quarta-feira, 5 de junho de 2013

Falando de Iniciação espiritual ou filosofia iniciática.


Embora iniciado nos ritos externos, somente a vivência prática que o tempo traz, fará do adepto a uma determinada filosofia iniciática um verdadeiro mestre de si mesmo, com humildade conquistando sua independência espiritual de dentro para fora e tornando-o potencialmente uma consciência divina - "Vós Sois Deuses" sentenciou Jesus.

A busca do Êxtase Sagrado, transe de possessão ou estados alterados de consciência, sempre estiveram intimamente ligados à prática iniciática, em todas as tradições espirituais e religiosas das mais diversas civilizações e nações da Terra.

A iniciação significa admissão aos Mistérios confiados a determinadas Hierarquias que tinham nos sacerdotes - hierofantes - os responsáveis por determinados ensinamentos e práticas.

Quando mencionamos Espiritualidade, fica bem claro que não se trata aqui de um fazer solitário apoiado por convicções individuais, pois ninguém nasceu  “ pronto” e a evolução humana tem sido uma longa corrente onde cada elo tem o seu papel importante e impulsionador, para que cada um vá mais adiante.

Muitas iniciações aos Mistérios se perderam com o declínio das diversas nações e outras se mantiveram secretas, em virtude da perseguição promovida pela inquisição. Por outro lado, após este período de obscurantismo, a Era de Aquário vem reavivar e popularizar essas práticas, tornando mais abrangente a sua atuação.




Embora cada Ordem ou Linha Iniciática tenha sua identidade própria, os propósitos são semelhantes. A finalidade principal de uma iniciação é o processo de expansão de consciência, fazendo com que os corpos se alinhem para se tornarem extensão das energias criadoras na Terra. Iniciações são marcos na trajetória da consciência rumo a sua origem. É um caminho de transcendência das limitações materiais para acesso a níveis suprafísicos, superiores.

Seus rituais são cerimônias de “passagem” que permitem ao neófito adentrar uma realidade até então desconhecida. Neles ele terá oportunidade de demonstrar uma série de atributos e o comprometimento em estudar e praticar os princípios ali apresentados.

Dele espera-se que mantenha o discernimento necessário para fazer desabrochar sua inteligência espiritual e exercer sempre a liberdade do seu livre-arbítrio. Embora respeitando e submetendo-se à hierarquia dos seus maiores, só o domínio pleno de si mesmo através do auto-conhecimento e a liberdade da sua alma poderão fazer frente aos embates com as forças ocultas com as quais frequentemente se defrontará.

Mesmo iniciado nos ritos externos, somente a vivência prática que o tempo traz, fará do adepto um verdadeiro mestre de si mesmo, com humildade conquistando sua independência espiritual de dentro para fora e tornando-o potencialmente uma consciência divina -  "Vós Sois Deuses" sentenciou Jesus.

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