terça-feira, 19 de novembro de 2013

REFLEXÃO: os médiuns de fim de semana nos grupos de "apometria".

“Tratam” espiritualmente das pessoas (pacientes) sem que as mesmas ao menos saibam, ou lhes tenham dado permissão para tanto. Ou seja, a grande maioria dos pacientes tratados nestes grupos que se intitulam “espíritas” e “apômetras”, não pede para ser tratada, não autorizam e nem têm consciência de que seus nomes e endereços vibratórios estão nas bocas e nas mentes desequilibradas desses adeptos da magia negativa, que se disfarçam de “apômetras”, sob o disfarce de “bons servidores" do Cristo.


 
Triste constatação fazemos quando voltamos nossos olhares para os grupos de pessoas vaidosas e egoístas, que se intitulam “apômetras” e afirmam intimamente serem “os escolhidos” ou se preferirem “missionários”.
Sob análise profunda, porém desprovida de julgamentos antifraternos, exporemos aqui nossa apreensão.
Uma infeliz realidade é a de que em alguns grupos há médiuns dotados de certo conhecimento teórico (os líderes), mas desprovidos de humildade. Alugam imóveis, salas de escritório, apartamentos, entre outros, completamente inapropriados para este tipo de trabalho. São locais grosseiramente adaptados para atender-lhes os caprichos tolos da vaidade desmedida. Alguns destes irmãos citados acima acreditam piamente que podem fazer a diferença no Universo. Creem que são especiais, dotados por Deus, de poder de decisão sobre a vida das pessoas. Ingenuamente acreditam que o Criador lhes “outorgou” o “direito” de interferir no livre arbítrio de seus semelhantes, ou seja, agem como se “tivessem” o poder de decisão sobre o livre arbítrio das pessoas, principalmente as que expiam seus carmas. Fazem isso sob a alegação de terem para tanto “carta branca” que lhes foi concedida por espíritos da alta hierarquia do plano superior!

Irmãos, nos referimos neste despretensioso texto aos que se iludem e que se perdem ao longo da caminhada, induzindo outros a se perderem, aos que se julgam indispensáveis como médiuns e sob missão de "proteger o Cosmos".
Como afirmou num texto o médium Adriano (do Triângulo da Fraternidade), “das consciências que se perdem na sombra do próprio ego.” E ele diz mais:

Será que o nosso planeta  não tem espíritos encarnados e desencarnados suficientemente comprometidos e necessitando de todo auxílio possível para que nos preocupemos com a situação do cosmos? Não terá a espiritualidade superior espíritos mais gabaritados para se encarregarem destes assuntos do que nós que ainda estamos no jardim de infância da evolução espiritual? Quantos trabalhadores muito comprometidos carmicamente com o trabalho da caridade não perdem o foco em virtude da vaidade, seja em função do estudo e conhecimentos adquiridos, seja por superficialização da memória espiritual que traz a tona antigos atavismos
 e 
disposições 
pouco caridosas
 ,
 ou mesmo pelo reconhecimento público quanto ao trabalho realizado? E diz ainda: Quando a consciência individual se torna mais importante do que a coletiva e nos faz nivelar a importância do trabalho dos outros pela importância  que nós mesmos atribuímos ao nosso, certamente já sucumbimos a interferência das baixas vibrações e estamos servindo de peões manipulados pelo astral inferior. 
Infelizmente os iludidos e equivocados irmãos que se intitulam “espíritas” e “apômetras”, alastram-se feito rastilho de pólvora por todos os lugares, são os médiuns de fim de semana que se instalam por algumas horas em apartamentos infectos, sujos e empoeirados, mal trajados, mal preparados, profundamente obsidiados, mais parecendo um grupo de RPG (jogo de interpretação de personagens ou representação de papéis, como preferirem.).
Os egos avantajados, os pseudo sábios e falsos profetas, são alguns dos intelectuais perdidos em sua vaidade e arrogância desmedidas, que infelizmente servem de fantoches para os desencarnados do baixo astral.
Arrogam-se do direito de “interferir” no carma das criaturas através da magia negra, que julgam ser “magia branca” (magia é uma coisa só, mas pode ser usada em detrimento alheio).
“Tratam” espiritualmente das pessoas (pacientes) sem que as mesmas ao menos saibam, ou lhes tenham dado permissão para tanto. Ou seja, a grande maioria dos pacientes tratados nestes grupos que se intitulam “espíritas” e “apômetras”, não pede para ser tratada, não autorizam e nem têm consciência de que seus nomes e endereços vibratórios estão nas bocas e nas mentes desequilibradas desses adeptos da magia neg
ativa, que se disfarçam de “apômetras”, sob o disfarce de “bons servidores" do Cristo.
O que constatamos nestes últimos anos foi que os orgulhosos intelectuais que dirigem grupos desta natureza, arrastam leigos e médiuns despreparados e desprovidos de estudos sérios para toda essa pantomima. Comprometem-lhes o psiquismo e depois, quando os mesmos estão seriamente obsidiados, fascinados e subjugados, eles os abandonam com seus enormes problemas e frustrações.
Aos bons dirigentes das casas espíritas e de Umbanda e aos grupos sérios de apometria, fica aí mais este alerta para que os que têm bom senso não permitam que neófitos acabem com sua mediunidade comprometida e com seu psiquismo atrapalhado. Pedimos que continuem a divulgar o bom trabalho espiritual que é feito com muito estudo sério, com humildade e com sabedoria dentro de cada egrégora religiosa, com o apoio dos bons espíritos, com base nos ensinamentos de Jesus, o Mestre amigo.
E aos pequenos grupos de pessoas que se ajuntam nos apartamentos infectos e empoeirados, totalmente afastados do bom senso e da realidade com Jesus  Cristo, muito cuidado! Pois como diz o querido amigo Ramatís “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
Para os médiuns invigilantes que se deixam cair nestas perigosas armadilhas a colheita é dolorosa (obsessão, subjugação, psiquismo alterado, podendo levar o medianeiro à loucura, doenças físicas e psíquicas provenientes das obsessões duradouras, suicídio, etc).
Aos “líderes” cegos, vaidosos, arrogantes e egoístas, que se apresentam nestes pequeninos grupos empoeirados e completamente afastados da verdadeira caridade e da necessária humildade, os mesmos que encaminham mal médiuns neófitos conduzindo-os à queda dolorosa, o acerto de contas com as Leis Divinas, muitas vezes se dá depois do desencarne e este pode ser também doloroso.
É necessário ainda salientar que, as mesmas abençoadas energias, mas que foram movimentadas inadequadamente para o benefício próprio e em detrimento alheio, vem como “força de retorno” ou reparadora (ação e reação) sob os que infringiram a Lei da Caridade e do Amor.
É o mais eficaz medicamento para a reabilitação de espíritos infratores, fica aí mais um alerta.


A todos muito axé!


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