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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Os significados do Congá - altar - na Umbanda.


Em todos os tempos o altar teve o propósito de centralizar o conjunto vibratório.
Desde remotas eras o fogo , a chama sobre o altar simbolizava  a luz divina, desde Atlântida, passando pelos egípcios, gregos , hindus  , celtas e Tb os romanos.  Se lembrarmos que  durante séculos, , milênios, a iluminação era feita pelo fogo.  Até hoje , acendemos velas , representando a luz, o divino.

·    Kardec, foi sacerdote druida, e eles faziam o altar  nas florestas , para trabalharem diretamente com as forças da natureza.
Na umbanda  o gonga tem a mesma função, pois nele está a centralização,  a convergência vibratória

Os elementos dispostos nos altares tem a função específica  de atraírem nossas mentes para um foco, nos remetendo a um referencial que sucite uma identificação com o sagrado, ou com os elementos de nossa fé.

Se associamos o criador a luz, a chama  no altar remete  nosso inconsciente a se identificar com a chama divina. Feita a identificação ( a nível inconsciente) nos tornamos reverentes, buscando  o mais alto ou o mais puro, o mais sincero de nós para se comunicar...então elevamos nosso padrão vibratório, e nos tornamos sem o saber, mais receptivos  às energias  que vem do alto.

O  livro Umbanda –Pé –no Chão define o  gongá ( altar) como o mais potente aglutinador de forças do terreiro. Ele coloca o altar com: atrator , condensador , escoador, expansor, transformador e alimentador de diferentes energias.

Atrator- o altar atrai pensamentos referentes as imagens  e aos elementos que apresenta...quanto mais harmonioso, maior a atração. Aquilo que é visto  é vibrado, então , as vibrações de amor, de gratidão, de confiança , entre outras, são atraídas para o conga (altar).

Condensador – no conga, são condensadas as ondas mentais oriundas do que  acontece no terreiro, palestras, consultas , por exemplo.

Escoador- o conga funciona como um para-raio, escoando para a terra o que ainda tiver de negativo na pessoa.

Expansor- expande o positivo, ou seja,  as ondas mentais positivas  presentes, uma vez atraídas, são expandidas em movimento constante...são devolvidas ao ambiente.( combustão)

Transformador-  no conga, acontece  o reciclar do lixo astral.
Pela força do amor e das energias positivas que ele agrega, nada de negativo ali permanece.

Alimentador- essa função significa que o gongá é o sustentador vibratório do trabalho no terreiro.

No inicio , falei em ser o altar o centralizador do conjunto vibratório, então ali somam-se as forças positivas oriundas   dos presentes, das atividades da casa e dos mentores que emitem e condensam suas vibrações no conga, todos  e todas elas, ligadas as energias do pai maior.

Nos dias atuais  as atividades do dia a dia, nos absorvem  a ponto de não termos tempo para nos reservarmos  um espaço  para nos conectarmos com o divino.
...trabalho...filhos...parentes...aflições...distâncias... e não conseguimos chegar frente ao altar, frente ao conga.

Estamos numa era de muita tecnologia, as mensagens religiosas  chegam pela internet, pelo vídeo, e nos beneficiam, mas ainda  assim temos que ter tempo para ler, para ouvir, e para refletir...e isso  nem sempre acontece. Estamos  numa era de redescobrir, reler o que já foi dito, reavaliar , e nesse redescobrir, redescobrir a nós mesmos, nossos potenciais, nossas fraquezas e a luz da razão, trabalhar em prol de nossa evolução.

Então, numa época tão agraciada pelas redescobertas, precisamos redescobrir o altar disponível 24  horas  a nosso favor.

Esse espaço milenarmente objeto do simbolismo do sagrado amor divino...nosso chacra cardíaco...nosso coração, sede dos sentimentos mais altos, mais puros, e capazes de nos conectar ao divino.

No amor romântico, é cobiçado o amor , que está no coração do outro, seu ponto mais alto... nos guerreiros antigos,  exibir um coração pulsante na mão, era uma suprema gloria, uma vitória.

Nesse altar interno, simbolicamente está depositado o elo de ouro  que nos liga  ao pai maior. É ai nesse espaço sagrado, onde guardamos na memória celular  o sentimento que mais se aproxima  do amor divino.

E é nesse altar interno que podemos buscar a força.  Essa força , ancorada no amor presente em nosso coração , é capaz de nutrir as necessidades de nossa alma. Nutrir com coragem, tolerância, carinho, gentileza, então uma vez nutridos, nos sentimos fortalecidos  para os embates do cotidiano.

Façamos a experiência, coloquemos nosso pensamento no centro cardíaco, e nos visualizemos envoltos em uma chama de luz...não depende de estar aqui ou acolá, poderemos estar em qualquer  lugar, basta pouco tempo,...tente.

Temos os sítios da natureza  como formas de altares, e assim o são, pois são  sítios de vibrações específicas da vontade divina.
Então, temos  três formas de  altares:  templos,  sitos da natureza e o nosso altar interno...

Ponto da Oxum

Na cachoeira mamãe Oxum fez seu altar
Na cachoeira  todos  caboclos vão rezar
Na cachoeira  a água rola sem parar
Tirando o limo lá das pedras
Deixando todas a brilhar
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