (arquétipo mítico de Nanã), o braço em riste com semblante sério “imitando” a posse de uma espada em mãos num campo de batalha ( arquétipo mítico de Ogum), o linguajar pausado e amoroso do preto velho (arquétipo mítico de Oxalá), o andar ligeiro de um lado para outro de caboclo e caboclas balançando os braços (arquétipo mítico de Iansã)... 

Não nos damos conta, mas a Umbanda está repleta de atavismos benéficos que irrompem em seus médiuns, uma saudável hereditariedade ancestral repleta de características psicológicas, intelectuais e comportamentais que nos remetem inexoravelmente à sabedoria nagô, dos Orixás vindos da África, centralidade de nossa abordagem nesta obra, um roteiro de estudo a todos os interessados em desvelar esta origem ainda tão preconceituada, infelizmente por uma expressiva parte “de dentro” da própria Umbanda que se considera melhor e mais evoluída que as demais. 

- do livro OS ORIXÁS E OS CICLOS DA VIDA http://www.livrariadotriangulo.com.br/
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