segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Livro "Simplesmente Hercílio"


Texto extraído do blog "Cultura Espírita "

Hercílio Maes foi uma das figuras mais polêmicas dentro do Movimento Espírita brasileiro.
Médium do Espírito Ramatís, Hercílio Maes acabou sendo massacrado por alguns “doutores” em Espiritismo, que fizeram do Movimento Espírita arena para suas lutas intelectuais, recheadas de vaidades e pretensões filosóficas.

Este é um capítulo muito desagradável em nosso movimento, dentre tantos outros, mas que ficou conhecido por receber alimento de muitas instituições espíritas espalhadas pelo nosso país.
A chegada de Ramatís em nosso meio foi, sem dúvida, um grande desafio para as mentes mais estratificadas, mais ortodoxas, que não viam nada além da codificação kardequiana que pudesse colaborar com a espiritualização da humanidade.
Superando todas as adversidades, Hercílio Maes conseguiu dar conta da programação espiritual a qual foi submetido nesta presente reencarnação e psicografou as obras de Ramatís e ajudou muitas pessoas que o procuravam para receitas homeopáticas.
Somente uma alma desprendida de valores materiais como Hercílio Maes poderia manter-se “em pé e à ordem” diante das críticas de alguns confrades do Movimento Espírita que não souberam e ainda não sabem usar de caridade quando querem criticar uma obra ou algum confrade que esteja realizando alguma tarefa no campo da espiritualidade.
Não foi por acaso que Edgard Armond sentiu-se ligado a estas duas figuras emblemáticas do Movimento Espírita brasileiro.
Quem quiser saber mais sobre a vida deste homem que dedicou sua última existência terrestre ao bem, ao próximo, à espiritualidade Superior consulte o livro "Simplesmente Hercílio", editora do Conhecimento, de autoria de Mauro Maes, filho do biografado.
É um livro gostoso de ler e com pitadas de muito bom humor, caracterizando a personalidade alegre e descontraída, sem ser leviana, de Hercílio.
Boa leitura!


domingo, 30 de outubro de 2011

Apologia ao sofrimento

Palestra sobre os conflitos nas relações humanas, dentro de um enfoque espiritualista.

PERGUNTA: — Observando as pessoas em suas conver­sas, notamos haver prazer ao relatarem seus males, cirur­gias e infortúnios, mostrando o condicionamento geral ao sofrimento e, até, certa aceitação, o que faria a dor perder seu efeito salutar.
RAMATÍS: — Possivelmente, a origem desse mórbido deleite esteja no aspecto doutrinário das seitas religiosas, que sempre consideraram a dor como castigo ou expiação de pecados, pois desconhecem a função purificadora dos desvios originários da índole animal. Sua função é despertar a luz angélica existente na intimidade da criatura. A lenda do "cas­tigo divino" ou do "pecado original", por culpa de Adão e Eva, o primeiro casal enxotado do Paraíso e responsável pelo sofri­mento humano, significa o exílio do espírito mergulhado na matéria, em busca do retorno à consciência divina.
Malgrado os católicos, protestantes, adventistas, salva­cionistas e outras seitas religiosas considerarem a Terra um "vale de lágrimas" ou uma penitenciária do Espaço, ela é uma ótima escola de educação primária, destinada a aper­feiçoar o espírito nó caminhoda Evolução. Embora a huma­nidade faça do sofrimento um melodrama vulgar, na verda­de, trata-se de abençoado recurso do Alto para conduzir o espírito à senda de sua própria felicidade.

Fonte: Sob a Luz do Espiritismo

sábado, 29 de outubro de 2011

A reencarnação e o concílio de Constantinopla

Pela sábia lei universal da reencarnação, o espírito calceta tem represado na carne o seu excesso perturbador e submete-se à terapêutica obrigatória do repouso vibratório, pois disciplina a sua emotividade, reprime as forças instintivas que fervilham na intimidade perispiritual, assim como o cavalo indócil, atado a pesado veículo, também fica impedido dos desatinos prejudiciais a si mesmo.

Ramatís - Elucidações do Além


Até agora, quase todos os historiadores da Igreja romana acreditam que a Doutrina da Reencarnação foi declarada herética em 553 durante o segundo Concílio de Constantinopla, atual Istambul, Turquia. No entanto, a condenação da doutrina se deve a uma ferrenha oposição pessoal do finado imperador Justiniano, que nunca esteve ligado aos protocolos do Concílio. Segundo Procópio, uma mulher de nome Teodora, filha de um guardador de ursos do anfiteatro de Bizâncio, era a ambiciosa esposa de Justiniano, e na realidade, era quem manejava o poder. Ela, como cortesã, iniciou sua rápida ascensão ao Império. Para se libertar de um passado que a envergonhava, ordenou, mais tarde, a morte de quinhentas antigas "colegas" e, para não sofrer as consequências dessa ordem cruel em uma outra vida, como preconiza a lei do Carma, empenhou-se em suprimir toda a magnífica doutrina da reencarnação. Estava confiante no sucesso dessa anulação, decretada por  Justiniano "em nome de DEUS"!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O potencial da voltagem crística!?

     No entanto, espírito corajoso e vivendo exclusivamente para o Ideal redentorista do terrícola, Jesus tudo fazia para suportar o fardo da carne e continuar em atividade no ce­nário da Terra, rogando ao Pai que o mantivesse em con­dições de ultimar sua obra abençoada! O seu espírito, preso por um fio de linha ao diminuto mundo da carne, pare­cia mil raios de sol convergindo sobre a lente do cérebro precário e atuando sob vigorosa voltagem. Que seria do frá­gil motor elétrico, construído para suportar a carga máxima de 120 volts, caso, de súbito, recebesse o potencial de 13.000 vols, diretamente da usina elétrica?
        Anjo exilado na matéria, o Alto então lhe oferecera a encantadora moldura feita de luz, cor e poesia de Nazaré, para amenizar-lhe um pouco a condição aflitiva de perma­necer algum tempo segregado na carne, no desempenho ge­neroso e sacrificial a serviço da criatura humana!

                   Ramatís - O Sublime Peregrino

O "anjo" eleito

         Mas em sua sabedoria sideral, ele compreendia perfeitamente a natureza psíquica de vossa humanidade, pois os "pecados" dos homens eram frutos de sua imaturidade espiritual. Ele não sofreu pelos insultos, pelas traições, incompreensões e crueldades humanas, porque reconhecia nas criaturas terrenas mais ignorância do que propriamente maldade.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Interferência mediúnica!?

O mais bonito, não eram apenas as visitas que o Chico fazia com os grupos, mas aquelas anônimas que ele realizava pela madrugada, quando saía sozinho para levar seu conforto moral à famílias doentes, a pessoas moribundas, às vezes acompanhado por um amigo para assessorá-lo, ajudá-lo, pois já portava alguns problemas de saúde, mas sem que ninguém o soubesse.
Ali estava a maior antena paranormal da humanidade dos últimos séculos, apagando este potencial para chorar com uma família que tinha fome.
Ele contou-me que tinha o hábito, em Pedro Leopoldo, de visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte numa estrada abandonada, e que ruíra.... Iam ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas muito pobres de sua comunidade..

Em busca da verdade

              Partindo da investigação científica rudimentar e da pesquisa do fenômeno da estrutura material, o homem em busca da verdade penetra lenta e seguramente na intimidade de sua própria origem imortal. Ele aquece a sua fé pelo apuro da própria sensibilidade psíquica, que se sublima no esforço de perquirir e despertar, por ver e apalpar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Em busca da cura



Cura, glândulas endócrinas e espiritualidade



Para Edgar Cayce, a ação sobre o sistema glandular é o caminho para se obter a cura ou a enfermidade.
A escolha depende de como agimos para influenciar as glândulas.
Por Helena Gerenstadt

De acordo com Edgard Cayce, as glândulas endócrinas são o ponto de contato entre os nossos três corpos. São nelas que se encarnam o espírito e a alma, e é através delas que se atua no corpo físico. Portanto, a cura se inicia no sistema glandular. Segundo Cayce, o sistema glandular é a fonte de todas as atividades humanas, de todas as disposições, de todos os temperamentos e da diversidade das naturezas e das raças.
O medo, a cólera, a alegria, quaisquer das energias emocionais estão relacionadas com as glândulas endócrinas, pois as mesmas produzem secreções hormonais que se expandem dentro do organismo. Os olhos, o nariz, o cérebro, a traquéia, os brônquios, os pulmões, o fígado, o baço, o pâncreas, não podem funcionar de forma isolada, mas podem renovar-se dentro do conjunto das funções glandulares.
Talvez seja neste ponto que o sistema endócrino seja influenciado pelas atividades da alma e é por este caminho que se encontra o dom do Criador.
As glândulas estão relacionadas com a renovação das células, com a degeneração e com o rejuvenescimento, não só da energia física, mas também da energia do corpo mental e do corpo espiritual.
É através dessas minicentrais de energia que nosso corpo físico recebe a cura ou a enfermidade. Nossas atitudes mentais não são alheias às nossas atitudes físicas tais como o nosso falar, o nosso tom de voz, a nossa forma de olhar , pois todas as glândulas endócrinas estão atuando sobre nosso sistema sensorial.
Quando Cayce fala sobre como essas glândulas orquestram todas as atividades do corpo físico sua forma, suas manifestações, suas percepções , ele também comenta a respeito dos centros glandulares maiores, ou seja, aquelas glândulas que secretam hormônios como a pineal, a pituitária, o timo, a tireóide, as supra-renais e as gônadas masculinas e femininas.
Existem outras glândulas no organismo, mas correspondem ao que a tradição hindu chama de chacras, que são as chaves da personalidade humana. Cada uma das glândulas corresponde a uma função precisa, a uma vibração colorida, a um elemento da Terra, a um signo astrológico e a uma influência de um planeta.
A pituitária é a glândula mais alta do corpo; está relacionada com a luz e se desenvolve no silêncio.
A glândula pineal é o ponto inicial para a construção do embrião no ventre da mãe.
A tireóide entra em ação quando se deve tomar uma decisão e agir.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Educação da vontade. Existe isso?!


Um dos grandes objetivos da educação do ser humano é desenvolver as suas potencialidades.
Parece óbvio, mas não é. Pouquíssimas pessoas se propõem essa meta. Simplesmente usufrui de suas qualidades já prontas, em benefício próprio. Raros homens lutam conscientemente e sistematicamente contra seus defeitos e procuram desenvolver suas qualidades.
Na clássica visão antropológica, fomos brindados com duas potencias superiores: a inteligência e a vontade. Superiores porque compete a elas iluminar e levar o ser humano para a plenitude do seu fim. Tudo isso soa como grego em nossos dias porque nem se coloca em questão que haja um fim para o ser humano, que haja comportamentos de acordo ou contra a reta razão. Mas, se os fundamentos foram descartados, o mesmo não foi feito, nem pode ser feito, com os seus desdobramentos práticos.
Assim, o nosso senso educativo privilegia fortemente a educação da inteligência. O Q.I. virou status. A escola virou sinônimo de ciência, de conhecimentos adquiridos e, nas melhores, de desenvolvimento do raciocínio (enquanto na maioria há apenas adestramento). Portanto ninguém duvida da importância da educação da inteligência.
O mesmo já não pode ser dito da educação da vontade. Existe isso?

domingo, 23 de outubro de 2011

O espírito do homem é indestrutível


PERGUNTA: - Quereis dizer que, por sermos centelhas de Deus, que é eterno, nunca tivemos princípio, nem teremos fim?
            RAMATÍS: - O espírito do homem é indestrutível, porque foi criado da essência eterna e inalterável de Deus. Mas, embora esteja vinculado à "Consciência Cósmica", é sempre uma consciência individual, que teve um princípio ou uma origem "pessoal" em certo espaço-tempo. Em conseqüência, houve uma época, ou um "momento", em que o homem começou a ter noção de existir, como a criança a ter noção de si e do meio que a cerca. O homem também define-se e individualiza-se no Universo, figurando como entidade de importância e a caminho de desenvolver o poder criativo tanto quanto amplia a sua consciência.
            Sob exemplo semelhante, o espírito do homem um dia também iniciou a sua conscientização, individualizou-se sob o impulso de uma vibração centrípeta e, finalmente, se personalizou no seio da Divindade. Em seguida, a consciência espiritual do homem, centro indestrutível de sua individualização, prossegue no incessante crescimento psíquico qualitativo e, ao mesmo tempo, panorâmico, a fim de abranger cada vez maior volume ou porção da própria Mente Universal. O processo é continuo e inexorável, porque se exerce estimulado e disciplinado pelo princípio: "o reino de Deus está no próprio homem".

O Evangelho à Luz do Cosmo

sábado, 22 de outubro de 2011

Reflexão: o natal se aproxima


Milhões de animais já estão sendo preparados, confinados, aguardando o abate para os festejos de natal. 

“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.”

Albert Schwweitzer (Nobel da Paz - 1952)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A cada um será dado segundo as suas obras

Enquanto a Humanidade ignorar o conceito evangélico de que "a cada um será dado segundo as suas obras", jamais o homem alcançará a ventura de uma existência tranqüila. Sob a regência do "livre-arbítrio", que permite ao espírito organizar a sua vivência nos mundos físicos, ele ainda fica enquadrado no esquema retificador do' seu carma, o qual, sem dúvida, foi também uma causa que termina por reduzir a própria ação desse livre-arbítrio. O espírito deve sempre pesar e balancear quais serão os prejuízos que poderá causar ao próximo, toda vez que se movimentar para atender a satisfação das próprias necessidades e prazeres. Sob o conceito de senso comum, em que "a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória", o homem deve medir rigorosamente o efeito dos seus passos na senda humana, porquanto "há de pagar até o último ceitil", toda culpa ou prejuízo causado a outrem.

Ramatís - O Evangelho à Luz do Cosmo

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Natureza - obreiros do senhor

PERGUNTA: — Podeis nos apresentar um exemplo mais objetivo desse trabalho, que muita gente atribui à Natureza, mas que se realiza através de planejamentos tão longos e minuciosos, e que são incessantemente  supervisionados pelos espíritos desencarnados?

RAMATÍS: — O homem desconhece ainda o trabalho de fórmulas e planos que se conjugam à heróica disciplina e à sabedoria sideral dos trabalhadores espirituais que operam nos bastidores dessa tão famosa e mecânica Natureza, considerada como espontaneamente criadora por alguns terrícolas. Em tudo que vedes, pensais ou sentis, há sempre um espírito diretor, em incessante atividade criadora, como divino sustentáculo das formas exteriores e transformáveis, do mundo provisório, permitindo que este cumpra a sua finalidade abençoada de modelar as configurações que ativarão novas consciências individuais dos filhos de Deus.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Luz que veio de Aruanda


                                                                                        Luz que refletiu na terra

                                                                                          Luz que refletiu no mar
                                                                                         Luz que veio de Aruanda
                                                                                        Para tudo iluminar
                                                                                                      Hino da Umbanda

Primeiro vieram os atlantes.
Os atlantes??? No Brasil?
Sim. Em muito remoto passado, veio estabelecer-se nas costas brasileiras, onde é hoje o Estado do Espírito Santo, uma colônia atlante (1). Prosperou, cresceu, e espraiou-se por 12 cidades. Esses atlantes de pele acobreada guardavam os conhecimentos espirituais de sua raça. Em seus templos, ensinava-se as Grandes Leis, cultivava-se a magia do som, da cor, da dança, das forças da natureza...Cultuava-se a Luz Divina. E havia iniciados nos Grandes Mistérios. Eram regidos pela dinastia dos Ay-Mhorés. Mais tarde, tiveram que emigrar para o interior, esse povo decaiu e foi dispersado pela magia negativa. Sobraram ecos de suas crenças na religiosidade dos povos indígenas que deles derivaram: a magia natural, o conhecimento das forças curadoras e das ervas, o contato com o mundo invisível.... E sua altivez natural, sua noção de liberdade e igualdade. Nossos antepassados. Fazendo com que legítimo sangue atlante viesse a correr pelas veias psíquicas do futuro povo brasileiro.
Depois, vieram os portugueses e os negros.
Os primeiros traziam o componente de um misticismo ingênuo e da simpatia, simplicidade e feitio acolhedor que até hoje os caracteriza. A crença nos breves, nos escapulários, nos benzimentos, na água benta...
E os negros...Ah, os negros! Além da humildade e doçura, traziam o conhecimento da velha magia africana. Seus sacerdotes sabiam invocar os espíritos, evocar os elementais, manipular vegetais e minerais para a cura e efeitos mágicos. Inúmeros deles tinham sido velhos magos do Egito, da Caldéia, da Índia, da Pérsia, e resgatavam no primitivismo do continente africano os débitos para com a Lei Suprema. Inicialmente, usavam esses poderes para curar e confortar seus irmãos, às vezes para vingar-se dos brancos cruéis. Aos poucos, começaram a ser procurados pelos senhores, para lhes benzerem um filho, curarem um familiar, lerem os búzios...e foram firmando seu papel de intermediários das forças ocultas. Com o fim da escravidão, muitos acabaram marginalizados na periferia das vilas e cidades, e então começaram a exercitar suas aptidões magísticas para sobreviver...com maior ou menor eficiência ou confiabilidade, servindo a guias de luz ou a senhores das trevas.

Leia o jornal Ramatís

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A espiritualidade que nos salva

                       
                       Tem gente por aí se deixando levar pelas aparências de espiritualidade. A grande multidão ainda não despertou para as verdades espirituais e acha-se com os sentidos embriagados e as crenças arraigadas em formas mesquinhas e irreais de viver a vida espiritual. Persegue soluções que lhe sejam favoráveis, e, em geral, tais soluções dizem respeito a questões emocionais ou materiais, que  não se sentiram capazes de superar. Ah! Como se enganam quanto à realidade do espírito.

                         Mas as pessoas querem é ter seus problemas resolvidos!!!! Verdade. Quem não quer?? Só que 90% dos problemas tem origem na ignorância espiritual que produz reflexos na vida material.
                        O aprendizado da vida é longo, amplo e exige um esforço mental de tais proporções que não torna fácil romper com os velhos hábitos de barganhas espirituais aprendidos com as religiões do passado. O pastor conduz seu rebanho, mas quem tem que caminhar são as ovelhas”.
                        Mesmo debelando os males, prestando o socorro que podia, Jesus não eximiu a população de enfrentar seus desafios. Quem recebeu o pão voltou a ter fome e inevitavelmente teve de trabalhar para suprir as próprias necessidades; quem foi curado teve de aprender a valorizar a própria vida, pois outras enfermidades viriam mais tarde; quem Jesus ressuscitou dos mortos desencarnou mais adiante.
                        Em suma, o processo de reeducação a que conduzem os embates da vida é tarefa de cada um. Cristo Nosso Senhor apenas indicou a direção, mas cabe a cada seguidor palmilhar o caminho com suas próprias pernas, avançando com passos seguros e resolutos em seu aprendizado. (fonte de pesquisa ; livro  Alforria
                         Não adianta falar com as entidades e os guias ou procurar o auxílio dos orixás, como muitos acreditam, pois tanto a solução como a gênese de todos os problemas está dentro de nós,  e não nas coisas do mundo.. Nosso campo de trabalho é a intimidade do ser humano, e a
conscientização de sua capacidade de trabalhar e investir no lado bom de todas as coisas.
                        O que existe meus irmãos é força, determinação, fé, vontade, aliados aos trabalhos espirituais que nossos queridos Guias, através de Jesus, nos oferecem, e assim podermos alcançar o merecimento de sermos curados, de recebermos os bens materiais que lutamos para obter, mas o maior de todos, o de receber os bens espirituais para crescermos e evoluirmos. Instruir é a maior missão dos verdadeiros Guias da Umbanda, resolver problemas é apenas uma das muitas conseqüências de sua missão. Enquanto nós temos uma visão da caridade que tende para o assistencialismo, a visão dos verdadeiros Guias da Umbanda tendem para a misericórdia, compaixão e solidariedade.
                         Na Umbanda você encontrará a Luz. Na Umbanda você encontrará a Fé, a Esperança e a Caridade. Agora, se esses não são os seus objetivos, por favor, não atenda ao chamado da Umbanda. Você ainda não está preparado.

domingo, 16 de outubro de 2011

Toques angola e barravento


A magia do som

      As ondas eletromagnéticas sonoras emitidas pela curimba irradiam-se para todo o centro de Umbanda, desagregam formas – pensamento negativas, morbos psíquicos, vibriões astrais “grudados” nas auras dos consulentes, diluindo miasmas, higienizando e  limpando toda atmosfera psíquica para que fique em condições de assepsia e elevação que as práticas espirituais requerem.
       Assim, a curimba transforma-se em um potente “pólo” irradiador de energia benfazeja
 dentro do terreiro, expandindo as vibrações dos Orixás. Os cânticos são verdadeiras orações cantadas, ora invocativas, ora de dispersão, ora esconjuros; sendo excepcionais ordens magísticas com altíssimo poder de impacto etéreo astral, concretizando no campo da forma coletiva o que era abstrato individualmente pela união de mentes com o mesmo objetivo, sendo um fundamento sagrado e divino, o que podemos chamar de“magia do som” dentro da Umbanda. 

Umbanda Pé no Chão - Ramatís

sábado, 15 de outubro de 2011

O câncer dos médiuns


FUI ELOGIADO NO CENTRO E GOSTEI... TENHO CÂNCER!

“Nossa, mas que título é esse, Julio Cesar”? Perguntaria Pai Valdo. Perguntaria também meu saudoso pai e minha mãe... Engraçado que, quem tem nome composto assim, quando somos chamados pelos dois nomes, é por que vem “bomba” aí...rs...mas, francamente falando, embora o título seja agressivo, a intenção tem essa conotação: Agredir a moléstia cancerígenea como o próprio câncer é agressivo. E a moléstia cancerígenea do médium se chama vaidade. Os irmãos querem ver a derrocada de um médium? É vê-lo se envaidecer, recebendo elogios das pessoas, sejam da leiga assistência ou dos incautos irmãos médiuns (que deveriam estar depilados de saber que não se deve elogiar os irmãos, nem se permitir receber elogios) e se abastecendo com isso, se alegrando e “se achando” com isso. Ele permitirá que a chama malévola da vaidade reascenda e o queime por dentro, insuflando-o a vivenciar algo que não lhe pertence: o benefício trazido às pessoas. Sim, claro! Diz Mestre Zarah: “Quem cura é Jesus! Quem realiza é Jesus! É ele quem salva e cura e nós somos meros instrumentos de Sua Misericórdia”!

Médium nenhum, seja o Aspirante mais recente, sejam os membros da Hierarquia, devem conviver bem com os elogios e, acertadamente, repudiá-los de forma forte e decidida (sem ser grosseiro, por favor, mas forte como o café deve ser...rs).

Certa feita me foi feito um elogio por algo que fiz, que não era mais que minha obrigação, pois a tarefa foi aceita por mim e se me foi delegada o mínimo que devia e podia fazer era desempenhá-la. Portanto, se aceitei é por que saberia fazê-la. Nada mais que minha obrigação. E, na hora, me lembrei de Jesus repudiando Pedro quando esse o “incensou”...rs...:” Aparta-te de mim, satanaz!”. Daí, disse o mesmo, brincando, mas, como diz o Sr. Malandrinho, procurando ensinar nas entrelinhas. Era Pedro o satanaz? Era o “elogiante” o satanaz? Não, em momento algum. Mas o ato incauto do elogio precisou sofrer o efeito forte para uma causa perigosa, pois assim o ato de repúdio quebra todo e qualquer vínculo energético que possa ser criado, e infiltrado pelas sombras no afã de derrubar a obra crística, fragilizar um elo (o médium) no seu trabalho de recondução das pessoas à paz e alegria. Ainda ouvi a seguinte justificativa pelo elogio: “Mas o Sr. já está escolado com isso”. Antes de tudo, nós todos do Cruzeiro da Luz devemos estar escolados em dois aspectos a esse respeito: não elogiar e não aceitar o elogio. Daí minha resposta: Jesus nos manda orar e vigiar. Se não orarmos e vigiarmos não há “escolaridade” que nos sustente. E talvez o repúdio ao elogio “tenha sido lembrança atávica de uma aula dessa escola do orar e vigiar”, que me fez assim reagir e quebrar pseudos elos com nossas fraquezas sombrias. Fraquezas essas que todos nós possuímos. Se algum médium (ou pessoa qualquer) disser que não tem vaidade, penso que “além de vaidoso, é mentiroso (ou está sendo)... Nem que seja pra si mesmo”.

Por isso a vaidade será sempre um câncer

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Salve defumação - abertura de gira

O veículo perispiritual é poderoso ímã


PERGUNTA: — Em vista das opiniões variadas e por vezes con­traditórias, tanto entre as correntes religiosas e profanas como até entre a classe médica, quanto ao uso da carne dos animais como alimento, gostaríamos que nos désseis amplos esclarecimentos a res­peito, de modo a chegarmos a uma conclusão clara e lógica sobre se o regime alimentar carnívoro prejudica ou não o nosso organismo ou influi de qualquer modo para que seja prejudicada a evolução do nosso espírito. Preliminarmente, devemos dizer que no Oriente — como o afirmam muitas das pessoas antivegetarianas — a abstenção do uso da carne como alimento parece prender-se apenas a unia tradição religiosa, que os ocidentais consideram como um absurdo, dada a diferença de costumes entre os dois povos. Que nos dizeis a respeito?
RAMATÍS:    — A preferência pela alimentação vegetariana, no Oriente, fundamenta-se na perfeita convicção de que, à medida que a alma progride, é necessário, também, que o vestuário de carne se lhe harmonize ao progresso espiritual já alcançado. Mesmo nos remos inferiores, a nutrição varia conforme a delicadeza e sensibilidade das espécies. Enquanto o verme disforme se alimenta no subsolo, a poética figura alada do beija-flor sustenta-se com o néctar das flores. Os iniciados hindus sabem que os despojos sangrentos da alimentação carnívora fazem recrudescer o atavismo psíquico das paixões animais, e que os princípios superiores da alma devem sobrepujar sempre as injunções da matéria. Raras criaturas conse­guem libertar-se da opressão vigorosa das tendências hereditárias do animal, que se fazem sentir através da sua carne.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Câncer e o duplo etéreo

Pergunta: - O câncer apresenta também qualquer relação com esse duplo etérico?
            Ramatís: - Como o agente energético responsável pela patogenia do câncer provém de uma energia astral corrosiva, ele se situa, basicamente, no duplo etérico, onde tem o seu "habitat" favorável. Muitas vezes os médicos costumam amputar as partes afetadas dos cancerosos: extraem um dedo e, para surpresa sua, o câncer surge novamente, atacando a mão e o braço e avançando implacavelmente, a zombar da ciência humana! A radioterapia, os passes magnéticos e a homeopatia em alta dinamização conseguem certo êxito nessas curas, porque representam justamente a única terapêutica que consegue influenciar no duplo etérico e, assim, atacar o agente corrosivo no seu verdadeiro corpo energético de vida astro-etérica.

Mensagens do Astral - página 274


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Nos caminhos da vida

  
"Durante cada existência, sempre damos alguns passos para a frente, adquirimos algumas qualidades e nos despojamos de algumas imperfeições. Cada uma de tais existências é, portanto, um novo ponto de partida..."

 

Allan Kardec

     A questão da pluralidade das existências há desde longo tempo preocupado os filósofos e mais de um reconheceu na anterioridade da alma a única solução possível para os mais importantes problemas da psicologia. Sem esse princípio, eles se encontraram detidos a cada passo, encurralados num beco sem saída, donde somente puderam escapar com o auxílio da pluralidade das existências.
    A maior objeção que podem fazer a essa teoria é a da ausência de lembranças das existências anteriores. Com efeito, uma sucessão de existências inconscientes umas das outras; deixar um corpo para tomar outro sem a memória do passado equivaleria ao nada, visto que seria o nada quanto ao pensamento; seria uma multiplicidade de novos pontos de partida, sem ligação entre si; seria a ruptura incessante de todas as afeições que fazem o encanto da vida presente, a mais doce e consoladora esperança do futuro; seria, afinal, a negação de toda a responsabilidade moral. Semelhante doutrina seria tão inadmissível e tão incompatível com a justiça divina, quanto a de uma única existência com a perspectiva de uma eternidade de penas por algumas faltas temporárias. Compreende-se então que os que formam semelhante idéia da reencarnação a repilam; mas, não é assim que o Espiritismo no-la apresenta
    A existência espiritual da alma, diz ele, é a sua existência normal, com indefinida lembrança retrospectiva. As existências corpóreas são apenas intervalos, curtas estações na existência espiritual, sendo a soma de todas as estações apenas uma parcela mínima da existência normal, absolutamente como se, numa viagem de muitos anos, de tempos a tempos o viajor parasse durante algumas horas. Embora pareça que, durante as existências corporais, há solução de continuidade, por ausência de lembrança, a ligação efetivamente se estabelece no curso da vida espiritual, que não sofre interrupção. A solução de continuidade, realmente, só existe para a vida corpórea exterior e de relação, e a ausência, aí, da lembrança prova a sabedoria da Providência que assim evitou fosse o homem por demais desviado da vida real, onde ele tem deveres a cumprir; mas, quando o corpo se acha em repouso, durante o sono, a alma levanta o vôo parcialmente e restabelece-se então a cadeia interrompida apenas durante a vigília.

domingo, 9 de outubro de 2011

Educação e egoísmo


Egoísmo é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona. Neste sentido, é o antônimo de altruísmo.
Altruísmo é um tipo de comportamento encontrado nos seres humanos e outros seres vivos, em que as ações de um indivíduo beneficiam outro trazendo, algumas vezes, até mesmo algum tipo de prejuízo para o próprio. No sentido comum do termo, é muitas vezes percebida como sinônimo de solidariedade.
O Homem - Um Ser Egoísta – "O motor principal e fundamental no homem, bem como nos animais, é o egoísmo, ou seja, o impulso à existência e ao bem-estar. [...] Na verdade, tanto nos animais quanto nos seres humanos, o egoísmo chega a ser idêntico, pois em ambos une-se perfeitamente ao seu âmago e à sua essência". (Arthur Schopenhauer)

sábado, 8 de outubro de 2011

Proteção contra enfeitiçamentos


PERGUNTA: - Qual é a melhor defesa contra as projeções de fluidos maléficos gerados por todas as formas de enfeitiçamento?
RAMATÍS: - Sem dúvida, é a vigilância incessante contra toda sorte de pensamentos pecaminosos e emoções descontroladas. Aliás, a oração, como poderoso antídoto de química espiritual, também traça fronteiras protetoras em torno do ser humano e decompõe os fluidos deprimentes e ofensivos.
Os feiticeiros tudo fazem para evitar que as pessoas enfeitiçadas sejam alertadas quanto à realidade da bruxaria. Os seus comparsas desencarnados desviam do caminho das vítimas quaisquer esclarecimentos ou ensejos favoráveis, que possam associar-lhes doenças, infortúnios ou dificuldades à prática do feitiço. Daí o motivo por que se crê tão pouco na realidade da bruxaria, pois, na maioria dos casos, os próprios enfeitiçados ironizam tal acontecimento em sua vida. Em geral, a maioria das criaturas alega que nunca fez mal a ninguém; e, por isso, jamais seria enfeitiçado, por não merecer tal coisa!


Magia de Redenção - Ed. do Conhecimento 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A casa onde nasceu a Umbanda

1908 - casa que foi fundada a Umbanda pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas
A Casa onde aconteceram as primeiras giras de Umbanda, em Neves foi demolida ontem, vai se transformar numa loja de aluminio...

Hoje alguns Umbandistas do Rio de Janeiro vai abraçar simbólicamente a casa como forma de protesto...protestar agora?? abraçar um monte de escombros???

Anos atrás fiz uma visita a esta casa, tirei fotos lá, pois para mim era um orgulho poder conhecer tal lugar, mas me indignava que os próprios umbandistas do Rio de Janeiro, nem conheciam o local....
Fiz uma proposta em que cada Umbandista fizesse a doação de R$ 1,00 (isto mesmo 1 real), para comprar a casa e repassar a uma fundação que seria criada para fazer lá um museu...fui caçoado por uns, questionado por outros, e ai vai uma critica direta aos herdeiros de Zélio, que foram os primeiros a rechaçar a ideia...

2011 - 2 dias àtras, hoje a casa não existe mais.

Pois bem hoje a casa não existe mais...ou melhor existe na lembrança de pessoa como eu, como a Fatima, a Carol e meu amigo Ronaldo, que lá estivemos, e temos estas imagens guardadas na lembrança e nas fotos...

A reflexão que fica é que a história da Umbanda não se resume a uma casa....a história da Umbanda é escrita dia a dia com nossas atitudes...portanto sejamos Umbandista e façamos com que a história da Umbanda seja cada vez mais bonita...para que amanhã não tenhamos de novo que abraçar entulhos....

Marco Boeing - ASSEMA/Curitiba

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O axé através da mediunidade


Axé é o fluido cósmico universal. Tudo tem axé: os minerais, as matas, as folhas, os frutos, a terra, os rios, os mares, o ar, o fogo. Todos nós, seres vivos, animamos um corpo físico que é energia condensada, e que também pode ser definido como "uma usina de fluido animal" (um tipo específico de axé), pois estamos em constante metabolismo energético para a sustentação biológica da vida, que é amparada por um emaranhado de órgãos, nervos e músculos, os quais liberam, durante o trabalho de quebra de proteína realizado no interior de suas células, uma substância etéreo-física de que os mentores espirituais se utilizam em forma de ectoplasma.

Durante a manifestação mediúnica no terreiro, são liberadas grandes quantidades de ectoplasma, decorrentes do próprio metabolismo orgânico dos médiuns e da multiplicação celular realizada em nível de plasma sanguíneo (na verdade, uma variedade de axé). Portanto, estamos sempre produzindo novas matrizes celulares, e a cada sete anos, em média, temos um corpo físico "novo". Nossa fisiologia é sensível à produção de um manancial fluídico consistente e necessário, uma espécie de "combustível" indispensável às curas, desmanchos de magias e outras atividades espirituais que ocorrem nas sessões mediúnicas, inclusive as cirurgias astrais.

Essa força fluídica que em tudo está é da natureza universal, independentemente do nome que queiramos designá-la. Os orientais a definem como prana (Palavra de origem sânscrita. Traduzida textualmente quer dizer "sopro de vida", ou energia cósmica e dinâmica que vitaliza todas as coisas e todos os planos de atividade do espírito imortal. Onde se manifesta a vida, aí existe prana. Na matéria, o prana é a energia que edifica e coordena as moléculas físicas, ajustando-as de modo a compor as formas em todos os reinos (mineral, vegetal, animal e hominal). Sem prana, não haveria coesão molecular nem formação de um todo definido. Texto extraído da obra Elucidações do Além, do autor espiritual Ramatís, psicografado por Hercílio Maes, 11ª edição, cap. 18, Editora do Conhecimento. Limeira, SP, 2007).

domingo, 2 de outubro de 2011

Passeio Socrático


Por Frei Betto*
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos dependurados em telefones celulares; mostravam-se preocupados, ansiosos e, na lanchonete, comiam mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, muitos demonstravam um apetite voraz. Aquilo me fez refletir: Qual dos dois modelos produz felicidade? O dos monges ou o dos executivos?
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