segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um desabafo sobre apometria

Videoaula elucidativa sobre apometria. Válidos esclarecimentos sob os auspícios da Lei Maior de Causa e Efeito. Que bom seria que todos os detratores da apometria, que carecem de profundidade por a desconhecerem na prática, assistissem e revissem suas opiniões preconceituosas. Ao mesmo tempo, também é indicada para os que acham que a apometria faz milagres.

 Paz, saúde, força e união.

 NORBERTO PEIXOTO.


Estava olhando alguns e-mails recebidos e colocando as notícias em dia, daqueles meus amigos queridos que estão afastados por problemas de toda ordem, com quem mantenho contato regular pelo Face, o que contribui para diminuir a saudade, quando...me deparei com um email recebido com alguns vídeos que abordavam a Apometria.

Diga-se que esta técnica denominada Apometria foi desenvolvida pelo Dr. Lacerda, após anos de estudo e pratica em atendimentos dos distúrbios anímicos obsessivos. E devido ao seu espírito curioso e capaz, por ser médico humanista e voltado para o bem estar dos pacientes, com muita determinação e metodologia científica, intuído e auxiliado pela espiritualidade superior, colocou em dois excelentes livros o resultado de suas pesquisas, observações, estudos e práticas. Anos de estudo, dedicação, simplicidade e modéstia na divulgação de seu trabalho. Pretendia também abrir frentes na medicina para que os médicos praticassem a medicina da alma, abrindo assim novos horizontes no entendimento da complexidade espírito-material dos seres.

Não vou citar fontes nem nomes, mas como dizem na atualidade os jovens de todas as idades, porque os mais velhos decidiram adotar o comportamento dos mais novos na vestimenta, nos maneirismos e no modo de falar:

 - CHOQUEI! FIQUEI BEGE COM OS TAIS VÍDEOS!

Achei as explicações dadas tão simples e “geniais”. Vejam só! Que maneiro, nos libera de qualquer compromisso maior, com a nossa caminhada espiritual, com o progresso e o aprendizado no planetinha-escola, que parece que virou uma grande gandaia, uma farra onde tudo termina em pizza.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O giro do caboclo no transe de possessão na Umbanda.

       
       Nos estados acentuados de transe de Caboclos, os médiuns assumem posturas de grande segurança, altivez, destreza e mobilidade. Durante as danças rituais aos sons dos atabaques conjugados com a entonação dos pontos cantados, que são mantras de fundamentos mágicos propiciatórios e indutores de estados alterados superiores de consciência, as entidades do lado de lá, muitas de grande beleza entre cores iridescentes, momentos em que os médiuns se acoplam num mesmo espaço sagrado com estes guias, e giram em torno de seu próprio eixo, havendo um perfeito entrosamento e encaixe vibratório entre o perispírito do medianeiro e da entidade comunicante – plexos nervosos e chacras dos médiuns ficam justapostos interpenetrados com os chacras e corpo astral do espírito que o “toma” tornando-se ambos um só a nossa clarividência. 

          São vivências mediúnicas com o nível de consciência coletiva em que todos os presentes na comunidade terreiro são tocados e convidados a participar do ambiente espiritual formado e em conformidade com o grau de compreensão e sensibilidade de cada um dos participantes desses ritos indutores do transe de possessão.

          É realizado um “giro” espontâneo e natural imposto pelo Caboclo em torno da medula espinal que forma o eixo de chacras que liga o corpo físico com o corpo astral através dos milhares de circuitos eletromagnéticos localizados no duplo etéreo do medianeiro. Os vórtices energéticos do corpo astral do espírito do lado de lá tem força centrífuga e centrípeta que harmoniosamente mantém a integridade da entidade quando se aproxima do plano material através de um intenso rebaixamento vibratório imposto. 

         Imaginemos um escafandrista em profundas águas lodosas que não tivesse a sua aparelhagem de mergulho precisamente calibrada para o mesmo suportar as grandes profundidades. Assim ocorre com o espírito comunicante que se não tiver adequadamente “acoplado” em seu médium pode danificar em certos pontos sensíveis o seu corpo mais sutil que é o astral e até causar danos ao medianeiro.

       O giro provocado em tono do eixo da medula espinal é um ajustamento de sintonia fina entre os movimentos de forças que convergem interpenetrando-se - chacras com chacras -, mantendo-se assim a perfeita inviolabilidade do sistema orgânico do aparelho mediúnico, dos seus gânglios, plexos e glândulas endócrinas.

         Muita paz, saúde, força e união!!!

         Norberto Peixoto.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Anomalias psíquicas espiritualmente transmissíveis


1. Espiritualidade Fast Food: A espiritualidade Mix com uma cultura que celebra a velocidade, a multitarefa e gratificação instantânea onde o resultado seja provável a espiritualidade fast-food. Espiritualidade fast-food é um produto da fantasia comum e é compreensível para o alívio do sofrimento de nossa condição humana, ele tem que ser rápido e fácil. Uma coisa é clara: a transformação espiritual não pode ser obtida como uma solução rápida.

2. Falsa espiritualidade: A falsa espiritualidade é a tendência de falar, vestir e agir como se o imaginário visse o que outra pessoa espiritualizada faria. É uma espécie de imitação da espiritualidade. Imita a realização espiritual da mesma maneira que um tecido pode imitar a pele genuína de um leopardo.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Afinal, quem foi São Jorge?

No Rio de Janeiro o dia 23 de abril é feriado estadual em comemoração ao “Santo Guerreiro”, data de seu falecimento. O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, instituiu o feriado Estadual pela Lei nº 5198, em 05 de março de 2008. Sendo publicado em 03 de junho do mesmo ano, pelo projeto de Lei nº 339/2007.

O Dia de São Jorge é celebrado por várias nações para quem São Jorge é o santo patrono. Entre os países que comemoram a data, destacam-se o Reino Unido, Portugal, Geórgia, Catalunha, Bulgária e pelos goranis. No Reino Unido, o Dia de São Jorge é também o Dia Nacional. O Dia de São Jorge é também comemorado localmente em Newfoundland (Canadá) e em Adis Abeba (pela Igreja Copta Ortodoxa Etíope).

São Jorge (275 - 23 de abril de 303) foi, de acordo com a tradição, um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana). Também é venerado em diversos cultos das religiões afro-brasileiras, onde é sincretizado na forma de Ogum. É imortalizado no conto em que mata o dragão e também é um dos Catorze santos auxiliares. Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, sua memória é celebrada dia 23 de abril como também em 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele na Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I.


A História

Jorge de Anicii nasceu no ano de 280 d.c na antiga Capadócia, região do sudeste da Anatólia, que atualmente faz parte da República da Turquia. Ainda criança mudou-se para a Palestina com a sua mãe, logo após seu pai, um Oficial do Exército Imperial, morrer em campo de batalha. Sua família era de nobres e possuíam muitos bens.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

A postura do homem em relação a Deus




Do livro de Mirdad (baseado no texto publicado por Mikkail Naimy)
  
-Deus não dotou o homem de nenhuma fração de Si, mas de toda sua divindade. Que maior herança pode o homem esperar? E o que os impede de se apossar dela é a vossa própria timidez e cegueira.

-Em vez de serem gratos por essa herança os homens cegos e ingratos fazem de Deus uma espécie de quarto de despejo ao qual levam todas as suas dores de dentes e de barriga, seus prejuízos nos negócios, suas brigas, vinganças e noites de insônia.

-Outros fazem de Deus a sua casa do tesouro onde esperam encontrar o que desejam toda a vez que cobiçam a posse de todas as traquitamas do mundo.

-Outros fazem de Deus uma espécie de seu guarda-livros particular. Pretendem que Deus não só mantenha suas dívidas e contas em dia, mas que também cobre os que lhes é devido, conseguindo sempre um grande saldo a favor deles.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Assédio e subjugação espiritual entre vivos - de encarnado para encarnado.

Apometria: quero encontrar meu grande amor!?

O ENREDO DE TARSILA - UM CASO PRÁTICO.

"Chegaram à Casa de Caridade Umbandista e foram atendidos dentro do respeito e ordem que por lá imperava. Era noite de trabalhos com apometria, nas lides dos atendimentos para distúrbios anímico-obsessivos."                

               
Os pais de Tarsila estavam tensos e naquela semana que antecedia o aniversário dela quase não conseguiam dormir de tão nervosos. A garota completaria dezoito anos e a festa foi preparada com todo o requinte possível. Haviam contratado o serviço mais famoso da cidade para a preparação da festa porque a família era abastada e a jovem uma filha exemplar. E única porque o casal não teve a sorte de gerar mais filhos. Gostariam de três ou quatro porque ambos descendiam de famílias numerosas e não tinham problemas financeiros. Pertenciam a uma classe de empreendedores que de geração em geração aumentava ainda mais o patrimônio inicial. Muitos convidados. Luxo, muito luxo. Vestidos, sapatos, adereços, joias. Decoração do salão. Os comes e bebes preparados no maior capricho. Mas apesar de tudo contratado ambos queriam se certificar de que o evento sairia conforme o planejado.  Fariam ainda uma bela surpresa. Dariam a ela um belíssimo anel de diamantes que estava na família há várias gerações e valia pequena fortuna. Joia rara, guardada em cofres bancários e usada em ocasiões especiais, digna de uma princesa.  Tudo para que ela tivesse o dia mais especial de sua vida.      Tarsila participava da alegria dos pais, porém gostaria de uma pequena recepção somente com os familiares mais próximos e seus amigos que eram poucos. Era tímida e não fazia amigos com facilidade. Introspectiva, passava um ar esnobe para quem não compartilhava de seu circulo mais íntimo. Tudo preparado, todos a postos, nervosismo e expectativa, marcaram a chegada do tão esperado dia. A mansão acordou florida e em festa. E a família envolvida com os acontecimentos participava com alegria genuína, de vez que Tarsila era amada por todos, com seu jeitinho carinhoso e comedido. Intenso ao demonstrar afeto pelas pessoas que a cercavam.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Um espírito benfeitor tem dificuldade para inspirar o homem comum que não se encontra em prova mediúnica?

     Não é o fato de os espíritos superiores ins­pirarem os homens o que lhes causa dificuldades; os homens é que são difíceis de ser inspirados!.. Só muito raramente eles não vivem algemados exclusivamente aos seus interesses imediatos no mundo físico. Em geral, eles sofrem a atuação hipnótica dos fluidos densos produzidos pela sua própria esfera mental e que os ligam familiarmente às baixas camadas do astral inferior. Os espíritos benfeitores envidam hercúleos esforços para despertar os seus pupilos através da sugestão mental ou influir-lhes no coração, a fim de os afastar da fascinação mórbida exercida pelas paixões e pelos tesouros efêmeros do mundo materiallsta posto, como poderão eles atravessar o "cartucho" de fluidos den­sos, plúmbeos e pegajosos que comumente se emborca sobre as criaturas sedentas de sensações inferiores?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O transe de possessão na Umbanda.


"O transe mediúnico seria um entre os muitos tipos de Estados Alterados de Consciência onde duas consciências (uma corpórea e uma extra-corpórea) se fundem numa só, de comum acordo e com finalidades específicas."

Como ponto de partida na tentativa de explicação sobre  os estados alterados de consciência, destaca-se dois autores que, partindo de premissas e linguagens bem diferentes, conseguiram sintetizar em poucas palavras o que, nos dias atuais, se convencionou chamar de “Estados Alterados de Consciência” (E.A.C.)

domingo, 14 de abril de 2013

Atingimos 300.000 visualizações em nosso canal no Youtube


Prezado irmão planetário,

Atingimos 300.000 visualizações em nosso canal no Youtube.

Hoje contamos com um acervo de 256 vídeos. 

Estamos com 664 assinantes - inscritos.

Iniciamos a gravação de nossos pontos cantados e já temos 14 pontos publicados.

Você ainda pode assistir nossas palestras e videoaulas do estudo sistematizado da Umbanda ( o módulo 1 já está publicado ).

Tudo GRATUITO, na comodidade do seu lar e no horário mais adequado para você e sua família.

AJUDE-NOS A DIVULGAR ESTE PROJETO EM SUA REDE SOCIAL E LISTA DE EMAILS:



sábado, 13 de abril de 2013

Divaldo Franco e os pretos-velhos: reflexões de um sacerdote umbandista.

Irmão planetário,

Nos ajude a divulgar o texto de Pai Valdo.

Pedimos que repasse para a sua rede social, blog, site...

Os tempos são outros, não estamos mais na época da inquisição, embora resquícios atávicos permaneçam.

Muita paz,

Norberto Peixoto.

* * *

Tendo recebido de uma grande amiga o vídeo abaixo da fala do Divaldo sobre a Umbanda, Pretos Velhos e Caboclos que, infelizmente, leva aos corações simples a confusão, a dúvida e o questionamento diante de realidade da religião e do amor, fiz um texto tentando esclarecer, o qual repasso aos meus irmãos de coração simples e aberto à universalidade do amor de Deus. Jesus nos abençoe a todos com sua paz e alegria.

   

Texto resposta fraterna e amiga:

Apenas uma reflexão...

Tendo lido e ouvido pronunciamento do médium Divaldo Pereira Franco a respeito das respeitáveis Entidades Espirituais que, abnegadamente, trabalham no Movimento Umbandista, não pude deixar de refletir e escrever humildemente algumas poucas e simples palavras a respeito.

Desobsessão coletiva na forma de perguntas e respostas.

Trabalho de desobsessão coletiva na forma de perguntas e respostas, com o habitual ritual do fogo antecedendo os passes e consultas individuais.

 

Espiritualidade não é só entre as paredes do Terreiro.

         Espiritualidade não é algo para se viver apenas entre as paredes do Terreiro. 
      É algo para vivermos “dentro de nós”, em silêncio, com naturalidade, sem alarde, sem roupa especial, sem dia marcado, sem que ninguém precise elogiar e aplaudir.
       É um caminho interno, é aprender a olhar tudo com os olhos da alma, porque isso vai nos ajudar a encontrar novas soluções, novas formas de viver e enxergar a vida “lá fora”.

        Não tem sentido fazer as coisas para se receber elogios. O essencial é fazermos as coisas em que acreditamos, pelo bem que elas representam. Agir assim nos livra de muitas mágoas, de muitas bobagens...

      Espiritualidade é algo que nos ajuda a caminhar de mãos dadas com os outros, pelo prazer de ajudar e participar, apesar de sermos diferentes, apesar de pensarmos de forma diferente, apesar dos pesares...

       Ser médium é ser veículo, canal, meio de comunicação. Dentro e fora do Terreiro.

       A melhor forma de transmitirmos as mensagens do Astral é colocá-las na prática : em família, no trabalho, com os amigos, com os vizinhos, com as pessoas “difíceis”...
      Espiritualidade é união, é a “incorporação”, (assimilação e aplicação), do verdadeiro sentido da vida : somos todos filhos de Deus, somos todos feitos de Luz, temos valores e méritos, mas também temos nossas limitações e lições a aprender.
        Incorporar o Guia não é tudo, é apenas uma parte das infinitas possibilidades de aprendizado que a Vida nos concede, inclusive no campo mediúnico.
       Portanto, no desenvolvimento mediúnico, não nos preocupemos apenas em girar, em rodar, para “mostrar que o Guia chegou”... Na verdade, os Guias e Entidades 
      chegam ali muito antes de nós, preparando o ambiente para o trabalho.
Bom mesmo será a gente conseguir abrir o coração, para incorporar, (assimilar, absorver), os ensinamentos do Astral e colocá-los em prática.
     E, se o Guia quiser incorporar, por favor : entregue-se, deixe, permita-se a experiência !
      Não perca mais tempo se perguntando : “Será que sou eu, será que é o Guia...? Abra o coração ! Busque o contato com a Espiritualidade, que a resposta virá, do jeito que precisa e pode vir, sem dificuldade, naturalmente, e só por um motivo : somos seres espirituais !

T.E.F.L

Beto Landi (Casa do Caboclo das 7 Encruzilhadas)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A Umbanda e o espírito do Espiritismo!?


RIVALIDADE ENTRE OS ESPÍRITAS: REFLEXÕES KARDEQUIANAS – I
     Estava aqui refletindo sobre as muitas rivalidades que surpreendemos no Movimento Espírita e lembrei de voltar a Allan Kardec, em O LIVRO DOS MÉDIUNS, quando trata, com sua incomum lucidez, da “Rivalidade entre as Sociedades”. Dito nas palavras de hoje, “Rivalidade entre os Grupos Espíritas”.

      Na sua época, uma divisão singular se estabelecia: os grupos que cuidavam, de preferência, das manifestações inteligentes, e os que se detinham nas manifestações físicas. O curioso é que cada um pretendia estar com a verdade, como se a sua opção excluísse a outra e, mesmo, deslegitimasse o interesse dos outros grupos.

      Dadas as discórdias e os ataques lançados por uns sobre os outros, Kardec pondera:

 "Os grupos que se ocupam exclusivamente com as manifestações inteligentes e os que se entregam ao estudo das manifestações físicas têm cada um a sua missão. Nem uns, nem outros se achariam possuídos do verdadeiro espírito do Espiritismo, desde que não se olhassem com bons olhos; e aquele que atirasse pedras em outro provaria, por esse simples fato, a má influência que o domina." (OLM, p. 519)*

      Atualmente, vemos tais conflitos materializados em outros aspectos, tais como: reuniões mediúnicas abertas ou fechadas, ter ou não ter desobsessão, fazer ou não fazer reuniões de cura, promover ou não promover pintura mediúnica... Os pontos de divergências mudaram, haja vista que quase ninguém mais se ocupa com as manifestações físicas – materializações, mesas girantes e outros –, mas a nossa pequenez se conserva exatamente a mesma: queremos destruir o outro que, embora abrace a nossa mesma causa, pensa, sente e vive seus postulados de forma diferente.

Programa Umbanda do Bem - Ramatís e a Umbanda.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Saúde e Alimentação de A a Z - Aprendendo com Ramatís.


Saúde e Alimentação de A a Z - Aprendendo com Ramatís
O amor pelos animais
Editora do Conhecimento.

Obras psicografadas por Hercilio Maes e Norberto Peixoto
Organizadas por Sidnei Carvalho.


Sinopse: Nesta coletânea, o leitor poderá alcançar a exata compreensão sobre a importância de seus corpos mediadores, especialmente os corpos de manifestação (físico, etérico e astral), no processo de sua caminhada rumo aos páramos da luz, como elos divinos entre o espírito e a matéria, imprescindíveis para a vivência das experiências necessárias à confecção da consciência cósmica.
Ramatís nos ensina a transformar nossos antigos e viciados hábitos alimentares, nossas emoções e nossos pensamentos, equilibrando nosso conjunto psicofísico e adquirindo a harmonia e a saúde total, que deve ser uma das metas de todos, neste início de milênio, no qual seremos chamados a colaborar com a higienização planetária, preparando a psicosfera do futuro Mundo de Regeneração.
Ressalta o imenso malefício que o carnivorismo traz à humanidade terrena, por se tratar de alimentação primitiva não condizente com o nível evolutivo alcançado pelo homem atual. Demonstra, de forma clara e inequívoca, a imensa crueldade contra os animais, nossos irmãos menores que caminham para a angelitude e esperam dos seres humanos um mínimo de respeito e amparo, a fim de que sigam no processo de evolução, como princípio inteligente, até atingir a futura individualização no seio do Criador. 
E nos orienta sobre os mecanismos ocultos que levam à saúde e à doença, sobre a medicina psicossomática, particularmente a homeopatia, com suas doses infinitesimais, traçando um roteiro seguro para o equilíbrio e a harmonia do ser humano e discorrendo sobre a excelência da alimentação vegetariana, como novo patamar alimentício para o homem do terceiro milênio.


Maiores informações:
Saúde e Alimentação de A a Z - Aprendendo com Ramatís
O amor pelos animais - Editora do Conhecimento.

sábado, 6 de abril de 2013

Umbanda - Uma Proposta de Inclusão Espiritual e o Incompreendido Exu.

            Em novembro de 1908 numa 'mesa branca' é anunciado o surgimento de um movimento religioso genuinamente brasileiro: A Umbanda. Esta 'nova' religião já 'nasceu' envolta por ambiente polêmico, pois anunciava um trabalho com a diversidade. De forma muito sintetizada podemos dizer que, a Umbanda surgiu para dar 'voz' aos 'espíritos marginalizados' pela senda espírita, tão 'bem' frequentada pelos doutores, advogados e intelectuais do Astral Superior. Por sua vez, a Umbanda aceitaria a manifestação mediúnica de espíritos que, quando encarnados não pertenceram aos grupos dominantes de nossa sociedade capitalista, a saber os negros e os indígenas. Uma revolução na estrutura socio-espiritual!     

         

    Quando analisamos o histórico da Umbanda, inicialmente, ela não constituiria uma nova religião, pois poderia se manifestar como uma linha de trabalho dentro do Espiritismo se não fosse o preconceito das pessoas. Mas, tendo sido classificado como um espírito inferior na mesa kardecista, o Caboclo das Sete Encruzilhadas anunciou que a partir daquele momento seria instituído um novo culto no Brasil. Segundo Norberto Peixoto (2009, p.14): "O ritual estabelecido pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas era bem simples: cânticos baixos e harmoniosos - sem utilizar atabaques e palmas -, vestimenta branca e proibição de sacrifícios de animais. Capacetes, espadas, cocares, vestimentas de cor, rendas e lamês não eram aceitos. As guias usadas eram apenas as determinadas pela entidade que se manifestava. Os banhos de ervas, os amacis, a concentração nos ambientes vibratórios da natureza e o ensinamento doutrinário com base no Evangelho constituíam os principais elementos de preparação do médium". Tudo muito simples, sem grandes estímulos aos sentidos objetivos, e em sintonia com os planos internos. Por levar em consideração a diversidade, a Umbanda não apresenta uma codificação que unifique a sua ritualística, portanto podemos perceber a pluralidade de rituais dentro do movimento umbandista. Assim, cada Tenda de Umbanda apresenta sua forma de culto que está intimamente ligada ao guia-chefe e à personalidade do dirigente da casa. 

        Daí, adotando uma postura inclusiva, podemos dizer que dentro da Egrégora Umbandista encontramos diversas manifestações da Umbanda. Cada uma alcançando o nível de consciência de seus integrantes e consulentes. Acredito que seja justamente por apresentar esta proposta de se trabalhar com a diversidade é que a Umbanda consegue arrastar uma multidão de pessoas, porque fala diretamente ao coração, sem para isso fazer uso de metanarrativas. Na simplicidade e na habilidade de seus trabalhadores espirituais, a Umbanda toca a Alma das pessoas. Infelizmente, apesar de muitos serem chamados, poucos conseguem atravessar os Portais Internos. A grande maioria se deixa enraizar ao culto das formas ilusórias, priorizando seu aspecto exotérico. Mas, não nos cabe julgar, cada qual apresenta um papel a cumprir no processo evolutivo global. Acredito que são válidas as palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas e todos que querem conhecer e/ou seguir a Umbanda devem levar em seus corações: "Com os espíritos mais evoluídos aprenderemos. Aos espíritos menos evoluídos ensinaremos. E a nenhum espírito renegaremos". Tais palavras precisam ser tema de constantes reflexões e meditações para que possamos alcançar seu teor espiritual. E todos, dentro de seus limites e transcendência, devem ser considerados e nunca devem ser discriminados. Muitos lutam para serem respeitados e continuarão lutando, porque o respeito é alcançado na medida em que exercitamos o Amor ao próximo. Ao invés de lutar aprendamos à Amar. 

          E assim despertaremos nossa Consciência Crística, objetivo esotérico da Umbanda, que através diversidade dos fenômenos procura adentrar à Unidade-Essência. Segundo Ramatis (2000, p.66) diz que: "O crístico ama desinteressadamente, eleva-se pelo sacrifício próprio, caminha com igualdade e fraternidade entre os seus semelhantes; a sua oferenda é o culto interno de veneração à Divindade; prepondera em seu coração o sentimento de humildade; sabe da sua falibilidade como criatura imersa no escafandro grosseiro da carne; é comprometido com a verdade e tem Deus interiorizado por mérito de suas obras, por conquista individual". Uma proposta de Inclusão Espiritual que apregoa o Respeito, o Amor e a Cristicidade é o cântico entoado pela Senhora da Luz Velada!

A guia de Pai Antonio!?


Se não houvesse ocorrido o advento do Caboclo das Sete Encruzilhadas, a partir de 1908, existiria a Umbanda como ela é nos dias atuais?


Dá licença Pai Ogum...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Exu é o diabo e pombagira é prostituta?

        A ideologia que os rege é salvacionista e punitiva, sacrificial, baseadas no Velho Testamento. Encontram nos cultos afro-brasileiros e nas "umbandas" e "candomblés" das práticas mágicas populares os inimigos diabólicos para atacarem com o objetivo de "roubar" deles os frequentadores. Na verdade, oferecem, em essência, os mesmos serviços espirituais, só que numa forma ritual diferente e reversa, pois são símiles ao que atacam, tendo em seus cultos transes de possessão, sessões de descarrego, banhos de sal grosso e arruda, sacudimentos desobsessivos, fogueira da rosa ungida, unção na cabeça com o óleo das oliveiras pelos pastores, etc...  Intensificou-se radicalmente o modelo de religião que se sustenta na experiência do transe de possessão, vivida no próprio corpo dos prosélitos, característica que até então era da umbanda, dos cultos afro-brasileiros e do espiritismo kardecista. 

       Uma característica marcante dos pentecostais, até o surgimento do novo movimento, era tratar as religiões me­diúnicas como folclore, crendice, imaginação ou ignorância. Ao inovarem e reconhecerem a existência das divindades dos cultos afro-brasileiros, dos guias da umbanda e dos mentores espíritas, enquanto entidades desencarnadas, os neo-pentecostais deram veracidade à mediunidade que, até então, negavam, classi­ficando o mediunismo numa generalização às avessas (todo o Universo se compõe de "espíritos demoníacos" e o único espírito bom é o"santo"que se manifesta nos cultos de suas igrejas). Daí para justifi­carem a verdade de que os espíritos existem e influenciam a vida das pessoas, precisam constantemente exorcizar essas manifes­tações. 

      É como um cidadão que construiu o cercado avançando no lado do vizinho para que a laranjeira deixasse cair as laranjas do seu lado.

Fonte texto: Ramatís - livro Mediunidade e Sacerdócio.

Ponto de louvação a Maria Padilha.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

O perdão liberta da culpa

     Durante séculos, o pensamento puritano e distorcido onde, um erro ou pecado, deve ser punido violentamente, vem predominando na cultura ocidental onde as religiões de origem judaico-cristã, influenciam até hoje com pensamentos deturpados, a ponto de ainda estar imerso no inconsciente coletivo, fazendo com que a culpa esteja impregnada em nós mesmos. A maior dificuldade que temos, em relação ao perdão, é o processo de culpa instalado em nossas mentes. 

     Temos fortemente alicerçado em nossa cultura, o habito de nos culparmos e culpar os outros quando cometemos – ou alguém comete- algum erro. Devido a princípios religiosos, trazidos de encarnação em encarnação, associamos o erro ao pecado e automaticamente, à culpa. Somente reconciliando-nos com nós mesmos, buscando o essencial dentro de nós, é que teremos a liberdade para resgatarmos as nossas faltas. Enquanto ficarmos nesta postura punitiva, impediremos a nossa paz íntima, necessária a autotransformação.



"GUARDAR A CULPA NO CORAÇÃO É COMO BEBER VENENO PENSANDO QUE O OUTRO É QUE VAI MORRER".
 A chave que abre a porta dessa masmorra é o perdão. O perdão traz cura onde a culpa gerou doença. O perdão traz reconciliação onde a culpa gerou afastamento. O perdão traz alegria, onde a culpa produziu tristeza e dor. O perdão restitui aquilo que a culpa saqueou. O perdão é a faxina da mente, a assepsia da alma, a limpeza dos porões do coração. Perdoar é zerar a conta. É nunca mais lançar no rosto da pessoa a sua dívida. Perdoar é lembrar sem sentir dor. Perdoar é não retaliar. É pagar o mal com o bem. É abençoar aqueles que nos amaldiçoaram. Perdoar é ser um vencedor, pois é vencer o inimigo não com a espada, mas com o amor. Perdoar é sair do cárcere da alma, é ser livre, é viver uma vida maiúscula, superlativa e abundante. Perdoar é viver como Jesus viveu, pois ele não retribuiu o mal com o mal, antes por seus algozes intercedeu. Chegou a hora de raiar a liberdade em sua vida. É hora de sair do cárcere que prende a sua alma com as grossas algemas da mágoa e da culpa. É hora de experimentar a liberdade do perdão. É hora de tomar posse da vida abundante que a espiritualidade nos oferece!
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