sábado, 28 de abril de 2012

Perdão - a melhor terapia


Perdoar os inimigos é pedir perdão para si mesmo...”
“... Porque se sois duros, exigentes, inflexíveis, se tendes rigor mesmo por uma ofensa leve, como quereis que Deus esqueça que, cada dia, tendes maior necessidade de indulgência?...” ( EVG - Cap. X, it.15)

O perdão concede a paz de espírito, mas essa concessão nos escapará da alma se estivermos presos ao desejo de dirigir os passos de alguém, não respeitando o seu propósito de viver.

Devemos compreender que cada um de nós está cumprindo um destino só seu, e que as atividades e modos das outras pessoas ajustam-se somente a elas mesmas. Estabelecer padrões de comportamento e modelos idealizados para nossos semelhantes é puro desrespeito e incompreensão ante o mecanismo da evolução espiritual. Admitir e aceitar os outros como eles são nos permite que eles nos admitam e nos aceitem como somos.

Perdoar resulta em amor a nós mesmos – pré-requisito para alcançar a plenitude do “bem viver”.

Perdoar é não importa-nos com o que fomos, pois a renovação está no instante presente: o que importa é como somos hoje e qual é nossa determinação de buscar nosso progresso espiritual.
  
Perdoar é compreender que os que nos cercam são reflexos de nós mesmos, criações nossos que materializamos com nossos pensamentos e convicções íntimas.

“Perdoar aos inimigos é pedir perdão para si mesmo” – quer dizer: enquanto não nos libertarmos da necessidade de castigar e punir o próximo, não estaremos recebendo a dádiva da compreensão para o auto perdão.
  
Renovando Atitudes – Francisco do Espírito Santo
                                     Pelo espírito Hammed
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