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sábado, 4 de junho de 2011

Debilidade magnética vital do perispírito


 Leucemia é caracterizada pela produção excessiva de células brancas anormais, superpovoando a medula óssea. A infiltração da medula óssea resulta na diminuição da produção e funcionamento de células sanguíneas normais. Dependendo do tipo, a doença pode se espalhar para os nódulos linfáticos, baço, fígado, sistema nervoso central e outros órgãos e tecidos, causando inchaço na área afetada.

PERGUNTA: — Se vos fosse possível opinar por um tratamento sensato no caso do câncer, qual seria a vossa recomendação?

RAMATIS: — Recomendaríamos que qualquer tratamento físico se socorresse das forças magnéticas, pois estas é que no momento serão mais capazes de atingir o “elemental primário” que nutre o terreno para o câncer. Conforme é costume entre alguns terapeutas orientais, submetidas as partes cancerosas ao tratamen­to das descargas magnéticas do pólo Sul de poderoso magneto, à distância de uns 4 a 6 centímetros das partes afetadas, e no mínimo de duas horas para cada irradiação, haveria alguma pro­babilidade de estacionamento da proliferação neoplasmática. E desde que o enfermo passe a cooperar mentalmente, trabalhando por sua incessante elevação espiritual, esse tratamento magnético ainda se torna bem mais eficiente.


PERGUNTA: — Já que tocastes nesse assunto, poderíeis dizer-nos mais alguma coisa sobre o magnetismo curador e a terapêuti­co do passe mediúnico, também aplicáveis ao caso do câncer?

RAMATIS: — Considerando-se que as enfermidades físicas, em geral, são provenientes da desarmonia psíquica, intoxicação ou debilidade magnética vital do perispírito, os passes magnéticos ou fluídicos são recursos que proporcionam verdadeiras transfu­sões de energia através do “duplo etérico”, insuflando-as pelos plexos nervosos e ativando também o sistema glandular para proceder às devidas correções orgânicas. Em geral, já existe uma contínua vampirização do magnetismo humano entre os próprios encarnados quando, sob a regência da Lei dos vasos comunican­tes, os mais débeis sorvem as energias magnéticas dos que são mais vigorosos ou gozam de mais saúde.

O passe é uma transfusão de fluidos espontâneos e benfeito­res, sem dúvida tão eficientes e poderosos quanto o seja o poten­cial emitido pela vontade do seu agente. Pode mesmo ser conside­rado um elemento catalisador que, agindo no paciente, acelera-lhe as forças estagnadas e desperta o campo eletrônico do psiquismo diretor do organismo carnal. O passista inteligente, regrado em sua vida, senhor de uma vontade forte e afeiçoado à alimenta­ção vegetariana, consegue insuflar vigorosas cotas magnéticas nos órgãos doentes, elevando-lhes não só a freqüência vibratória defensiva das células, como também auxiliando a substituição das células velhas e cancerosas por outras células novas.

Mesmo no caso da leucemia, do câncer no sangue, o passis­ta pode insuflar o seu potencial magnético em todo o trajeto do vagossimpático, sobre as ramificações dos plexos, e comandá-lo mentalmente para o interior da medula óssea do doente, ativando assim o processo da produção de glóbulos vermelhos e a troca mais acelerada de novas células. Sem dúvida, não se queira obter êxito completo nos primeiros dias de tratamento magnético, pois é o próprio organismo do doente que, tornando-se receptivo, deve assi­milar as energias doadas pelo passista e distribuí-las a contento de suas necessidades vitais. Só após algumas semanas de transmissão ininterrupta e disciplinada dos fluidos energéticos, é que será possí­vel verificar-se o maior ou menor aproveitamento do magnetismo que é ofertado pelo passista. Se tendes observado pouco êxito na maioria desses tratamentos, é porque falta ao passista o estoicismo e abnegação necessários para devotar-se mesmo por algumas horas ao enfermo canceroso; ou então, é este que logo se impermeabiliza ante as projeções fluídicas benfeitoras, uma vez que não observa o “milagre” da cura nas primeiras insuflações e perde a confiança na continuidade do trabalho.

Livro Fisiologia da Alma - capítulo 25

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