sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Orixás regentes de 2014 - o que esperar do ano novo?



O novo ano se aproxima, vamos nos despedindo 2013, ano em que Saturno (Obaluayè) planeta regente de 2013, não foi muito condescendente, muitos sentiram sua força, foi para muitos um ano difícil, de dores, despedidas inesperadas, de fogo, de tragédias...mas também um ano em que as amizades verdadeiras, a união em grupos, nas famílias, fortaleceu-se as relações, mostrando-nos que sozinhos, tudo fica mais difícil, e que em união tudo fica mais forte!

Em breve 2014 se fará real, será um ano regido por Júpiter (Xangô), o planeta da prosperidade e da fartura, que chega nos trazendo um alento, um ano muito diferente com relação à energia anterior, nos trará reflexão e inspiração, inspirando-nos ao trabalho comunitário, uma maior dedicação na busca e compreensão da religiosidade, fortalecendo a nossa luta contra a intolerância religiosa favorecendo a mobilização das consciências.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A ética no aconselhamento espiritual de terreiro - umbanda.

Compromisso na religião exige responsabilidade. Responsabilidade solicita equilíbrio moral.   Equilíbrio moral decorre da disciplina. Disciplina sugere autoconhecimento.  Autoconhecimento resulta de educação.  Educação recorda preparo para a vida. Vida é consciência e patrimônio divino que ninguém - muito menos médiuns despreparados e sacerdotes mal formados - sem iniciação e vivência (tempo) numa comunidade terreiro, pode interferir inconsequentemente frente as sagradas leis dos orixás. Não brincamos de "Deus" com a vida das pessoas. Umbanda é coisa séria para gente séria.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

A espera de um milagre!?

Quando eu era adolescente e ignorante como uma pedra sobre as coisas espirituais, ao adentrar num templo umbandista, tinha meu pensamento turbilhonado por imagens fantasiosas. Acreditei que naquele momento meus problemas infantis seriam resolvidos, que os espíritos através de seus médiuns me diriam a fórmula mágica e eu sairia dali com um “fantasminha” camarada que me assopraria as respostas na hora das provas na Escola!?...? Hem? Pois é. Sem contar que provavelmente na minha cabecinha de vento sonhadora, adolescente e ignorante, também teria o garoto da minha predileção totalmente apaixonado por mim, meu príncipe encantado, ora essa! Na minha cabecinha os espíritos “fariam isso” por mim, é claro! Mas quando adentrei a cabine de atendimento, com meus trejeitos de menina travessa, a entidade por intermédio de seu médium me advertiu e orientou-me a ser uma boa garota. Mas como? Eu ainda nem tinha falado nada, não deu tempo nem de pedir o que eu queria... que frustração a minha.

Ago n'ilé - exemplo de música sacra no templo religioso.



      "A principal função da música sacra, como símbolo interpretativo da "música celeste", é desmaterializar a personalidade inferior para eclodirem sentimentos definitivos do anjo criador. No seio de um templo religioso ou de qualquer instituição espiritualista, a música deve apurar a emotividade e adoçar a razão humana, fazendo vibrar os sentimentos mais pacíficos e generosos dos ouvintes. Se a música profana transmite o sentimento ou emotividade do seu autor, as músicas sacras trazem em suas harmonias a mensagem sonora dos anjos. É um cântico divino, em que o homem se despersonaliza buscando a Poesia, a Beleza e a Inspiração de Deus, como alimento à sua consciência espiritual. Por isso, a música executada no seio dos templos espiritualistas deve libertar as criaturas, isolando-as das lembranças ou preocupações terrenas a fim de elevá-las às regiões sublimes do espírito eterno. É linguagem divina falando aos homens através da vida interior do espírito ainda no animal." Ramatís

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Os rituais de umbanda são métodos para prevenção e manutenção da saúde.


         "É esta sensação de pertencer que facilita a resposta catártica, através da qual as emoções e ritmos corporais reprimidos são permitidos e podem ser trazidos a manifestação pela consciência alterada, expressando-se naturalmente e sem preconceitos: o brado do caboclo, a dança do orixá, a benzedura do preto velho, a alegria do cigano, a gargalhada do exu, a peraltice da criança, o balanço do marinheiro...
      
     Já temos comprovações – evidências empíricas - da medicina, especificamente da psiquiatria, que mostram ser os rituais religiosos invariavelmente associados com benefício à saúde.

      Os rituais religiosos públicos, como as engiras de umbanda para assistência,   e privados – iniciações internas/sessões de desenvolvimento mediúnico - são métodos poderosos para manter a saúde mental e para prevenir o início, ou progressão de distúrbios psicológicos. Ajudam a pessoa a enfrentar o terror, ansiedade, medo, culpa, raiva, frustração, incerteza, trauma e alienação, a lidar com emoções e ameaças universais oferecendo um mecanismo para delas se distanciar ou conviver melhor. Reduzem a tensão pessoal e do grupo, a agressividade, moderam a solidão, a depressão, a sensação de não ter saída e a inferioridade. A ausência de frequência a uma religião ou falta de pertença a uma comunidade religiosa priva a pessoa dos benefícios produzidos pelos rituais encenados pela maioria, caminhos antiquíssimos para a saúde psicológica, pois incorporam cognições, filiação grupal, ação litúrgica coletiva e catarses individuais, como por exemplo as incorporações – estados alterados de consciência – de entidades espirituais.

Oxalá na Umbanda.


sábado, 23 de novembro de 2013

Enfermidade me fez ir no terreiro buscar ajuda. E agora!?



      Hoje em dia muitas enfermidades são causas dos estilos de vida contemporâneos, e aí colhemos os efeitos do estresse, dependência de substâncias psicoativas, alimentação excessiva e obesidade, sedentarismo, comportamento sexual promíscuo, violência, depressão, ansiedade, fobias,.... Estes efeitos podem ser vistos como violações de leis e preceitos espirituais, pois estas prescrevem moderação no comportamento - sexual e alimentar inclusive -, e advertem contra o beber excessivo, contra o perseguir incessante do sucesso, dinheiro e poder; a competição, as emoções negativas (hostilidade, raiva, ressentimento, culpa, inveja, ciúme, cobiça,...), narcisismo e incapacidade de amar.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Refletindo o transe ritual de exu mulher - bombojira.


Você está "carregado" ou com "mau olhado"???



Responsabilidade Energética

É comum nos dias de hoje as pessoas dizerem que estão “carregadas”, com energias ruins em sua aura ou com o conhecido “mau olhado”.

A procura por organizações que realizam trabalhos de limpeza cresce muito e, de fato, o campo energético pessoal em uma sociedade tão materialista está sendo invadido por múltiplas fontes de forças nocivas ao bem estar.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

CHEGA DE PRECONCEITO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA - APOIAMOS : 1º (primeiro) Congresso Nacional de Umbanda e a "Carta Magna":

COMUNICADO RELEVANTE À COMUNIDADE: 

O Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade, seguindo orientação de seus Mentores Astrais, apoia o 1° Congresso Nacional de Umbanda, bem como a maneira que está sendo conduzida a elaboração da provável futura "Carta Magna de Umbanda", com diálogo e participativa, de dentro para fora, de baixo para cima, das bases para o topo da religião. É hora da voz da maioria do "povo de umbanda" ser escutada.
Somos favoráveis a diversidade e total liberdade ritual dos terreiros
, sem codificação ou hegemonias impostas de cima para baixo, de um autor para todos. O momento de consciência coletiva pede mais união nas diferenças e o diálogo fraternal escutando as "bases" e as lideranças representativas de cada terreiro, pelo presente e futuro da nossa amada Umbanda. CHEGA DE PRECONCEITO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA CONTRA A UMBANDA. NORBERTO PEIXOTO - médium fundador e dirigente do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Orixá Regente 2014.


        O ano de 2014 será regido por Júpiter, o planeta da prosperidade e da fartura. O ano novo que se avizinha predispõe ao trabalho comunitário, um maior engajamento pessoal na busca e compreensão da religiosidade e favorece a mobilização das consciências contra movimentos de intolerância religiosa.

       Sendo na esfera astrológica o ano regido por Júpiter, na particularidade dos orixás a regência será de Xangô e Iansã, e carmicamente permanece a ação de Obaluaê que foi o regente de 2013. Há que se considerar que independente do orixá regente, todos os orixás atuam sempre e, especialmente EXU, que é o eterno movimento no Cosmo.


 
       
     Júpiter é um planeta de diplomacia e boa vontade. A promessa de que um ano regido por Júpiter seja um ano de abundância e expansão é fantasiosa se for interpretado pelo lado material. Xangô propicia um melhor perceber-se e perceber o outro, melhorando o diálogo inter e intrarreligioso. É o ano de 2014 de muita mobilização na esfera de busca dos direitos e igualdade, notadamente contra a intolerância religiosa.

REFLEXÃO: os médiuns de fim de semana nos grupos de "apometria".

“Tratam” espiritualmente das pessoas (pacientes) sem que as mesmas ao menos saibam, ou lhes tenham dado permissão para tanto. Ou seja, a grande maioria dos pacientes tratados nestes grupos que se intitulam “espíritas” e “apômetras”, não pede para ser tratada, não autorizam e nem têm consciência de que seus nomes e endereços vibratórios estão nas bocas e nas mentes desequilibradas desses adeptos da magia negativa, que se disfarçam de “apômetras”, sob o disfarce de “bons servidores" do Cristo.


 
Triste constatação fazemos quando voltamos nossos olhares para os grupos de pessoas vaidosas e egoístas, que se intitulam “apômetras” e afirmam intimamente serem “os escolhidos” ou se preferirem “missionários”.
Sob análise profunda, porém desprovida de julgamentos antifraternos, exporemos aqui nossa apreensão.
Uma infeliz realidade é a de que em alguns grupos há médiuns dotados de certo conhecimento teórico (os líderes), mas desprovidos de humildade. Alugam imóveis, salas de escritório, apartamentos, entre outros, completamente inapropriados para este tipo de trabalho. São locais grosseiramente adaptados para atender-lhes os caprichos tolos da vaidade desmedida. Alguns destes irmãos citados acima acreditam piamente que podem fazer a diferença no Universo. Creem que são especiais, dotados por Deus, de poder de decisão sobre a vida das pessoas. Ingenuamente acreditam que o Criador lhes “outorgou” o “direito” de interferir no livre arbítrio de seus semelhantes, ou seja, agem como se “tivessem” o poder de decisão sobre o livre arbítrio das pessoas, principalmente as que expiam seus carmas. Fazem isso sob a alegação de terem para tanto “carta branca” que lhes foi concedida por espíritos da alta hierarquia do plano superior!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Atuação do orixá Tempo: a consolidação do conhecimento adquirido requer a vivência.


        

           

Reza ao Orixá Tempo - traduzido do Oriki em yorubá:
Senhor do Tempo e do Destino,
 Senhor que a tudo ilumina e elimina! 
Senhor do Incerto e do Incógnito Perigo!

Senhor que enfraquece o fortalecido e que acorda o desprotegido! 
Senhor da Fama e da Lisonja,
 Senhor dos Céus e da Desonra!

Senhor do Triunfo e da Vaidade!

Antes do amanhecer, meu coração grita três vezes renitente: 
Tenha piedade de mim.



      Estela resolveu participar de um curso espiritualista que aconteceria num centro de Umbanda em sua cidade, portanto durante um final de semana estaria dedicada a assimilar novos conhecimentos, tarefa que lhe era extremamente agradável porque como médium trabalhadora da seara umbandista, buscava aprender e se atualizar para ajudar os seus semelhantes em busca de orientação e tratamentos espirituais, da melhor maneira possível, respeitando os valores de cada um. No seu modo de encarar a vida, nas crenças que abraçou ao longo da sua caminhada espiritual e posicionamentos frente às vicissitudes e percalços que surgiam ante seus passos muitas vezes trôpegos e vacilantes, aprendeu que o Orixá Tempo atua constantemente, de forma a tornar o caminho proveitoso e podendo modificar tudo em questão de segundos ou demorar anos sem nada acontecer, para que possamos assimilar as lições no momento em que estamos prontos para tal. Lições antecipadas demais não encontram eco e o vazio toma lugar de coisas que poderiam nos enriquecer, igual a dar conhecimentos avançados para criancinhas que estão no maternal. Não estão preparadas, não tem maturidade suficiente para fazer as ligações com a vivência e internalizar o conteúdo fazendo relações com o momento presente, ou com as mensagens que não entendemos e nos são repassadas diariamente pelos nossos guias e mentores. Ainda bem que eles têm uma paciência de Jó e a maioria não desiste de nós, caso contrário, estaríamos ralados e entregues a nossa própria sorte, quem sabe até com uma perna no umbral e outra também, ligados pelos nossos pensamentos, ações e desmandos egoístas, libidinosos e com mania de levar vantagens sobre os outros a qualquer preço.

Inter-relacionamentos cármicos.


domingo, 17 de novembro de 2013

O médium, o desejo cego e a paixão desenfreada.


        
O desejo, que leva ao prazer, pode surgir em forma de necessidade violenta quando na expressão primitiva da natureza humana. Sem o controle da razão, desarticula a emoção e conduz ao desajuste comportamental. É voraz e tormentoso, sobretudo na área genésica, revelando-se na busca sexual para o gozo. Muitos médiuns caem nas garras poderosas de ferrenhos obssessores quando se deixam dominar pela busca desenfreada do intercurso sexual vivenciando paixões avassaladoras. Não é incomum relatos de sérios tormentos e conflitos na seara mediúnica desestruturando grupos. Toda vigilância é pouca neste vasto campo de comportamentos humanos movidos pelo calor da paixão, do desejo cego e assédio desenfreado.
       Em esfera mais elevada, o desejo converte-se em sentimento graças à conquista de ideal que objetiva o bem comum e à propensão a realizações enobrecedoras frente a uma coletividade.
       Em qualquer caso, o desejo necessita ser bem administrado, a fim de tornar-se motivação de nosso crescimento psicológico e espiritual.
       O prazer vivenciado quando o ser é consciente e responsável frente as Leis Divinas não é expressão reduzida de lascívia. É, também, dos ideais ampliados que se alcançam, da beleza, das inefáveis alegrias do sentimento afetuoso, sem posse, sem exigência, e principalmente sem a ilusória dependência carnal do outro, ou o que é pior, de si mesmo.
       Muitos temem o prazer, por associá-lo ao pecado, daí nascendo certa consciência de culpa. O prazer, porém, é força criadora, responsável pela personalidade e mesmo pela esperança, e que faz parte da abundância e prosperidade do Criador.
       Desejo e prazer tornam-se alavancas que promovem o ser integral, ou abismo que o consomem dividido em remorso, culpa e baixa estima, advindo os transtornos psíquicos - recalques, fobias, traumas, remorsos,..., - e comportamentos inadequados no campo da afetividade criando-se os relacionamentos doentios.


 Texto adaptado do original de autoria do espírito Joanna de Angelis.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

A egrégora numa coletividade forma e sustenta a corrente mediúnica.


         
          Se várias pessoas reúnem-se com um único objetivo, formado por pensamentos, objetivos e energias, forma-se uma coletividade. Essa coletividade protege e estimula seus participantes a seguirem as diretrizes por ela pregadas, fazendo com que se fortaleça e cresça e, com o crescimento, torne-se maior o número de adeptos; em conseqüência desse maior número de participantes, maior será a força de atuação dessa coletividade.

           Todos, porém, devem estar voltados para o mesmo objetivo, para que se consiga obter o resultado mais salutar possível. Se apenas um elemento dessa coletividade, conhecida como corrente, desviar-se da diretriz,  será naturalmente eliminado dessa coletividade através da força das energias que a mantém.

            Se uma corrente é formada e utilizada com objetivos chamados mágicos brancos, nunca poderão ocorrer desvios da diretriz, isso por que um só elemento contrário a maioria dos participantes dessa corrente mágica, romperá essa corrente, permitindo a entrada de elementos do baixo astral em meio a essa coletividade, ocasião em que os resultados serão os mais danosos possíveis. Esses desvios normalmente ocorrem através de pensamentos daninhos, raivosos e egoístas em meio aos participantes da corrente, que incapazes que são, normalmente, de perdoar e auto avaliar seus maus instintos, vibram pensamentos extremamente negativos. Por esse motivo os cuidados com a reforma íntima, os pensamentos e com o controle das maledicências (falar mal das pessoas, fofocas, intrigas) devem ser grandes, não vibrando desta forma energias contrárias a diretriz.

            Toda coletividade é formada por duas correntes, uma material e outra espiritual. As falhas sempre ocorrem na material através de orgulhos, egos e vaidades exacerbadas.

            Para conseguir trabalhar em uma corrente de Umbanda é necessário que o adepto possua em seu coração a vontade inerente de se melhorar e de ajudar sempre que possível. De posse desse sentimento, o adepto não irá desviar-se da diretriz, evitando o próprio fracasso e o seu conseqüente aumento cármico e afastamento. Não vibre coisas contrárias ao que aprendeu, e não haverá fracassos.

            Todo médium que pertencente a uma corrente transforma-se num elo, que receberá dos demais elos, forças para suportar grandes pressões existente no decorrer da jornada evolutiva. Para que se mantenha a corrente forte e atuante qualquer cacique eliminará o elo fraco, antes do rompimento e comprometimento efetivo dos demais elos, partindo do princípio: corrigir o corrigível, afastar dos demais o incorrigível.

            A conduta moral de um médium e sua índole são as únicas coisas que ele possui ao seu alcance, para no futuro ser feliz ou não. Infeliz daquele que aprende o certo ensina o certo e pratica o errado. Para o plano astral, os discursos de perfeição de nada valem se os atos não forem correspondentes ao que é dito.

            É certo que todos os seres humanos possuem falhas, porém, estamos dentro de um limite evolutivo onde, se constatada, a má vontade em buscar o próprio progresso espiritual, dando vazão a sentimentos negativos, levará o médium para sua derrocada, sendo absorvido por formas de magia negativa, às quais por sua vez também são coletividades, que geram suas forças absorvedoras.

             Vale ressaltar, que quando falamos em magia negativa, não estamos falando de cenários tenebrosos e sim de um estado de espírito inferior que externamente pode facilmente ser mascarado com belos ambientes, discursos corretos e sorrisos constantes.


Abraços e Luz,

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Ramatís é a favor da codificação da Umbanda ou da unidade na diversidade religiosa???



Entenda os motivos dentro do atual contexto de época que impossibilitam a codificação da Umbanda, que já foi tentada anteriormente e fracassou. No atual momento planetário já temos religiões demais "codificadas" e a consciência coletiva no Brasil amadurece gradativamente para que possamos exercitar o amor e a fraternidade sob a égide de uma mesma religião universalista - Umbanda - conquistando-se uma unidade mínima de fundamentos e objetivos - essência una - em comum vivenciada numa saudável diversidade de formas rituais e litúrgicas nos terreiros. Naturalmente os pontos em comuns e convergentes caracterizarão uma "epistemologia umbandista", harmônica, sem que uma parte - escola ou autor - se imponha sobre o todo da religião, sobressaindo-se a união e o respeito nas diferenças. Também naturalmente os pontos da "doutrina" de Umbanda  vão se solidificando no tempo desbastando o inusual, o incomum e o inusitado frente à "doutrina" que ganha corpo e se fortalece a cada dia, sendo a mudança a única "tradição" pétrea, logo constante, numa religião que foi criada para se manter viva no tempo adaptando-se as comunidades que a ela se vinculam por afinidade e reciprocamente fazem da religiosidade despertada no íntimo de cada ser o "alimento" para o espírito imortal. Inquestionavelmente, o ponto em comum que se sobressai na maioria absoluta dos templos, terreiros, barracões e casas de axé umbandistas da atualidade é Jesus, bastando olharmos para os altares - congás ou pejis - de cada um(a) para constatarmos esta convergência doutrinária.
NORBERTO PEIXOTO.

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