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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

E o carnaval passou


E o carnaval passou, como passa tudo na vida encarnada, neste Plano Físico ainda tão primário dentro do Cosmos evolutivo da matéria. Eu refletia como o carnaval sinaliza para nós a realidade essencial da vida encarnada.

Ela passa, com seus festejos, luzes, euforias, encantos e promessas... Como o carnaval, ela um dia termina. Não termina, contudo, com a responsabilidade de nossos atos durante esse período de ilusão.

Quando termina o carnaval, quantas famílias enlutadas, entristecidas. Quantas vidas arrebentadas. Quanta gravidez não desejada. Quantas amizades desfeitas, amores perdidos... Quanto arrependimento...!

E nós, como estamos ao fim de mais um carnaval? Como usamos esse tempo carnavalesco? Para nos enriquecermos mental, emocional e espiritualmente, ou ficamos estagnados naquela mentalidade do “aproveitei para descansar...”, enquanto o tempo corre célere para o fim de mais um carnaval, de mais uma encarnação perdida e, pior, com consequências desastrosas, reclamando a nossa responsabilidade diante da estrada da vida espiritual a nossa frente.

Ao término do carnaval da vida encarnada somos chamados à reflexão, e somos cobrados pelos “talentos” que nos foram dados  com a única finalidade de sabermos separar o verdadeiro do falso, o concreto do ilusório.

Quando os nossos Guias, na Umbanda, nos chamam a atenção, por diversas vezes, e quantas delas não compreendidas por nós, para a disciplina, seja no terreiro, como na vida; para a seriedade e concentração, que deve partir do terreiro no contato com o Plano Espiritual e as Vibrações Sagradas, e se refletir no nosso comportamento diante das várias seções de atividades que nos são propostas nesta encarnação, seja familiar, profissional ou social, eles sabem o que estão fazendo e para onde querem nos conduzir.

Somos aquele eterno folião irresponsável diante do carnaval da vida física densa, ou já conseguimos o patamar da maturidade suficiente para não nos deixarmos iludir pelos prazeres e promessas mentirosas, que os hinduístas chamam de “maia”, buscando nesse carnaval encarnatório, que é o mundo com tudo que nos oferece ou impõe, a estrada luminosa, pacífica, pura e serena, não sem sacrifícios ou renúncias, mas com total confiança interior de que tudo passa?

Dizia um grande Mestre espiritual: “Está tudo ruim para você? Você não está sendo compreendido, está abandonado, está com dívidas, está triste? Tudo passa...! Você está alegre, pois conseguiu o que queria? Os amigos lhe procuram, estás bem no emprego, tens a saúde para dar e vender? Tudo passa...!”.

Sim amigos, ser feliz é acreditar nisso, é ter fé. Fé é atirar-se nos braços de Deus e olhar a luz que Ele sempre coloca para nos iluminar a caminhada. “Ter fé é acreditar no Oceano, apenas por ter visto os rios”. Somos responsáveis  pela nossa felicidade ou tristeza. Nosso destino nos pertence.

O carnaval passou, mas a nossa encarnação atual continua. Utilizemo-nos dela para a vivência da Paz e da Alegria que só conseguiremos libertando-nos  do “maia” carnavalesco, e caminhando pela estrada da Vida sob os passos de Jesus que, em nome do Pai, vem, amorosamente, ser para nós “Caminho, Verdade e Vida”

PAZ e ALEGRIA!

Pai Valdo (Sacerdote Dirigente do T. E. do Cruzeiro da Luz)
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