CALENDÁRIO VERÃO 2018.

ENCERRAMENTO 2017

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Calendário Verão 2018

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12/01/18 – 6ª Feira – Sessão Pública.

26/01/18 – 6ª Feira Sessão Pública.

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09/03/18 – 6ª Feira – Sessão Pública.

sábado, 7 de junho de 2014

Na "fila" de passes!!!

         
   Os médiuns, quais funcionários do "armazém espírita", são obrigados a atender a todas as solicitações absurdas; e a sua situação ainda mais se agrava quando eles não são sonâmbulos ou mecânicos, mas somente intuitivos... Neste caso, então, a sua tarefa é mais difícil porque o sucesso do tratamento prescrito depende do seu estado moral, condições psíquicas ou saúde física, pois qualquer anormalidade perispiritual impede-os de captar a intuição exata que os guias lhes transmitem.
     Os consultantes entendem que os médiuns, sem considerarem as dificuldades e imprevistos humanos, que atingem a todos, devem atender seus pedidos integralmente. Para esses simpatizantes o médium e os espíritos têm o dever precípuo de curar os efeitos nocivos que eles sofrem, às vezes, devido aos exageros de alimentação, bebidas alcoólicas, fumo e outros desatinos censuráveis. Eis por que se tornou comum o hábito indiscriminado de pedir "favores mediúnicos" para atender a todos os parentes, amigos e conhecidos.
     Alguns assistidos viciam-se aos passes mediúnicos, assim como os fumantes inveterados escravizam-se ao fumo, ou então como os católicos que se habituam à missa todas as manhãs.
     Outros, embora gozem de excelente saúde, entram na "fila" de passes e vampirizam os fluidos terapêuticos que poderiam nutrir a outros mais necessitados e realmente enfermos. Mas essa viciação cômoda é justificada graciosamente com a desculpa de que o passe  não é desvantajoso mesmo para os sadios, pois, em qualquer circunstância, sempre "faz bem". A mediunidade, portanto, para muitos, ainda é considerado a tenda miraculosa ou a fonte prodigiosa de recursos fáceis para atender a todas as necessidades mais comezinhas e às consultas mais prosaicas, funcionando os médiuns à guisa de "caixeiros" com a obrigação de atender a todos, sob pena de serem apontados como descaridosos ou pouco humildes.

Ramatís.
Do livro MEDIUNIDADE DE CURA
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