terça-feira, 30 de julho de 2013

Falando de REZA FORTE - a Umbanda com Jesus. Novo livro de Ramatís e Pai Tomé.

LANÇAMENTO: Reza Forte - Ramatís.



        A umbanda é universalista, eclética e abrangente, como a tônica original da mensagem de Jesus contida em seu sublime Evangelho. Em Reza Forte, Ramatís une-se novamente a Pai Tomé para, desta vez, delinear uma abordagem profunda das práticas mágicas populares que escravizam os cidadãos a um sistema de trocas com o Sagrado, fazendo ambos importantes alertas de esclarecimento à luz dos ensinamentos libertadores de Jesus. Neste momento de transição planetária, em que urge a germinação definitiva do amor crístico no coração dos homens, a fim de que se possa mudar padrões de condutas equivocadas e alcançar a Terra Renovada, a umbanda vai gradativamente revendo ritos e cerimoniais distorcidos de suas genuínas raízes africanas pela atuação de sacerdotes interesseiros e venais, cumprindo assim a sua destinação espiritual traçada pelo Alto para o Terceiro Milênio.
       Ramatís e Pai Tomé ressaltam a atuação constante dos guias espirituais no trabalho de transformação íntima de seus médiuns, que se dá silenciosamente no contato fluídico através da mecânica de incorporação no terreiro; explicam sobre a origem multifacetada da umbanda, religião genuinamente brasileira com influências indígenas, africanas e europeias; relatam a verdadeira significação dos orixás, voduns e inquices; tecem detalhes sobre o transe de possessão; retomam as crenças indígenas e seus cultos ancestrais, remanescentes nos rituais de jurema, pajelança e catimbó.
      Esta obra traz, enfim, temas muito falados e pouco compreendidos do universo das religiões mágicas brasileiras. É portanto uma nova luz no entendimento de nossa diversidade espiritual.     

segunda-feira, 29 de julho de 2013

APOMETRIA: a egrégora que se forma é fundamental.

“A Apometria é uma técnica que permite com razoável facilidade a um grupo de médiuns treinados a indução para estados de desdobramento dos corpos mediadores; em especial o etérico, o astral e o mental. É também importante ferramenta de criação de campos de força. Não basta somente o conhecimento da técnica em si, mas é fundamental a egrégora (são aglomerados de moléculas do Plano Astral, que tomam forma quando criadas pelo pensamento nítido e constante de uma pessoa ou de um grupo de pessoas, e passam a 'viver' magnetizadas por essas mentes. Tais criações podem apresentar vários tipos: ' anjo da guarda' ou 'protetores', quando fortemente mentalizados pelas mães para a custódia dos seus filhos, e sua ação será benéfica; podem servir de perseguidores, obsessores, atormentadores, quando criados por mentes doentias; podem ser formas que se agregam à própria criatura que as cria mentalmente e as alimenta magneticamente) que se forma durante os trabalhos,pois é proveniente de cada elo da corrente a sustentação mental para que o 'lado de cá' possa agir em padrões vibracionais que normalmente exigiriam grande dispêndio de energia e esforço das falanges socorristas que dão apoio a esses trabalhos de cura desobsessivos. (Ramatís - Evolução no Planeta Azul, 2ª edição, pág. 58/59).”

sexta-feira, 26 de julho de 2013

UMBANDA: aspectos metafísicos e transcendentais da abertura dos trabalhos.

       
         O ritual de abertura de uma gira de Umbanda é um dos mais importantes e determina toda a sustentação vibratória magística com os Orixás, que serão fundamentais para a atuação mediúnica dos benfeitores espirituais.  Não por um acaso é um momento ritualizado, que exige disciplina, silêncio e concentração, que devem ser acompanhados de atitudes mentais e disposições emocionais imbuídas da mais alta fraternidade e amor ao próximo. Ocorre que são momentos que antecedem – abrem – o acesso a um plano suprafísico e atemporal, o qual vai sendo criado e desenvolvido no interior de cada um dos médiuns presentes à sessão, proporcionalmente ao grau de união e uniformidade ritualística que se tenha para esse momento na corrente, objetivando a criação e sustentação da egrégora pela emanação mental dos componentes da corrente, aos quais os espíritos do lado de lá atuarão “ancorados” para se manifestarem através do canal mediunidade.

O caminho seguro para o médium


O caminho mais seguro para qualquer médium lograr o melhor êxito no seu trabalho mediúnico é o estudo incessante aliado à disci­plina moral superior... não existem privilégios por parte de Deus para qualquer de seus filhos; em seu seio é inaceitável o milagre ou a magia, que contra­riam a disciplina das leis siderais. Deste modo, nenhum médium ignorante, fantasioso ou anímico transformar-se-á em um instrumento sensato, inteligente e arguto, se não o fizer pelo estudo ou próprio esforço de ascensão espiritual.

Não contrariamos a tese de que é preferível o médium analfabeto, ingênuo e imaginativo, mas dotado de virtudes cristãs sublimes, ao médium intelectivo, culto e desembaraça­do, porém vaidoso, mal intencionado ou interesseiro. Mas é evidente que ainda é melhor o médium humilde, bom e desin­teressado, mas estudioso das obras espíritas e dos bons com­pêndios profanos, que se imuniza contra os automatismos psi­cológicos, as sugestões alheias e as interferências anímicas.

   Ramatís - livro MEDIUNISMO.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Apometria é magia

“Se verificardes os compêndios disponíveis, que são considerados tratados de magia pelas escolas esotéricas e de ocultismo, podereis verificar que o pressuposto básico de todo trabalho mágico é a força mental utilizada conscientemente para determinados fins, que envolvem a manipulação de energias relacionadas com o Universo manifestado, dos planos astral, físico e etérico. As invocações dos espíritos da natureza (elementais), as formas geométricas, como pontos de apoio à concentração mental, a criação de campos de força magnéticos, os cânticos e mantras, as contagens e o estalar de dedos são milenares, e associados aos trabalhos práticos de magia. Sendo assim, afirmamos que apometria é a mais pura magia.

Isso não denota nada de excepcional, misterioso ou fantástico. A magia sempre esteve fundamentada em princípios científicos, da física, da química e da matemática, entre outras ciências. Por ser oculto, não quer dizer que não possa ser conhecido e dominado racionalmente à luz da inteligência e capacidade mental dos cidadãos da atualidade. O desconhecido e os planos suprafísicos se regem por leis harmônicas, como tudo no Cosmo. Gradativamente, os homens vão tendo acesso a esses conhecimentos da magia, e secreto, o misterioso, vai se tornando de senso comum. (Obra: Vozes de Aruanda - Ramatis, 1ª edição, pág. 86/87).”

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O médium e a iniciação à "luz do dia".

        
        Antigamente as iniciações espirituais eram secretas e exclusivas das confrarias esotéricas, cujas provas simbólicas e até sacrificiais, serviam para auferir o valor pessoal e o entendimento psíquico dos discípulos. Mas os candidatos já deviam possuir certo desenvolvimento esotérico e algum domínio da vontade no mundo profano, para então graduarem-se nas provas decisivas. Deste modo, o intercâmbio com os mestres ou espíritos desencarnados só era permissível aos poucos adeptos eletivos às iniciações secretas.
         No século XX, o discípulo evoluiu pelas provas iniciáticas que se lhe apresentam a todo momento na vida cotidiana, sem necessidade de recolher-se a instituições, conventos ou fraternidades iniciáticas. O treinamento do espírito deve ser exercido no convívio de todas as criaturas, pois sofrimentos, fracassos, vicissitudes ou misérias do mundo são lições severas e argüições pedagógicas do Alto, que graduam o ser conforme o seu comportamento. Não é preciso o homem isolar-se do mundo numa vida puramente contemplativa, a fim de alcançar a sabedoria espiritual que o próprio mundo oferece na experimentação cotidiana! O discípulo diligente e disciplinado na argüição espiritual da vida moderna promove-se para nível superior sabendo aproveitar cada minuto de sua vivência atento aos postulados crísticos contidos nos preceitos evangélicos de Jesus!

Yemanjá no Evangelho de Jesus

     
      Yemanjá é o respeito, o amor, o despertar da Grande Mãe em cada um, a percepção de que somos co-criadores com o Pai, podendo gerar a "vida". Jesus tinha o princípio do masculino e do feminino (animus e anima) em Sua essência divina, em perfeito equilíbrio interno. Hoje, temos uma visão totalmente distorcida e masculinizada do princípio feminino. Deus na realidade é: Deus-Pai-Mãe-Espírito. Temos dificuldade de penetrar na essência do feminino, que é a emoção, a doçura, a compaixão. É a energia que flui, a essência da doação, da harmonia, da vida em perfeito equilíbrio com a natureza, que espera com paciência, em seu próprio ritmo.
      Na vibração do amor, tudo se harmoniza e permite que vejamos e aceitemos as pessoas como elas realmente são. Amar é abrir o coração sem reservas, desarmar-se, entregar-se e doar-se. As águas representam as nossas emoções...
· "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos, senão aqueles que fazem a vontade do Pai?", disse Jesus demonstrando que Seu amor ampliava-se à toda a humanidade, para nos ensinar que, rompendo com os grilhões do parentesco carnal, formamos uma única família universal.
     Yemanjá, em sua vibração divina, cria os seus filhos para a vida, para que sejam cidadãos do mundo, respeitando a individualidade de cada um. Mãe zelosa quer e visa unicamente ao bem de sua coletividade. É considerada a Grande Mãe porque acolhe também os filhos adotivos, de outras mães. Num terreiro de umbanda é a agregadora dos grupos, o sentido de união, o humanitarismo, a procriação no sentido de progresso e prosperidade.
      Vovó Maria Conga nos esclarece: "O amor compreendido e praticado é como um pintor que reproduz obras que favoreçam a todos que são abrangidos pelo seu raio visual, provocando o desenvolvimento de novos valores internos, modificando os quadros mais íntimos de cada um, com as novas tintas e pincéis das conquistas realizadas em favor do outro".

domingo, 21 de julho de 2013

Jornada Mundial da Juventude (católica) - uma proposta de reflexão.

       

      A Jornada Mundial da Juventude (católica), que acontecerá no Rio de Janeiro, deverá reunir 4 milhões de jovens de todo o mundo durante uma semana. Os jovens querem pedir respeito à vida.
      Nós espíritas ficamos felizes ao ver os jovens reunidos por uma causa tão nobre e necessária. Mas, que não seja apenas um "oba oba" de jovens, apenas um evento para contar aos amigos e parentes, um momento de idolatria ao Papa ou para tirar fotos para postar no facebook. As religiões cristãs em geral precisam, urgente, informar os jovens católicos, protestantes, espíritas que, o respeito à “VIDA”, vai além de uma passeata ou reunião.
  • ·          O aborto, sexo desregrado, por exemplo, são desrespeito à vida de quem está para nascer e ao próprio corpo físico.
  • ·      O violento não respeita a vida alheia porque, geralmente, motivado por sentimentos contrários aos ensinados pelo Cristo se vingam, revidam agressões, etc.
  • ·         Os usuários de drogas não respeitam a sua vida porque lesam sua saúde e a do próximo, pois ficam violentos na abstinência. E quando não tem dinheiro para sustentar o vício, rouba, mata, assalta e estimula o tráfico que mata de maneira direta e indireta causando transtorno à sociedade e família.
  • ·         Os que compram produtos roubados não são a favor da vida porque está incentivando o roubo, o assalto que pode vir seguido de morte.
  • ·         Têm cristãos desrespeitando vidas no trânsito quando transgridem leis, quando bebem e dirigem, nos estádios de futebol, sem respeito pela vida dos animais, pois muitos incentivam a briga de galo, vibram nos rodeios, nas touradas, prendem aves em gaiolas, abandonam cães e gatos em estradas, vibram com as lutas do MMA, formam grupos que querem impor seu modo de pensar, agir, seu gosto musical, seu modo de vestir, etc., sem respeitar os demais.
  • ·         O que vemos também é jovem fazendo uso de “inocentes” bebidas alcoólicas nas festas da família, nas baladas e até mesmo nas festas religiosas. Então, se queremos pregar respeito à vida, precisamos rever nossa posição no mundo. Não podemos achar que bebida alcoólica é algo inocente. As pesquisas afirmam, há muito tempo, o contrário.
         Há jovens e adultos cristãos com dois comportamentos: um dentro da casa religiosa e outro fora dela. Onde as religiões estão errando? Infelizmente muitas pessoas ainda não estão entendendo a proposta de Jesus. Acham que fazendo carinha de santinho(a) dentro da casa religiosa e realizando o que a religião pede, tipo "passe", "sopa", "reunião mediúnica", batismo, missa, culto, etc, já cumpriram sua obrigação cristã. E fora da casa religiosa se permitem a todos os desregramentos achando que Deus não está vendo ou se está não se importa porque já fomos a casa religiosa e realizamos os cultos externos. Ora! Não nos enganemos. Precisamos esclarecer e dar exemplo aos nossos jovens. Preservar a vida vai além de fazer passeatas, de pedir paz, enfim, de pedir respeito à vida. É ação, é atitude. É não fazer, de maneira direta ou indireta, aos que convivem conosco neste planeta o que não queremos que eles nos façam. Sejam eles próximos ou distantes, um vegetal ou um animal.
         Aos espíritas, que acreditam na reencarnação podemos dizer que "A QUEM MUITO FOI DADO, MUITO SERÁ COBRADO". O corpo físico é patrimônio que Deus elaborou para servir de veículo ao Espírito nas suas variadas reencarnações. É com ele que o Espírito pratica seus conhecimentos e vive experiências necessárias, melhorando-se dia-a-dia. Assim, devemos ter para com nosso corpo um carinho e uma atenção especial, zelando e ofertando-lhe o que de melhor a natureza pode lhe dar. Daí o necessário repúdio as drogas, desde as mais simples, como o cigarro e a bebida alcoólica, até as mais graves; daí também o cuidado com a higiene; com a alimentação e os sentimentos equilibrados, enfim, com a saúde do corpo. Todo corpo físico merece respeito e cuidados, carinho e zelo contínuos, por ser a sede do Espírito, o santuário da vida em desenvolvimento.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Visão predominante dos espíritas em relação aos Pretos Velhos, Índios e Caboclos.


          Praticamente nasci e cresci na casa espírita, onde, desde cedo percebi atitudes discriminatórias com relação aos chamados espíritos de índios, caboclos e pretos velhos. Vistos como “irmãos inferiores” dentro da escala evolutiva, ainda hoje, esses espíritos continuam a usar a “entrada de serviço” ao chegarem aos centros. A velha visão “eurocêntrica” tão comum aos europeus da época de Allan Kardec, continua a ser aceita sem restrições no meio espírita. E isso, porque nós espíritas alardeamos aos quatro cantos do mundo que o espiritismo é uma doutrina científica e progressista.

        Infelizmente, contrariando o próprio codificador, muitos espíritas têm os livros da codificação como infalíveis e inquestionáveis. Alguns conceitos contidos nas obras básicas – e isso não é motivo para termos vergonha -, necessitam ser atualizados em caráter de urgência. Se não o fizermos, correremos o risco de cairmos no ridículo. As reações a essa re-leitura do pensamento de Allan Kardec – por parte de setores conservacionistas e fundamentalistas do movimento -, causam prejuízos que já podem ser sentidos: o ortodoxismo importado de outras religiões que, em muitos aspectos, soa como dogmatismo.

     Muitos articulistas espíritas quando abordam essas questões fazem verdadeiros malabarismos a fim de explicarem o inexplicável. A minha admiração por Allan Kardec reside justamente no fato de ele ter sido um homem como outro qualquer. Deixou uma inestimável contribuição ao pensamento humano, porém, sofreu as limitações impostas pela época em que viveu, pensou e escreveu. Isso, não é nenhum desdouro. De que adiantou Kardec ter dito que o espiritismo deveria sempre acompanhar a ciência? De que fé inabalável somente seria aquela capaz de encarar a razão face a face? Observemos os textos abaixo transcritos:

       “Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados” (Allan Kardec – A Gênese). Ou, ainda em Obras Póstumas, quando trata da “Teoria da beleza”: “O negro pode ser belo para o negro, como um gato é belo para um gato; mas não é belo no sentido absoluto, porque os seus traços grosseiros, seus lábios espessos acusam a materialidade dos instintos; podem bem exprimir paixões violentas, mas não saberiam se prestar às nuanças delicadas dos sentimentos e às modulações de um espírito fino”.

       Espírita honesto algum, em sã consciência, pode negar que em A Gênese, e em Obras Póstumas, ao se expressar sobre os negros e chineses, Kardec deixa escapar conceitos nitidamente preconceituosos. Preconceituosos sim, mas não racistas, como querem fazer acreditar alguns detratores mal intencionados da doutrina espírita. Entretanto, para os europeus do século 19, a Europa era, sem dúvida, a “última coca-cola gelada do deserto”. Deveria ser, assim, o parâmetro para se avaliar todas as demais culturas do mundo.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

BANHOS DE ERVAS E SEUS MECANISMOS ENERGÉTICOS

“As ervas para os banhos de descarga fluídica, curativos ou desenvolvedores, são eficientes quando receitadas de acordo com o tipo planetário da pessoa necessitada e desde que sejam colhidas sob a influência astrológica e lunar favoráveis. As ervas prenhes de seiva vegetal também estão saturadas de vigoroso potencial magnético, e por esse motivo produzem efeitos miraculosos, eliminando os fluidos perniciosos aderidos ao perispírito e curando as piores enfermidades. Existe na seiva vegetal um 'quantum' de eletricidade tão comum quanto a que se diz biológica e impregna o corpo humano, a qual provém da própria terra, pois é atraída e concentrada pelo duplo etérico, exsudando-se ou se irradiando depois pela aura das plantas, dos animais, das aves e criaturas humanas. Conforme as influências astrológicas e a ação lunar, essa 'eletrização' aumenta, diminui ou fica inativa nos duplos etéricos das plantas. Em consequência, a colheita deve ser tão hábil e inteligente, que se possa aproveitar o máximo de energia 'elétrica vegetal' contida na espécie desejada. Assim, quando o enfermo ou necessitado tem a sorte de adquirir ervas supercarregadas de seiva e potencial eletromagnético, para fazer seus banhos de descarga ou terapêuticas, ele jamais deixa de obter bom proveito. Mas, se a colheita for efetuada sob o influxo astrológico e lunar negativo, não há dúvida, tais ervas não passam de inócuos 'cadáveres vegetais'. (Obra: Mediunidade e Sacerdócio, 1ª edição, pág. 223/224).”

TIPO DE BANHOS:

segunda-feira, 15 de julho de 2013

APOMETRIA não substitui a reforma íntima.

O Triângulo da Fraternidade disponibiliza para a comunidade, o trabalho de apometria que se dão as segundas-feiras. No primeiro momento dos trabalhos realizamos um diálogo fraterno com cada consulente que nos procura, para que ele possa expor os motivos que o levaram a pedir um atendimento.


        Percebemos que a maioria das pessoas que nos procuram vem pela primeira vez na casa e estão muito machucados psíquica e emocionalmente, sendo que algumas já passaram por vários outros grupos de ajuda sem ter resultados positivos. Outras pedem um atendimento, pois no seu precário entendimento de apometria, concluem que seria uma maneira rápida de sanar as dificuldades de relacionamento, pendências financeiras, desilusões amorosas, crises existenciais e conflitos humanos em geral, enfim uma maneira fácil de abrir os caminhos sem nenhum esforço.
  O trabalho de apometria não substitui a reforma íntima. Ou melhor: não existe técnica ou tratamento espiritual baseado na preguiça, nem paz interior sem reforma íntima, estudo, esforço, sacrifício, abnegação e renúncia. Para quem não conhece a apometria ela é mais uma ferramenta concedida pelos benfeitores espirituais para chegarmos à auto-cura.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

APOMETRIA: ressonância vibratória do passado (despolarização do estímulo de memória) é diferente de terapia de vidas passadas.


PERGUNTA: - Solicitamos pormenores para a nossa compreensão sobre as chamadas ressonâncias vibratórias de vidas passadas.  
            RAMATÍS: - São espécies de transferências vibratórias, oscilantes e intermitentes, mas com aguda repetividade, de traumas registrados no inconsciente milenar para o consciente da atual encarnação. Pensamentos em desalinho, pânicos sem causa aparente, receios exagerados, insônias, comportamentos compulsivos, entre outras causas não aparentes, afluem no comportamento do ser, gerando ansiedades, depressões, ódios e dificuldades gerais que levam rapidamente a um quadro de esgotamento psíquico, advindo doenças variadas no equipo físico. Se há sintonia com espíritos sofredores em mesmo estado mental, pelas repercussões vibratórias que se intensificarão, rapidamente se agrava o quadro mórbido do encarnado, como aludimos nas respostas sobre os bolsões de espíritos sofredores e as induções mentais.

PERGUNTA: - Supomos que os grupos de Apometria também façam terapia de vidas passadas?
            RAMATÍS: - Supondes inadequadamente. Se assim os há, grupos de Apometria que estão fazendo terapia de vidas passadas, é misturar alhos com bugalhos, ou querer fazer uma salada de pepino com jabuticaba.
            A terapia de vida passada parte do interesse do paciente em esclarecer traumas que o perturbam, sedimentados em existências anteriores, e que fluem para a vida presente, como gatilhos que se soltam sem explicação racional à luz de outras terapêuticas, inclusive da própria medicina. É o despertar pessoal que conta, baseado na vivência da pessoa que está aos cuidados do médico ou psicólogo terapeuta de vidas passadas, que o conduzirá com habilidade, num clima de confiança recíproca entre ambos, sendo o doente ativo no processo de libertação.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

APOMETRIA: aparelhos parasitas e obsessões.

“Nem todo aparelho parasita implantado nos corpos etéricos dos encarnados enfermiços, dementados, com alienação geral e outras sintomatologias graves faz parte dos processos de magia negativa. No mais das vezes, são decorrência da mais pura tecnologia, que está em estágio mais avançado no Plano Astral e nas organizações trevosas que habitam a subcrosta terrestre do que entre os terrícolas encarnados. As comunidades do Umbral Inferior tem recursos tecnológicos, inclusive com centros de pesquisas, engenheiros, físicos, bioquímicos e os mais variados cientistas que o mal pode arregimentar.
Uma das técnicas obsessivas mais “refinadas”, e que dificulta sobremaneira os atendimentos obsessivos “tradicionais”, nas quais “somente” a preleção evangélica como ferramenta de esclarecimento prepondera, é a implantação de aparelhos parasitas no sistema nervoso etérico dos obsediados. Essas pequenas engenhosidades tecnológicas podem ser colocadas no bulbo, no cerebelo, nos lobos frontais, na medula espinhal, entre outros locais físicos, relacionados com o psiquismo do ser. Geralmente tem dispositivo eletroeletrônico com a finalidade de interferir nas sinapses nervosas. Disparam-nas os sentimentos negativos de vaidade, ódio, ciúme, concupiscência, causando verdadeiros curtos-circuitos nas redes sinápticas, dores de cabeça terríveis e os mais variados distúrbios psicobiológicos, quando desestabilizam os chacras e as glândulas correspondentes a esses centos energéticos, intensificando os quadros mórbidos pela interferência no metabolismo hormonal, daí advindo as doenças mais variadas. (Obra: Evolução no Planeta Azul, 2ª edição, pág. 102/103).”

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ciganos - a Terra é a minha pátria, o céu é o meu teto e a liberdade é a minha religião!

A Terra é a minha pátria,
O céu é o meu teto
E a liberdade é a minha religião!

      Essas poucas palavras deixam claro a extensão do sentido da palavra liberdade para os ciganos.

       Segundo algumas fontes históricas de pesquisa, os ciganos teriam aparecido por volta de 3000 atrás, na Índia, e  no ano de 2400 d.C.  quando os persas invadiram  a Índia, teria acontecido uma diáspora; dessa, dois grandes grupos se formaram, um seguindo para a Europa (os Peclom) e o outro (Beni) teria atingido a Síria, o Egito e  a Palestina.  Há vários clãs ciganos dessas descendências.

       No Brasil os ciganos teriam chegado por volta de 1574, embora  haja relatos de alguns grupos terem chegado antes, como degredados.

       
        Possuem um código próprio de honra e são regidos por suas próprias leis que são guardadas por um tribunal- a kris Romanis- que é formada por homens sábios de seu povo e presidida pelo  barô, nome dado ao cigano líder de cada grupo.

       O mestre de cura é o Kaku (xamã) dotado de grande paranormalidade, podendo ser homem ou mulher.

       Na sua estrutura social, há integração e o respeito aos idosos, desconhecendo-se  que algum idoso tenha sido abandonado. As crianças são sua maior alegria , e são cuidadas por todos do grupo.

       Possuem ritos próprios  para nascimentos, casamentos e morte.

       Ritos e nascimento:

                              - nome civil para não ciganos-
                              - nome para o clã-
                              - nome secreto dado somente pela mãe-
                              - banho da sorte-
                              - pão das três fadas –
                              - apresentação da criança à lua cheia.

        Os ciganos estão relacionados à magia  e ao poder divinatório  de maneira muito forte.

       No livro do Tarô Cigano, há o relato feito em 1879 pelo professor de matemática  e estatística  Jean Pierre Dunant, que estudou papéis encontrados em uma livraria de Budapeste, na Hungria,  os quais relatavam  a história  e a magia dos ciganos e dezenas de métodos divinatórios. Para corroborar seu achado o professor conviveu com um grupo cigano por volta de 4 anos, concluindo que os ciganos tinham um poder fora do comum para adivinhar coisas.

       A leitura de cartas, do Tarô, a quiromancia  são artes divinatórias bem populares praticadas pelos ciganos, porém o que chama a atenção é que para eles, a quiromancia é mais que um sistema divinatório, é um inteligente esquema  de orientação sobre  o corpo, a mente e o espírito; sobre a saúde e o destino.

       Os ciganos são possuidores  de um espírito livre dos condicionamentos  das pessoas organizadas em sociedades normais, são também detentores de de uma rotina em que a arte divinatória  é comum ao cotidiano do grupo.  Esses fatores aliados a outros de suas tradições, criam uma aura mágica em torno deles.  Esse fascínio pelo mistério dos segredos éticos do grupo, por suas tradições, pelos poderes divinatórios se estendem aos “ciganos do além”, ou seja, aos trabalhos espirituais em que  se apresentam  espíritos  na forma de ciganos.  O porque desse fascínio  é pela aura secular  que se formou e  segue buscando a mágica das soluções rápidas. A música, a dança, a alegria contagiante, enche o ar de um clima diferente e reascende  “o mágico”  que a história  e as tradições mantém.

domingo, 7 de julho de 2013

Apometria: criação de campos de força.

PERGUNTA: - Poderíeis dar-nos maiores detalhamentos quanto à criação de campos de força? Qual a finalidade?
            RAMATÍS: - Sois circundados por energias no infinito manancial cósmico que está a vossa disposição. O pensamento é atributo de todos os espíritos. Esqueceis muito facilmente que o fato de vos encontrardes retidos num escafandro grosseiro, pesado, que é o invólucro carnal, o plano físico, não delimita vossa potencialidade criadora, pois o Eu Sou, que é o espírito imortal, continua latente em vós. Nesse sentido, podeis movimentar as forças e energias cósmicas, como se fosseis espírito livres no Cosmo. Sendo assim, a técnica apométrica propicia aos operadores treinados enormes possibilidades de movimentação dessas forças, por meio da criação de campos específicos. Os impulsos energéticos propiciados pelas contagens e formados pela egrégora mental, criam na dimensão etérica e astral poderosos campos de forças de natureza magnética, com grande capacidade de detenção e interferência quando se trata de espíritos sofredores e excessivamente animalizados ou para higienização astralina dos ambientes de trabalho. A região espacial que se tem por alvo pode ser envolvida em campo de força piramidal, cilíndrico, triangular, cones, esferas, em freqüências e densidades específicas.

            PERGUNTA: - Para nosso melhor entendimento, quais as situações que exigiriam grandes dispêndios de energias das falanges socorristas e que são "supridas" pelos grupos de Apometria?

            RAMATÍS: - Todas os planos vibratórios que vos circundam são energias e freqüências atuando em densidades diferentes. As falanges socorristas obtêm maior "eficácia" em suas movimentações nos grupos moralizados, em que o amor crístico é a base dos seus ideais de caridade. Nos casos obsessivos mais complexos, em que a magia negra atua por meio de formas-pensamentos altamente deletérias, bolsões de espíritos sofredores são "imantados" nos campos energéticos dos alvos visados em troca dos despachos pagos dos mais variados tipos e finalidades, caracterizando forte influenciação de campos magnéticos negativos e destruidores que se agravam sobremaneira com fixação de aparelhos parasitas no sistema nervoso etérico e instrumentos para provocar doenças as mais variadas. Nesses casos em especial, geralmente de encarnado em desequilíbrio com ressonância de vidas passadas e que envolvem processos de magia negra, os grupos apométricos, com suas técnicas, se mostram valiosos instrumentos de trabalho para a Espiritualidade.

Do livro EVOLUÇÃO NO PLANETA AZUL.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

APOMETRIA: BOLSÃO DE ESPÍRITOS SOFREDORES – AFINIDADE, SINTONIA E INCORPORAÇÃO.


“Suponhamos um encarnado abruptamente desligado do corpo físico por um acidente traumático, um incêndio. No Astral, esse ser se vê indefinidamente na situação do desencarne abrupto, como se eternas labaredas lhe fritassem as carnes, num quadro de demência que cria continuamente formas pensamento do cenário fatídico, como teatro real plasmado com personagens fictícios, que são criados pela mente em desequilíbrio. Num certo instante desse processo dantesco, outros espíritos na mesma condição mental estabelecem faixa sintônica com essa egrégora criada pelo primeiro encarnado, que até então estava sozinho na sua louca ideação. E, assim, sucessivamente, outras entidades na mesma condição existencial, todas queimadas pelas chamas na Terra, vão se juntando como fiéis personagens de um roteiro escrito pelas mesmas sensações e emoções em desalinho. Está estabelecido o que denominamos de 'bolsão de espíritos sofredores', tal qual uma gigantesca bolha que é plasmada no Umbral Inferior e que mantém imantados grupos de espíritos à sombra da sua circunferência. Atrai cada vez mais entidades para seu interior, por poderoso processo de influxo magnético mental coletivo que afeta sobremaneira os que se lhe afinizam com a área de influência. Isso é só um pequeno exemplo da plasticidade do Plano Astral." 

Do livro: Ramatís - Evolução no Planeta Azul, 2ª edição, página 72.  

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Trabalho mediúnico em casa e nos consultórios terapêuticos

Ufa… Trabalhando, escrevendo, organizando, respirando, prevendo, preparando e ainda encontrando pérolas, novas oportunidades e mais pontuais respostas.
Assim estão sendo meus dias. Dias abençoados, com certeza.
E envolvida por este movimento todo folheei o JUCA, nosso jornal de umbanda, de 2006 – edição de novembro, número 04 (creio que poucos ainda o tenham) e, em meio às minhas organizações, preparações, trabalhos e momento…. encontrei um texto que cai perfeitamente nesse dia de hoje e em muitos outros dias e dias.
Compartilho com muita esperança de melhoras e tomada de consciência.
Observamos alguns irmãos umbandistas arrastarem móveis, a fim de obter espaço para improvisar congas em suas residências. Logo estão a dar consultas e todo tipo de atendimento em suas moradas. Qual vossa opinião sobre as atividades de caridade realizadas em ambiente doméstico?
RAMATÍS: – Infelizmente, esta situação é corriqueira. É generalizado o desconhecimento dos fundamentos mínimos da consagração vibratória de um templo de umbanda. Os trabalhos realizados durante uma sessão de caridade (consulta, desobsessão, desintegração de formas de pensamento, morbos psíquicos e larvas astrais), aliado ao desmanche de magia negra e de outras ferramentas de ataques psíquicos espirituais, necessitam de campos de força adequados para proteção, como forma de dissolver todos os restos fluídicos que ficam pairando no local, no éter circunscrito à crosta terrestre. É como se uma casa de umbanda fosse uma enorme usina de reciclagem de lixo astral. Atividades sem nenhuma fundamentação defensiva no campo da alta magia, não amparadas pela corrente mediúnica e os devidos condensadores energéticos, tendem a se tornar objetos de assédios das regiões trevosas.
Os trabalhos de caridade em vossas residências impregnam negativamente o ambiente doméstico. Há uma diferença enorme da benzedeira, que é toda amor e hora ardente no cantinho de sua choupana, com fé desinteressada, e os médiuns vaidosos que trabalham em casa com seus guias “poderosos”, que tudo fazem por meia dúzia de moedas. Os que persistem em sua arrogância, a ponto de prescindir de um agrupamento e de um templo ionizado positivamente para a descarga fluídica de uma sessão de caridade, acabam tornando-se instrumentos das sombras, muitas vezes à custa da desunião familiar de doenças e ferrenhas obsessões.
retirado do livro VOZES DE ARUANDA ditado por Ramatis através de Norberto Peixoto
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Bom, como sempre falo abrir um Terreiro, não é só incorporar e por tudo na mão do Guia Espiritual. Existem obrigações, assentamentos, firmezas e fundamentos que devem ser preparados e zelados pelo médium especificamente e não pelo Guia.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MAS AFINAL, QUEM É UMBANDISTA?

Por Manoel Lopes
Núcleo Mata Verde
http://www.mataverde.org
Sabemos que a umbanda por ser complexa e universalista possui em seu bojo muitos assuntos polêmicos.
Entre as várias questões conhecidas, acreditamos que existe uma que pode ser considerada como principal.
Esta é a definição de quem é umbandista.
Parece uma coisa simples, óbvio, mas não é.
Neste texto vamos procurar estudar um pouco esta questão e desta forma provocarmos a reflexão e o debate sobre esta questão primordial.
Conforme já tivemos oportunidade de escrever em vários textos publicados neste blog os umbandistas não conseguem aceitar as informações pesquisadas e divulgadas pelo IBGE sobre o CENSO  ou empresas de pesquisa como o DATAFOLHA.
Em todas estas pesquisas o número de pessoas que se assumem como Umbandistas,  sempre é reduzido, atualmente algo em torno de 0,3% da população brasileira.
Os umbandistas então gritam aos quatro cantos que estas informações estão erradas, que o número de umbandistas no Brasil é de milhões de brasileiros, e para isso alguns citam que os Terreiros estão lotados, cheios de pessoas na assistência, que fazem filas na porta.

Alguns mais afoitos acusam estas instituições sérias, de preconceito e perseguição contra os umbandistas.

Outros se lembram das festas de fim de ano, nas praias onde as pessoas se vestem de branco, pulam as sete ondas, bebem muita champanhe, jogam flores ao mar, ao som de muita música e shows pirotécnicos  normalmente patrocinados pelo poder público para atrair turistas.
Aqui podemos fazer algumas perguntas:

O QUE É APOMETRIA E PARA QUE SERVE?

- Apometria é uma técnica terapêutica de Auxílio espiritual, baseada no desdobramento anímico, ou seja, o afastamento dos três corpos pertencentes ao quaternário inferior - duplo etéreo, corpo astral e mental inferior ou concreto - provocado por um campo de força criado pela mente de outra pessoa ou grupo, através do qual se trata outro ser, sintonizando e acessando suas desarmonias;


- Apometria, portanto é tão somente uma técnica de apoio, que facilita o desdobramento dos sensitivos médiuns que estão atuando no grupo. Idem em relação ao atendido -  podendo ser utilizada independente de denominação religiosa, opção de culto ou credo, pois é totalmente universalista e convergente;

- O que acontece a partir daí e que estabelece a abrangência terapêutica do atendimento é dirigido pelo plano espiritual, que sabe o merecimento e até que ponto o exercício do livre arbítrio do consulente é responsável por suas mazelas desde que a “semeadura é livre e a colheita obrigatória”;
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