sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Elemental virulento no perispírito

            Repetimos: a recidiva cancerosa só ocorre quando ainda continua a circular o elemental virulento no perispírito do operado e capaz de nutrir nova tumoração. Quando o cirurgião opera, apenas elimina o “ponto de apoio” físico em que se firmava sub-repticiamente o “miasma” invisível e responsável pela desarmonia na base coesiva das células, porquanto é perfeitamente lógico que os ferros cirúrgicos não podem exterminar o processo mórbido do perispírito. Porventura, deve-se considerar esgotada a água de um reservatório, só porque se retira dele um vasilhame cheio de líquido? E fora de dúvida que, aberta novamente a torneira, o líquido há de extravasar. Em analogia rudimentar, poderíamos dizer-vos que a simples extirpação dos tumores cancerígenos não significa a retirada do último balde de água do reservatório mórbido do perispírito, motivo pelo qual a mutilação cirúrgica não proporciona a cura definitiva do enfermo.


        Os espíritas, os esoteristas, os teosofistas e os rosacruzes sabem que, entre o corpo carnal e o perispírito, o homem ainda possui um outro veículo energético chamado “duplo etérico”, o qual é portador dos centros de forças etéricas ou “chacras”, que são responsáveis pelas relações mútuas entre os dois mundos. Quando o indivíduo “morre” ou desencarna, o corpo etérico, que é provisório e só presta serviço ao encarnado, se dissolve no ar, à superfície do túmulo. Em noites de verão seco, em que há excesso de magnetismo na atmosfera, algumas criaturas mais sensíveis chegam a notar a dissolução do “duplo etérico” sobre as sepulturas dos cemitérios. A sua luminosidade etérica fica fosforescente — devido ao atrito com outras energias circulantes e da decomposição cadavérica — o que faz o vulgo criar a história do “fogo fátuo” e a lenda do boi-tatá. 
        O duplo etérico, situado entre o corpo físico e o perispírito do homem, serve de canal para a descida do resíduo cancerígeno, que se transfere novamente para a carne após a ablação de qualquer órgão ou amputação de algum membro canceroso. E por vezes essa nova incursão é ainda mais virulenta e irritada ao formar outra vez o neoplasma maligno, e desanima o mais abnegado cirurgião que se tenha devotado hábil e demoradamente a eliminar o menor resquício de tecido enfermo.

Ramatís - Mediunidade de Cura.

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