sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Qual Jesus queremos seguir?


PERGUNTA: — Jesus sempre recebeu o apoio e a adesão dos seus conterrâneos da Galiléia, quando iniciou suas pré-dicas evangélicas?
RAMATÍS: — Mudam-se as épocas mas os homens se repetem, porque a Terra ainda é uma escola de educação primária. Aliás, o próprio Jesus queixou-se de "que ele viera para os seus e eles não o conheceram",  coisa que tornaria a acontecer hoje, caso ele retornasse à Terra para cumprir tarefas semelhantes.

Que tipo de seguidor , que tipo de fiel , de discípulo, de crente nós somos? Por sermos filhos de Deus, temos direito a sua herança , sem merecimento nem esforço?

Iniciando a sua jornada messiânica, o Mestre Jesus foi alvo de entusiasmos e de zombarias, de respeito e sarcasmo, de elogios e censuras, de admiração e hostilidade. Os gozadores, os egoístas, os hipócritas de todos os tempos, também estiveram presentes na,sua tarefa de libertação espiritual do homem, e sem dúvida ainda hoje estariam novamente na sua "segunda vinda". 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Filhos da luz ao sabor do tempo


“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como  o mundo a dá. Não se perturbe nem se intimide vosso coração”.
Jo. 14:27

Ao sabor do tempo e espaço, flutuamos sob o efeito da escolha que fizermos, navegando no barco encarnatório que nos conduz pelo Oceano da vida.
Quando alguém se aventura pelo Oceano, busca, em primeiro lugar, vigiar e criar as condições de segurança do barco que o conduzirá pelos caminhos dos mares. O leme, a bússola, o rádio, a âncora, etc... Tudo tem que estar no prumo e no aprumo, para que a viagem seja a mais tranqüila possível, e as possibilidades de enfrentar eventuais borrascas e tempestades em alto mar sejam coroadas de segurança e êxito.
Estamos vivenciando, no hoje e no agora do tempo e do espaço, uma viagem que pode ter uma conotação maravilhosa de aprendizado e vitória sobre as tempestades naturais do Oceano da matéria, como pode ser um fracasso que, muitas vezes, leva o nosso barco a soçobrar em alto mar.
O barco no qual viajamos é toda a estrutura material que nos é concedida, estrutura essa que deve ser completada pela nossa previdência no conhecimento, o mais exato possível, do uso da aparelhagem náutica, que oferecerá condições de segurança à viagem.
O esclarecimento e o conhecimento é a bússola norteadora; o uso correto do esclarecimento é a prática náutica; e a boa condição dos instrumentos é o “vigiar e orar” que deve nortear o viajante do mar da vida.
Somos filhos da Luz em viagem para o Reino Iluminado do Espírito, pelo mar do que chamamos vida na matéria, pairando no tempo e no espaço que, na maioria das vezes, nos arremessa nas tempestades trevosas da ignorância, descrença, desânimo e desesperança.

O axé através da mediunidade


                   Axé é o fluido cósmico universal. Tudo tem axé: os minerais, as matas, as folhas, os frutos, a terra, os rios, os mares, o ar, o fogo. Todos nós, seres vivos, animamos um corpo físico que é energia condensada, e que também pode ser definido como "uma usina de fluido animal" (um tipo específico de axé), pois estamos em constante metabolismo energético para a sustentação biológica da vida, que é amparada por um emaranhado de órgãos, nervos e músculos, os quais liberam, durante o trabalho de quebra de proteína realizado no interior de suas células, uma substância etéreo-física de que os mentores espirituais se utilizam em forma de ectoplasma.
             Durante a manifestação mediúnica no terreiro, são liberadas grandes quantidades de ectoplasma, decorrentes do próprio metabolismo orgânico dos médiuns e da multiplicação celular realizada em nível de plasma sanguíneo (na verdade, uma variedade de axé). Portanto, estamos sempre produzindo novas matrizes celulares, e a cada sete anos, em média, temos um corpo físico "novo". Nossa fisiologia é sensível à produção de um manancial fluídico consistente e necessário, uma espécie de "combustível" indispensável às curas, desmanchos de magias e outras atividades espirituais que ocorrem nas sessões mediúnicas, inclusive as cirurgias astrais.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Emmanuel fala sobre Ramatís



O texto a seguir contém a íntegra de uma entrevista realizada com o médium Francisco Cândido Xavier e seu Instrutor Espiritual - Emmanuel,  originalmente publicada na Revista Boa Vontade, Ano 1, número 4 - Outubro de 1956.

"Logo que apareceram as primeiras publicações da "Conexão de Profecias*", de Ramatis, fomos a Pedro Leopoldo, a fim de ouvir a palavra autorizada de Emmanuel, através daquele aparelho maravilhoso que é Francisco Cândido Xavier. Isto, porque o que era dito pelo espirito de Ramatís, parecia-nos perfeitamente lógico. Mas, como constituía novidade, não queríamos aceitar de pronto algo que não passasse pelo crivo de várias manifestações mediúnicas, através de diversos aparelhos.

*Obs. Hoje com o título: "Mensagens do Astral" “Mensajes del Astral”.

Desta forma, munidos do aparelho de gravação em fita, fomos atendidos gentilmente pelo médium, que respondeu às perguntas que fazíamos, repetindo as palavras da resposta, que eram ditadas por Emmanuel. A gravação foi feita no dia 5 de janeiro de 1954. Conservamos até hoje o rolo gravado em nosso poder.

Passamos a estampar as perguntas e respectivas respostas.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Presente no seminário do Templo Espiritualista Cruzeiro da Luz - RJ


Olá meus irmãos,

Estive neste domingo que passou, na parte da manhã, presente no seminário do Templo Espiritualista Cruzeiro da Luz - RJ, casa co-irmã nossa, participante da AFRAM - Associação das Fraternidades Ramatís - ao qual nosso grupo também é associado.

Ocasião em que tive oportunidade de dar um abraço em Pai Valdo e também  falar brevemente aos presentes, registrando felicitações a todos pelo aniversário da casa  e pelo evento, externalizando que comungamos os mesmos ideais com Jesus, da Umbanda Espírita Cristã.

Segue o link com fotos:

Seminário Jesus o Avatar da Misericórdia

Muita paz, saúde, força e união,

Norberto Peixoto,

Fantasma, aqui?!?

   
         A expectativa era grande. Iniciaram-se as preces. Todos orando com fervor. No centro do salão estavam os médiuns. De repente em deles começou a tremer, gaguejando palavras sem sentidos. Ele sentiu-se puxado, atraído vigorosamente, para o lugar onde estava o homem. Levou um baita susto e gritou tão alto que o médium quase caiu da cadeira. O susto foi geral e todos se encolheram apavorados. - O que está acontecendo? O que estou fazendo grudado neste sujeito? Gritava desesperado. Me larga! Me Larga! Foi acalmado com passes. Custou a entender. Pai Neco falava com ele com amor. Como se fala com um filho querido. Até sua mãe apareceu. Tomou um baita susto, quando viu a mãe morta há mais de 20 anos.

             O inverno naquele ano chegou rigoroso e o frio estava de renguear cusco, como dizem os gaúchos, no Rio Grande do Sul. Geadas intensas queimavam a plantação, a água congelava nas torneiras e para fazer a higiene era preciso aquecer a água e despejar nas bacias de ágata ou na pia do banheiro, porque o choque da água fria era tão intenso que parecia que os dentes trincavam. Em dias assim o melhor era ficar em casa, mateando na frente do calor do fogão a lenha, comendo pinhão assado na chapa e proseando. Esperando o dia melhorar e o sol aparecer tímido aquecendo a alma daqueles peões e suas famílias, empregados da fazenda Montes Verdes, cuja sede ficava no meio de umas coxilhas, com o casario dos trabalhadores ao redor, porém afastados o suficiente para não intervir na vida dos patrões. A vista do lugar era belíssima e daquele plano podia-se descortinar um belo pedaço de terra, mais abaixo, com um açude que nesta época amanhecia congelado, num cenário de brancura, que se desmanchava lentamente à medida que o sol aparecia. A fazendo Montes Verdes perdia-se de vista por ser uma grande extensão de terra, com áreas cultivas e outras com criação de gado.

Para ser um bom médium devo estudar?



“Discerni tudo e ficai com o que é bom” (1 Ts 5:21)
Paulo de Tarso

Várias ordens religiosas e monásticas recomendam que seus membros reservem algum tempo, todos os dias, para o estudo. Essa prática parece criar novos condicionamentos, proporcionando uma profunda satisfação aos que se dedicam regularmente à leitura. Muitos instrutores sugerem que os buscadores espirituais leiam antes de dormir pelo menos uma ou duas páginas de um livro de cabeceira, para criar uma vibração apropriada. Essa vibração é capaz de estabelecer a tônica das experiências da alma durante o sono, quando esta deixa para trás sua pesada vestimenta de carne e pode voar mais alto em seu envoltório astro-mental. ( importante recomendação a todos os médiuns* )

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Por quais motivos Ramatis atua na Umbanda?


Conheça a verdade, e a verdade vos libertará 
(João 8:32)

O médium Norberto Peixoto, escritor e sacerdote dirigente do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade, fundado em 1992, recentemente concedeu uma entrevista ao programa "Ramatis, uma Proposta de Luz".

Na primeira parte da entrevista, Norberto explica o que é Umbanda, elucida os motivos pelos quais Ramatis atua no movimento umbandista existente no Astral; mostra o que é a visão universalista e comenta que todas as religiões convergem para Deus e que cada ser vai estabelecer afinidade  com aquela compatível com sua necessidade evolutiva e que lhe é eletiva ao espírito. Destacamos o trecho em que Norberto fala das religiões evangélicas, mostrando que existem agrupamentos que ainda precisam do modelo punitivo de céu e inferno para obter alguma mudança comportamental na presente encarnação.


Para nossa alegria, os entrevistadores confirmam que o Dr Bezerra de Menezes continua trabalhando na Umbanda, desde há bastante tempo, usando a roupagem fluídica de uma preta-velha, mostrando que espíritos iluminados não tem religião e sim o Amor Universal pregado pelo Mestre Jesus.

Já na segunda parte da entrevista, Norberto continua falando sobre o trabalho da Umbanda e explica o que é Apometria e a sua aplicação em doenças e casos de obsessão, bem como a resistência dos espiritas "ortodoxos" em utilizar essa técnica. Os entrevistadores questionam se Norberto seria a reencarnação de Atanagildo, um dos conhecidos discípulos de Ramatis, que conforme informação dada por Hercilio Maes nos idos de 1960, reencarnaria para atuar na Umbanda.

Comentam também sobre o preconceito que existe contra a Umbanda e Norberto explica o uso de fumo e do álcool como procedimentos magísticos, utilizados para desintegrar campos densos conhecidos no espiritismo como miasmas. Fala sobre os Orixás, o uso dos pontos riscados e sobre o trabalho dos pretos-velhos, caboclos, crianças e os agentes mágicos exus e pombas-giras.

Outra grande surpresa: Norberto nos conta que existem entidades de Umbanda, auxiliando em Igrejas evangélicas, nas sessões de descarrego; cita o caso do preto-velho Pai Ambrósio, que acompanha os pastores, resgatando os espíritos necessitados ainda da leitura do Velho Testamento e os leva aos centros de Umbanda para a desobsessão. 


Trata-se de uma entrevista muito elucidativa, que certamente auxiliará umbandistas e aos espiritualistas em geral, simpatizantes da religião Umbanda, a compreenderem-na melhor.


A cura sempre depende da fé do enfermo?


        "Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, chegou-se a ele um centurião e rogou-lhe: Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico, padecendo horrivelmente. Disse-lhe: eu irei curá-lo. Mas o centurião respondeu: Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa; mas dize somente uma palavra e o meu criado há de sarar. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade e tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: vai ali, e ele vai; a outro: vem cá, e ele vem; e ao meu servo: faze isto, e ele o faz. Jesus ouvindo isto admirou-se e disse aos que o acompanhavam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé. E digo-vos que muitos virão do Oriente e do Ocidente, e hão de sentar-se com Abraão, Isaac e Jacó no Reino dos Céus; mas os filhos deste reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes. Então disse Jesus ao centurião: Vai-te, e como crêste, assim te seja feito. E naquela mesma hora sarou o criado." (Mateus, VIII, 5-13.)
      Há casos específicos em que a "cura", meramente no corpo físico, reduzida a um fenômeno de recomposição de tecidos mórbidos, como os tumores, por exemplo, não valida a cura profunda - no espírito - e não depende  necessariamente da fé do enfermo para ocorrer. Certa vez presenciei um menino de 10 anos que teve um grave tumor na cabeça "milagrosamente" desmaterializado e o tecido cerebral recomposto e saudável novamente para espanto dos médicos. A criança não sabia o que era ter fé, mas por intercessão de um Guia no Plano Astral com outorga perante as Leis Divinas, a extirpação da metástase serviu para o despertamento da fé nos familiares, pois que estava o paciente desenganado da medicina terrena.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Amar o próximo não significa necessariamente gostar..


“Quem tem meus mandamentos e os observa é que me ama; e quem me ama será amado por meu Pai” (Jo 14:21) - Jesus

      Amar o próximo não significa necessariamente gostar dele. A expressão sentimental do amor tende a obscurecer o verdadeiro amor, porque o que gostamos hoje podemos odiar amanhã. O amor ao próximo é o eixo central de toda a ética espiritual, pois significa a identificação com o outro, significa a compaixão pela dor do próximo que nos leva a uma atitude de boa vontade e cooperação, mesmo para com aqueles que não gostamos. Lembramos, nesse sentido, as palavras de Leonardo Boff: “O amor incondicional possui características maternas, tem compaixão por quem fracassou. Recolhe o que se perdeu. E tem misericórdia por quem pecou. Nem o inimigo é deixado de fora. Tudo é inserido, abraçado e amado desinteressadamente.” O sentimentalismo pode até ser prejudicial à compaixão, pois pode tornar nossa identificação com o sofrimento alheio intolerável e, portanto, impossível de ser transformada em ação de ajuda. O sentimentalismo advém da identificação do ego como sendo o outro. O verdadeiro amor identifica o Eu Superior como sendo o próximo. Portanto, enquanto não nos libertarmos em boa medida da prisão de nosso próprio ego, teremos dificuldade para identificar-nos com a natureza superior de nosso próximo. É por isso que Jesus acrescenta sabiamente ao final da declaração a condição de amar “como a ti mesmo.”

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Existem casos que a Umbanda não consegue resolver, pois nem todos obtêm a cura. Qual a explicação para esses "fracassos"?

          Não se trata de fracassos da Umbanda ou dos guias, mas de fatores alheios ou falhas dos próprios doentes. Conversando com um preto-velho, esclareceu-me algumas dúvidas. Em princípio por que, algumas vezes, previsões, remédios, oferendas, conselhos dos guias não são eficazes, não surtem os efeitos desejados. “Ora” disse-me, “a Umbanda não é limitada a certas classes de espíritos. Nos terreiros, se o médium quiser e for permitida, dar-se-á a incorporação de toda espécie de desencarnados, desde os imperfeitos até sábios Instrutores do Espaço, e muitos deles, de más intenções(*) , se apresentam como pretos-velhos, caboclos, exus,... e outros, a fim de serem aceitos, isto é, mistificam. Pois bem, não é pelo simples fato de serem espíritos fora da matéria que sabem tudo. Não. Eles sabem somente aquilo que aprenderam e mais nada”. Então, há mistificação na Umbanda? Sim e bastante. 
    (*) Por isto, a importância do teor das orientações, seus aspectos moral e evangélico, sendo de menos importância a forma e o nome da entidade comunicante. ( grifo nosso)

     Contudo, a existência de perucas não quer dizer que todo mundo seja careca… O fato de haver muleta, não implica que todos sejam aleijados. Ademais, a cura de uma doença, por exemplo, pode não se dar por vários motivos, quando o guia é autêntico. Também a Umbanda não é panacéia para todos os males, principalmente as doenças de origem física, pois para isso existem médicos, embora muitas possam ser curadas. Voltando ao caso da mistificação, este fator negativo não é privilégio da Umbanda. Mistificação há em toda atividade humana e é inerente à humanidade, visto esta não ser perfeita. É um dos erros dos homens, não da Religião. 

         É verdade. Existem pessoas que, embora tratadas espiritualmente em centros kardecistas e umbandistas, não se curam, enquanto a maioria obtém êxito no tratamento e a consequente cura. Por que isso acontece, quando os mentores espirituais de Umbanda são autênticos? Bem, vários são os motivos para que tal ocorra:

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Como devemos orar?

          O devoto ainda centrado em sua personalidade e apegado às coisas do mundo tende a voltar-se para Deus como a instância última de suprimento de suas necessidades e anseios materiais e sentimentais. Quando as necessidades e aspirações são legítimas ou altruístas e o pedido é suficientemente fervoroso, elas poderão ser atendidas de forma tal que venhamos a reconhecer a dádiva Divina. Muitas vezes, porém, os pedidos são direcionados para coisas mundanas, que Deus, em sua onisciência, sabe que não atendem aos nossos verdadeiros interesses. Nesses casos, se os pedidos forem insistentes, poderemos conseguir o que pedimos, mas não da forma como queríamos ou no momento que esperávamos, mas da forma e na hora que for mais útil para o nosso aprendizado espiritual. Com freqüência, queremos coisas que vão contra o nosso verdadeiro interesse, por isso adverte-nos um monge católico espiritualmente maduro: “A oração não é um meio para fazermos de Deus o escravo de nossas ambições, mas para fazer de nós os servos de Seu amor.”

domingo, 18 de novembro de 2012

A Umbanda que amo...


O Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade tem como exemplo a ser seguido o Templo Espiritualista do Cruzeiro da Luz.

Vida longa a Pai Valdo e o nosso agradecimento por dividir conosco um pouco do pão que é servido no altar do Cruzeiro da Luz.

Nossa fé se fortalece!!!




A Umbanda que amo...

Embora o Candomblé seja uma religião respeitável, como todas as religiões, a Umbanda é Umbanda, não é Candomblé. Infelizmente, nessa necessidade de fantasias, muitos dirigentes, que se dizem umbandistas, praticam rituais e atos que são do Candomblé. Acham que “ficam mais fortes”.... Quando se vai acordar para a realidade de que a força é interior e não do exterior, a força é de Deus e não de aparatos externos, a força vem do esclarecimento e não da teatralização?

Ao instituir, em 15 de novembro de 1908, e implantar no Plano físico a religião de Umbanda, o Caboclo das Sete Encruzilhadas deixou claro que estava fundando “uma nova religião cuja base é o Evangelho e o Mentor Maior, o Cristo”. Estamos, portanto, diante da função essencial da verdadeira Umbanda: Evangelizar. Isto significa apontar Jesus como “Caminho, Verdade e Vida” e conduzir os seus adeptos à reforma íntima, mudança de valores, pela extinção da ignorância, da superstição e da crendice, fatores de aprisionamento e estagnação no processo evolutivo.

Ser religião é ser instrumento da misericórdia divina para processar a religação do homem com Deus, da criatura com seu Criador. Esta religação se faz pelos caminhos do Evangelho Redentor, cujo âmago de vivência com Jesus, é a vivência verdadeira do Amor. Por isto o mesmo Caboclo definia a Umbanda como “a manifestação do espírito para a caridade (amor)”.

A partir daí o Sr. Caboclo das Sete Encruzilhadas especificou os 05 fundamentos que norteiam a vivência da religião umbandista em seus Templos, Choupanas, Tendas e Terreiros, ou seja, a de “não matar, não cobrar, vestir o branco, evangelizar e utilizar as energias da natureza para o bem”. Não importa o quanto seja respeitável, compreensível e útil os agrupamentos que se digam religiosos que pululam ao nosso redor, mas, baseado no seu fundador, se extrapola a clareza e pureza destes 05 fundamentos, não pode ser considerado Umbanda e, portanto, eu o digo, não se trata da religião que pratico, embora os respeite.

Na Umbanda tem Iniciações mediúnicas, não boris ou deitadas. E essas Iniciações não são festas de vaidade e exteriorizações, mas chamada ao iniciado para a canalização com os valores energéticos espirituais. São momentos ritualísticos internos, sem festas externas e nem “saídas”, apenas apresentação do médium iniciado no ritual do Templo.

sábado, 17 de novembro de 2012

Jesus e os seus milagres


      O Mestre realizou inúmeras curas e renovações espirituais, que não devem ser consideradas milagres, mas resultantes de suas faculdades mediúnicas. Em virtude de sua elevada hierarquia espiritual, e da incessante cooperação das entidades angélicas que o assistiam, tudo o que ele realizava nesse sentido, embora tido por miraculoso, era apenas conseqüência da aplicação inteligente das leis transcendentais. Afora os Essênios terapeutas, que sabiam manejar com êxito as forças ocultas e curavam pela imposição das mãos, só alguns outros iniciados ou magistas, como Simão, o Mago, os discípulos de Apolônio de Tyana, sacerdotes, budistas iogas ou adeptos emigrados do Egito, é que sabiam provocar tais fenômenos. Os demais, mesmo cientistas altamente intelectualizados da Judéia e de Roma, ignoravam as leis do mundo invisível; o conhecimento atual da fenomenologia mediúnica e a existência de médiuns de alta capacidade ectoplásmica comprovam os mesmos feitos do Sublime Galileu.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O arrefecimento do fervor cristão e a mera afiliação religiosa formal

        “Esta que hoje chamamos de religião cristã existiu entre os antigos e existia desde o começo da raça humana até que o Cristo se fez carne, tempo a partir do qual a verdadeira religião já existente começou a ser denominada de cristianismo”
Agostinho - 15 séculos atrás.

       O cristão dedicado, sincero e que toma sua cruz, seguindo a orientação do Mestre, pode se questionar como é possível que o entusiasmo da cristandade dos três primeiros séculos, que manteve o fervor apesar das perseguições implacáveis, possa ter arrefecido e se transformado, para grande parte daqueles que se dizem cristãos, numa mera afiliação religiosa pró-forma sem o envolvimento de seu coração. As causas dessa mudança qualitativa da religiosidade do cristão são complexas, mas podem ser em boa parte imputadas ao fato de que a maioria das igrejas atuais distanciaram-se dos ideais originais, retornando ao comportamento de obediência a rituais externos e a práticas religiosas mecânicas que Jesus havia tão duramente criticado nos fariseus e levitas. São poucos os cristãos no mundo de hoje que procuram realmente entender os ensinamentos de Jesus e, um menor número ainda, seguir o Mestre. 

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

15 de novembro - Dia Nacional da Umbanda

Caboclo da Sete Encruzilhadas

"Seja a vivência do movimento  umbandista, de que ordem for, um marco de seriedade e amparo espiritual aos irmãos que adentrem os seus Templos, nessa marcha pelos caminhos da encarnação, em direção da Plenitude de Felicidade e Paz em Deus, negando-se a ser bengala, mas ensinando a caminhar, ou ser meio de vida de desavisados que a usam para benefício próprio."
Pai Valdo

A SENHORA DA LUZ VELADA

Este é um dos nomes pelo qual é conhecida a Umbanda. O que realmente quer dizer essa luz velada, da qual a Umbanda é senhora? Tratando-se de um Movimento Espiritualista Cristão, a Umbanda é um dos meios pelos quais a Espiritualidade Superior toca seus clarins, conclamando a humanidade para a volta a Luz.

Se essa Luz ainda está velada, é função do Movimento Umbandista, como um dos agentes da Misericórdia de Deus, pela ação dos abnegados Instrutores Espirituais, torná-la conhecida e brilhante, atingindo a todos aqueles que dele se acercam.

Não se entenda esse termo como sinônimo de algo escondido, como rezas, mirongas, sinais cabalísticos, etc., obscuros ao entendimento dos seres em busca dessa Luz.

Se existe algo escondido é pela falta de conhecimento das coisas do Espírito, que o Movimento Umbandista, nas suas varias manifestações, tem o dever de tornar transparente.

Os estudiosos do assunto dizem que Umbanda é um vocábulo oriundo do termo abanheenga (a mais antiga língua falada no Brasil) “AUMBANDAM”, que significa: “o conjunto das Leis Divinas”. Outros dizem tratar-se, também, a sua origem da expressão m’banda (termo yorubá) que significa “aquele que cura”.

Essas leis estão gravadas no nosso ser, infelizmente, para a maioria dos homens, de forma velada, cabendo às Religiões, realizando a religação com Deus, torná-las conhecidas, trazendo-as ao campo da razão e da emoção, para que se tornem ativas nos indivíduos, plenificando-os de Luz.

Na “Sabedoria e no Amor” está a síntese das Leis Divinas, alcançá-las em plenitude é o trabalho da evolução humana, pois só aí se encontra a felicidade a paz ansiada pelos homens.

O Senhor Jesus, nosso Grande Mestre, deixou isso claro quando afirmou, nos Evangelhos que o Maior e Único Mandamento é “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como si mesmo”. Aí está claro o Conjunto das Leis de Deus, nelas está contida toda a Sabedoria e Amor.

A Umbanda, “Senhora da Luz Velada”, é um dos Movimentos preparado pelo Astral Superior para levar, a todos os campos da vida humana, a lição evangélica do Amor e da Sabedoria.  Precisamente, por isso, a Umbanda não é uma Religião com culto, doutrina ou sacerdócio definidos, ela se espalha e acontece, de acordo com as necessidades dos grupos que a manejam. É um Movimento aberto e sério, desde que aqueles que a professam estejam preocupados com a religação do homem com Deus.

Dia Nacional da Umbanda



       A Lei 12.644 que decretou o Dia Nacional da Umbanda, a ser comemorado anualmente, em 15 de novembro. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 17 de maio deste ano.
       O documento foi sancionado a partir do Projeto de Lei da Câmara nº 187 de 2010, que propõe em sua justificativa, o direito constitucional à liberdade de crença e o livre exercício dos cultos religiosos, conforme o inciso VI do art. 5º da Constituição. Além de defender a valorização, a origem e a difusão da religião umbandista no país por tratar-se de uma religião genuinamente brasileira. 
     15 de novembro - A data já consagrada à comemoração da umbanda em diversos municípios brasileiros, refere-se ao ano de 1908, em que o médium Zélio Fernandino de Moraes recebeu, em Niterói, a missão de fundar o novo culto. 
         Zélio foi acometido por uma inexplicável paralisia que os médicos não conseguiam conter, logo em seguida levantou-se normalmente e voltou a caminhar como se nada tivesse acontecido. Na ocasião, um amigo da família sugeriu uma visita a Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, onde por meio de uma manifestação espírita de uma entidade denominada Caboclo das Sete Encruzilhadas foi anunciada a fundação de uma nova religião no Brasil.   
       A religião dos ancestrais dos velhos africanos e silvícolas brasileiros apregoa o trabalho em benefício de todos, independente de cor, raça, credo e condição social, pela prática da caridade e da literatura do evangelho de Jesus. 
         A umbanda expressa vivamente seu caráter nacional, juntamente com suas raízes universalistas, nas manifestações culturais, que incorporam a música e a dança. Valeu-se de elementos católicos, espíritas, indígenas, africanos e de outras tradições místicas, para criar uma doutrina que, em seu universo, afirma a existência de um Deus supremo e a possibilidade de comunicação com os espíritos dos mortos. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Soraya, não desista!

                 "Que farei para herdar a vida eterna?"
Foi a pergunta   que um intérprete da Lei fez a Jesus, em Lucas 10:25. 
Jesus replicou com suas próprias perguntas:
 "Que está escrito na Lei? Como interpretas?"

                Soraya estava linda naquela noite. Colocara um belo vestido escolhido cuidadosamente para a ocasião. Ela e o namorado sairiam para comemorar uma data especial. Dois anos de namoro, de companheirismo e descobertas que os aproximava mais e mais. Era impossível ficarem separados e algumas vezes faziam planos para o futuro. Coisas de apaixonados. Ela caprichara no visual e estava satisfeita com o resultado. Para sua surpresa o namorado a presenteou com um anel de diamantes e a pediu em casamento. Nossa, era muita felicidade, parecia que ia estourar de tão contente que estava. Brindaram com champanhe. Dançaram enlevados e entrelaçados. Seus olhos brilhavam como estrelas. Terminaram a noite juntos em juras de amor eterno e votos ardentes de confiança e fé na vida futura.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A infância de Jesus 2


       A infância do menino Jesus, aparentemente, transcorreu de modo tão comum quanto a dos demais meninos hebreus, seus conterrâneos, ele discrepava dos demais meninos devido à sinceridade e franqueza com que julgava as coisas do mundo, sem sofismas ou hipocrisia. Algumas vezes causava aflições aos próprios país, provocando comentários contraditórios entre aquela gente conservadora, que jamais poderia compreender o temperamento de um anjo exilado na carne e incapaz de se acomodar aos interesses prosaicos do ambiente humano.
      A vida de Jesus transcorreu de acordo com os costumes das famílias judaicas pobres e de descendência fértil, o que ainda é muito comum na Judéia atual.
      Era um menino de olhos claros, doces e aveludados, de um azul-esverdeado encastoadas na fisionomia adornada pela beleza de Maria e cunhada pela energia de José! Vestia pobremente, como os demais meninos dos subúrbios de Nazaré.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Assistência terapêutica dos espíritos

A assistência terapêutica dos espíritos fundamenta-se na concepção do Universo como estrutura unitária e infinita.  Dessa maneira, há uma constante relação de todas as coisas e todos os seres e diversas dimensões vibratórias. Essa estrutura inimaginável encerra tudo em si mesma e por isso todos os recursos de que necessita estão nela mesma.




Princípios da terapêutica espírita:

1) A cura das doenças depende da ação natural das energias conjugadas do homem e da terra (psicológicas e mesológicas) na reconstituição do equilíbrio das energias.

2) A renovação de energias depende da ação conjugada dos espíritos terapeutas com o médium curador, que se põe à disposição dos espíritos da luz. 

3) A eficácia do passe depende da boa-vontade do médium, que se entrega humildemente à ação dos espíritos.

4) A ação curadora dos espíritos não é mágica nem milagrosa; está sujeita a leis naturais que regem a estrutura psicobiológica do homem. 

5) Nos casos de cura à distância a eficácia depende das condições psico-físicas do doente, que permitem a colaboração do seu próprio organismo nas elaborações fluídicas do plasma, em conjugação com as energias espirituais dos espíritos terapeutas. 

6) As chamadas operações espirituais, com ou sem instrumentos, podem realizar-se por intervenção física do médium, dominado pelo espírito que dele se serve por influenciação mediúnica durante o transe. 

A Medicina dos Espíritos 

O Medicina dos Espíritos não tem como finalidade principal e urgente curar as doenças do corpo. O seu objetivo é ensinar, orientar o Espírito, no sentido de libertar-se de seus recalques ou instintos inferiores até alcançar a “saúde moral” da angelitude. 

domingo, 11 de novembro de 2012

A infância de Jesus


          "Jesus era um anjo exilado na Terra", isto é, um anjo fora dos seus domínios e submerso num escafandro de carne, que o reduzia em seu potencial angélico! Já citamos, alhures, o conceito popular de que "entre espinhos, o traje de seda do príncipe rasga mais facilmente do que a roupa de couro do aldeão". Isso implica em considerarmos que tanto quanto mais delicado é o ser, mais ele também é afetado pelas hostilidades próprias do meio onde vive. O beija-flor sucumbe asfixiado quan­do é atirado no charco de lama, enquanto, a seu lado, o sapo canta de júbilo!

     
         A criança lactente ainda nada pensa de mal, no entanto, é sensível aos maus fluidos da inveja ou do ciúme projeta­dos sobre sua organização tenra, os quais mais tarde são eli­minados graças ao socorro dos benzimentos da velhinha ex­perimentada. Aliás, ninguém se basta por si mesmo, nem o próprio Jesus, pois se a Vida é fruto da troca incessante do choque de energias criadoras atuando em seu plano cor­respondente, quando hostis elas ferem a qualquer espírito mergulhado na carne. A si mesmo só se basta Deus, que é o Pai, o Senhor da Vida! As relações entre todas as criatu­ras e seres, sejam virtuosos ou pecadores, significam ensejos de experimentação da própria Vida, que tanto educa os igno­rantes como redime os pecadores!

sábado, 10 de novembro de 2012

O médium neófito e a sua busca de espiritualização.

          Todo médium neófito deve procurar elevar-se para melhorar sua sintonia vibratória. Como podemos direcionar esta busca de espiritualização?

       A força do desejo, quando redirecionada para a satisfação dos anseios mais elevados da alma humana, torna-se o combustível da busca espiritual. Transforma-se, então, numa aspiração ardente, aludida nas palavras do Mestre: “Pedi e vos será dado; buscai e achareis; batei e vos será aberto; pois todo o que pede recebe; o que busca acha e ao que bate se lhe abrirá” (Mt 7:7-8). Uma aspiração ardente pelas coisas do alto é mencionada em todas as tradições como necessária para se alcançar a iluminação espiritual. Nos “Ioga Sutras de Patanjali”, é dito que essa aspiração é um fator necessário e pode mesmo ser suficiente, se tiver a força e a constância necessárias para vencer os mais difíceis obstáculos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A pedagogia dos símbolos e das alegorias

         Os símbolos são para a mente o mesmo que as ferramentas são para as mãos, meios de estender a aplicação de seus poderes. Assim, a linguagem carregada de simbolismo usada por Jesus era, em última instância, um método para forçar a mente a transcender sua consciência usual e atingir os estados de consciência do Reino. O método de ensino de Jesus tem um paralelo com o da Cabala, que é um método profundamente esotérico de transmitir o conhecimento de verdades que transcendem o entendimento da mente. O uso de símbolos serve como uma escada pela qual a mente pode subir, degrau a degrau, até adquirir as asas da intuição que lhe permitirão voar para o alto. 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A garota das flores



“Digo-te que dali não sairás enquanto não tiveres pago até o último ceitil!”  Jesus.

Podemos e temos o direito e o livre-arbítrio de fazer o que bem entendermos, o que quisermos de nossas vidas, porém nossas atitudes doentias que causarem prejuízos seja a nós ou a terceiros, retardando o processo evolutivo, será debitada em nossa contabilidade divina e tudo que for acrescentado a nossa conta cármica deverá ser posto em ação em encarnações futuras para que devolvamos o equilíbrio onde provocamos desarmonia. 

                 Esta história aconteceu num passado distante. Tão distante que se perdeu nas eras. Porque está situada nos primórdios das civilizações. Quando as cidades mais organizadas e com alguns recursos eram poucas e distantes umas das outras. Quando a maioria das pessoas vivia em tribos e aldeias, formavam clãs e as cidades eram um amontoado de casebres ao redor de um poço, onde buscavam água para consumo.
                Numa pequena aldeia morava Mebahel, que significa a luz do meu farol, nome de origem turca. Sua família era de pequenos comerciantes e viviam numa grande tribo, onde tiravam os alimentos da terra e o que não produziam trocavam com os vizinhos. Vida simples de pessoas humildes, pois tinham somente o necessário para viver.  Entretanto na carência de que eram cercados, uma luz brilhava, qual farol a indicar a esperança e a fé que nunca se punha, porque a luz provinha de Mebahel, filha única do casal de anciões, que havia perdido inúmeros filhos. Muitas vezes o curandeiro da tribo, conseguia salvar alguém das garras da morte, mais por interferência divina do que por suas habilidades curadoras.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MANIFESTO aos amigos e companheiros de jornada evolutiva


        Por Norberto Peixoto

        Prezados e amados amigos e companheiros de jornada evolutiva,

        Ao completar 49 anos, estando provisoriamente dirigente de um agrupamento, sob a égide dos Orixás com Jesus, na Umbanda, lá se vão 12 anos da psicografia do "nosso" primeiro livro, Chama Crística. As realizações na brevidade ilusória do tempo, longe de ser galardão, fizeram minimizar um pouco as nódoas escuras que trago de um passado insano impregnadas em meu combalido perispírito.

A história de Pai Ambrósio - encontros ecumênicos no além.



Neste momento, a Bíblia do pastor ficou luminosa como se fosse ouro fosforescente e vi-o pregando em praça pública com centenas de espíritos desencarnados em volta, escutando-o. Ao mesmo tempo, falanges de socorristas dos centros espíritas e de umbanda próximos atendiam-nos; padres, enfermeiros, caboclos e pretos velhos unidos auxiliando os sofredores perdidos – colocavam-nos em macas e os levavam para os diversos hospitais do Astral. Enfim, compreendi tudo. Oh Deus, como estive errado em toda uma existência!!!

A história a seguir faz parte do livro "Aos Pés do Preto Velho" - Editora do Conhecimento. 


       “Eu me chamo Pai Ambrósio. Sou no Astral um preto velho, por simpatia a esta forma espiritual, e obreiro socorrista desencarnado da igreja A...Também faço parte do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade, no qual o amigo Ramatís nos autoriza a trabalhar e dele é o tutor espiritual. O médium que escreve meus pensamentos é um dos componentes da corrente. Hoje estou acompanhando um grupo de outros obreiros evangélicos que estarão visitando este centro de umbanda pela primeira vez. Este intercâmbio ecumênico é comum do lado de cá, infelizmente ao contrário daí. Vou contar um pouco da minha última vida na carne para que os leitores possam compreender como cheguei aqui e como Deus é bom. 

sábado, 3 de novembro de 2012

A fé e a crença são a mesma coisa?

       A fé é o fundamento de toda prática espiritual. Portanto, é o primeiro instrumento que deve ser desenvolvido. Isso está de acordo com o ensinamento central de Jesus, de que a fé é o fator que assegura a vitória da alma em sua longa peregrinação pela terra distante. Estamos falando da verdadeira fé e não da crença, conceito que freqüentemente a mascara. A diferença entre fé e crença é a mesma que existe entre o eterno e o passageiro. A fé baseia-se no eterno, nas verdades imutáveis que independem do tempo e do espaço. Um artigo de fé, portanto, tem que ser comum para católico e protestante, maometano e judeu, hindu e budista, etc. A crença varia com o tempo e o espaço, depende da cultura e da religião de cada povo, daí ser geralmente chamada de crença religiosa.

Fonte:
OS ENSINAMENTOS DE JESUS E A TRADIÇÃO ESOTÉRICA CRISTÃ
AS CHAVES QUE ABREM O REINO DOS CÉUS NA TERRA
Raul Branco

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Novos aspectos da saúde e das enfermidades



    Há pouco tempo chamava-se de Saúde a ausência de sintomas desagradáveis no aspecto físico, tais como dores, sensações desconfortantes, limitações ou uma disfunção orgânica.
     A meta da medicina tradicional, baseada numa visão mecanicista, é fazer desaparecer, de maneira mais rápida possível, os sintomas e os sinais desagradáveis do corpo físico através do uso de medicamentos químicos (como os corticosteróides, os antibióticos, os antiinflamatórios, os analgésicos, etc., que apenas impedem os sintomas e os sinais de manifestarem-se), ou em situações extremas, extirpando-se a parte afetada. Os médicos, por formação acadêmica, e os pacientes se preocupam somente com o corpo físico, desconhecendo ou não aceitando a verdadeira origem das enfermidades.
     Em compensação, sabemos quão é importante a atuação da medicina oficial nas urgências e emergências, onde ela reina soberanamente.
Hoje a definição de saúde é estarmos numa condição de pleno bem estar físico, social, mental e espiritual.
     Então, quando somamos aos fatores aceitos pela medicina “convencional”, aceitando a existência do ESPÍRITO, preexistente e sobrevivente ao corpo físico, por conseqüência a relação encarnado e desencarnado, mais a REENCARNAÇÃO, os conceitos de SAÚDE E DOENÇA são ampliados de maneira extraordinária.
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